Este artigo compila os elementos centrais das impressões do analista em geopolítica americano Larry Johnson sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irã, para o fim, em definitivo, da guerra. A conclusão é que a eminência de uma crise energética nos EUA, pela baixa recorde dos estoques estratégicos de petróleo, e a possibilidade do Irã detonar um artefato nuclear – o que o PolitikBr já explorou – teria levado Washington a uma capitulação estratégica.
Principais Entregas
- A crise silenciosa da Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA
- O ultimato nuclear iraniano e o papel do Paquistão como mediador
- O realinhamento dos países árabes contra Washington
- O colapso da dissuasão americana e a nova ordem regional
Internacional, Geopolítica, Economia
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Por PolitikBr I Brasília, Em 23/06/2026, 20h:53min, leitura: 15min
Editor: Rocha, J.C.

Essa é uma análise documental. Para visualizar “o todo” recomendamos a leitura dos demais artigos, que se somam ao tema de hoje. Boa leitura.
O ano de 2026 testemunha um dos momentos mais embaraçosos da história americana: a rendição silenciosa diante do Irã, disfarçada de “memorando de entendimento” e assinada em Versalhes — o palácio que um dia simbolizou o poder absoluto, e que agora testemunha a agonia de uma Pax Americana em frangalhos.
Larry C. Johnson, comentarista político e ex-analista da Agência Central de Inteligência, é hoje uma das vozes mais lúcidas do jornalismo investigativo independente. Em entrevista ao chairman do podcast Neutrality Studies, Pascal Lottaz, Larry nos revelou novos elementos de bastidores, que nos permite compreender o que, de fato, levou Washington à aceitar um acordo que, na prática, entrega ao Irã tudo o que ele sempre quis — e mais. A tese de Johnson é clara: os Estados Unidos não negociaram por bondade, nem por visão estratégica, mas por puro desespero. O combustível americano está, literalmente, acabando.

A Crise Silenciosa: O Petróleo que Faltou ao Colosso
A peça central da análise de Johnson é a crise iminente — e já em curso — da Reserva Estratégica de Petróleo dos Estados Unidos. O quadro que ele descreve é de uma fragilidade, que poucos analistas ocidentais ousam admitir.
Os EUA armazenam o petróleo da reserva estratégica em cavernas de sal – já esgotadas – no sul do país, que são, portanto, cavidades subterrâneas que, quando preenchidas com petróleo, e depois com água para extrair o óleo ali armazenado, podem desabar se o volume de petróleo ficar abaixo de um limite crítico.
A capacidade total da reserva americana é de cerca de 750 milhões de barris. Mas, em meados de junho de 2026, esse número já havia caído para pouco mais de 200 milhões de barris disponíveis — próximo ao ponto de desestabilização; aquele em que as cavernas correm o risco de colapso, que é de, aproximadamente, 140 milhões de barris.
“Se você acabar colocando água demais nessas cavernas de sal, elas podem desabar, e aí não dá mais para armazenar petróleo lá dentro.”
O problema, porém, é mais grave do que uma simples escassez de volume. Os EUA são autossuficientes em petróleo leve, extraído do caro e poluente processo do fraturamento hidráulico do xisto, mas dependem, crucialmente, do petróleo pesado para produzir diesel e combustível de aviação, já que o parque de refino norte-americano (especialmente no Golfo do México) foi projetado para processar petróleo pesado e mais ácido. Sem o petróleo pesado as refinarias não operam com a capacidade máxima. E é exatamente esse tipo de petróleo que vinha do Golfo Pérsico e que, com o fechamento do Estreito de Ormuz, deixou de fluir. A Rússia, alvo de sanções, também reduziu o seu fornecimento. As alternativas — Canadá, México e Venezuela — são insuficientes para cobrir o déficit. A Venezuela, em particular, tem a sua infraestrutura depredada e não consegue aumentar a produção. Uma das opções dos americanos poderia ser o Brasil, que produz tanto petróleo leve (não o suficiente) quanto pesado, mas que vem a cada ano exportando cada vez mais petróleo pesado para a China.
Johnson descreve o cenário que se avizinha ao citar Trump:
“Daqui a quatro semanas, acabou.”
A frase, atribuída a Donald Trump durante a cúpula do G7, revela o pânico que tomou conta da Casa Branca. A economia americana, e com ela a economia global, estava à beira de um colapso energético e, de certa forma ainda está. E, como se não bastasse, o próprio combustível de aviação necessário para manter a máquina de guerra americana em operação estava em falta — o que significa que mesmo os bombardeios contra o Irã, a única carta que Washington ainda parecia ter, estavam comprometidos pela escassez logística.
Johnson expõe a real situação: é necessário decidir entre produzir diesel para os caminhões, que levam comida aos supermercados, ou combustível de aviação para os caças F-35, que bombardeiam alvos no Oriente Médio. Não dá para fazer os dois. A escolha entre manter a economia ou manter a guerra é uma escolha que nenhum país gostaria de fazer. E, neste caso, a economia aparentemente venceu.
E além do fator econômico, há, nos cálculos de Trump, a eleição de meio de mandato. Então, os dois fatores são sinérgicos. E, provavelmente, foram decisivos para que os EUA se humilhassem tanto.

A Espada Nuclear de Xerxes: O Ultimato Iraniano
Se a crise do petróleo foi a faca que pressionou a garganta de Washington, a ameaça nuclear iraniana foi o golpe que a fez engolir o orgulho e assinar a capitulação. Johnson, juntamente com o seu parceiro de análise Pepe Escobar, revelou, nos dias que antecederam ao acordo, que o Irã estava pronto para dar um passo sem volta: a detonação de um dispositivo nuclear em seu próprio território, como demonstração de capacidade soberana e dissuasória nuclear.
A informação, segundo Johnson, veio de uma fonte “diretamente envolvida, que sabe do que está falando”, e foi transmitida através do Paquistão — o intermediário silencioso que se revelaria decisivo nas negociações.
O ultimato iraniano, formalizado em uma conversa entre o presidente Masoud Pezeshkian e o primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif, foi estruturado em três pontos, como documenta o analista Alfredo Jalife-Rahme :
- Retirada imediata das negociações sobre o contencioso nuclear com os EUA.
- Abandono do formato de um arranjo nuclear que esboçava limites para o enriquecimento de urânio.
- A detonação de um dispositivo nuclear em solo iraniano — não como ato de guerra, mas como demonstração inegável de capacidade soberana.
“Seria algo do tipo, no dia 1º de julho, às 11 da manhã, horário de Teerã, vamos detonar um dispositivo – subterrâneo – de 5 quilotons. Porque aí os sismógrafos registrariam o evento. É desse jeito que você convenceria o mundo.” (Larry Johnson)
A mensagem foi repassada ao secretário de Estado americano pelo chanceler paquistanês Ishaq Dar, uma hora após a conversa entre Pezeshkian e Sharif.
O Paquistão, que tem os seus próprios interesses na região, além de ser uma potência nuclear, não estava apenas transmitindo uma mensagem. Estava, na prática, dizendo a Washington: “O Irã não está blefando. E nós podemos confirmar.”
A evidência técnica, como aponta os professor Postol e Starr, dá respaldo à ameaça. O Irã já possuía urânio enriquecido a 65% — material que poderia ser – ou já foi – convertido em grau militar (90%) em questão de semanas. Com cerca de 450 kg de hexafluoreto de urânio – ou mais, o Irã poderia produzir urânio para pelo menos 10 artefatos nucleares de baixo rendimento – outros números citados são de até 20 artefatos – capazes de serem montados em mísseis que atingiriam Israel. O salto da “ambiguidade nuclear” para a demonstração irrefutável era, e é, portanto, uma possibilidade concreta.
O Irã não precisa ter 3 ou 5 artefatos nucleares prontos, como especulou Jiang Xueqin, mas sim a capacidade de produzí-los em dias ou semanas. Dessa forma, a dissuasão nuclear iraniana é fato, não especulação. E quem precipitou isso foram justamente os EUA e Israel, ao assassinarem o Aiatolá Ali Khamenei: o guardião da Fatwa que garantia que o Irã não se tornaria uma nação nuclear. Ironia do destino? Estupidez pura e simples? Prepotência? Combine tudo isso e você terá a sua resposta.
Johnson relata que, nos dias seguintes ao ultimato do Irã, a retórica de Trump mudou dramaticamente. A Casa Branca, segundo fontes de Johnson, estava convencida de que o Irã realmente possuía um dispositivo nuclear pronto para detonar.

A Desmobilização do Aparato Militar: Os Sinais de Rendição
A análise de Johnson vai além da crise energética e da ameaça nuclear. Ela descreve, em detalhes operacionais, como o próprio aparato militar americano no Oriente Médio foi desmontado — não por vontade estratégica, mas por necessidade logística e política.
Na semana que antecedeu ao acordo, os Estados Unidos haviam montado uma operação militar de grande escala no Golfo, com Centros de Operações Conjuntas funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana, prontos para coordenar ataques contra o Irã. Esses centros, chamados de Equipes de Ação de Crise (CATs), integravam as Forças Armadas, a CIA e outras agências de inteligência, em uma máquina de guerra afinada.
“Isso foi desmontado. Foi desativado agora. Então, pelo que me disseram, voltou a uma operação mais normal. E isso significa que os Estados Unidos não estão mais numa posição de simplesmente apertar um botão e lançar um ataque.”

A desmobilização não foi acidental. Ela sinalizou, na prática, que Washington havia desistido da opção militar.
Simultaneamente, os aviões de combate americanos começaram a ser retirados da região — um movimento logístico que depende de reabastecimento aéreo, e que consome exatamente o combustível de aviação que está em falta.
A ironia é cruel: a mesma escassez de petróleo que levou Washington a buscar um acordo, tornou impossível sustentar a guerra que poderia ter sido evitada.
Johnson também revela que, nos dias 9 e 10 de junho, os EUA realizaram ataques contra alvos iranianos em Bandar Abbas, na ilha de Qishm e em outros portos. O Irã retaliou imediatamente, atingindo infraestruturas americanas no Kuwait, no Bahrein, na base aérea Príncipe Saud (Jordânia) e em Muafá Qalsalteh. Em um dos ataques, as fontes de Johnson relataram que militares do Paquistão, treinados em sistemas chineses, usaram mísseis fornecidos pela China para atingir alvos americanos. A base aérea Muafak, na Jordânia, teria perdido – ou sido danificados – 12 caças F-35 — um prejuízo superior a um bilhão de dólares.
“O Irã estava causando danos significativos.”
A mensagem era inequívoca: o Irã, com o apoio tácito da Rússia, do Paquistão (?) e da China, tem a capacidade não apenas de resistir, mas de infligir danos custosos aos EUA e a seus aliados regionais. Uma brutal mudança de paradigma.
A guerra, que deveria ter sido uma blitzkrieg de 04 dias contra um regime enfraquecido, se transformou em uma guerra de escaramuças cara e insustentável.
O Realinhamento do Golfo
Johnson também lança luz sobre um fenômeno subestimado pela mídia ocidental: o realinhamento geopolítico dos países do Golfo contra os Estados Unidos.
A Arábia Saudita, o Catar e o Paquistão, longe de serem satélites dóceis de Washington, estariam pressionando ativamente por uma saída americana da região.
O analista revela que o Catar informou aos Estados Unidos que deseja a base de Al Udeid — uma das mais importantes do Pentágono no Oriente Médio — fechada em nove meses. A Arábia Saudita, junto com o Paquistão, estaria enviando aos americanos mensagens igualmente claras: “Vocês vão sair do nosso país.”

O ponto alto dessa insatisfação dos árabes e mulçumanos ocorreu em Burgenstock, durante uma reunião diplomática. O ministro das Relações Exteriores do Catar, ao encontrar o primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif, o cumprimentou com afeto; ele ignorou ostensivamente o vice-presidente americano J.D. Vance, que estava ao lado, e só depois se dirigiu ao general paquistanês Mounir. O gesto, capturado em vídeo, foi uma humilhação pública, que poucos analistas ousariam descrever como acidental.
“Eles estão realmente muito irritados. Estão muito irritados mesmo.”
Johnson interpreta esse movimento como parte de uma estratégia coordenada entre o Paquistão, o Catar, a Arábia Saudita e, nos bastidores, a China e a Rússia. O objetivo seria criar uma nova arquitetura de segurança regional, com uma aliança militar entre os países árabes-muçulmanos — uma aliança que não incluiria os Estados Unidos, e que trataria com o Irã como um parceiro, não como um inimigo.
Os interesses econômicos dos países do Golfo também estariam em jogo. O fluxo de caixa da Arábia Saudita, do Catar, do Kuwait e dos Emirados Árabes Unidos, caiu drasticamente com o fechamento do Estreito de Ormuz e a escalada da guerra. A pressão sobre as suas economias, combinada com a percepção de que os EUA os haviam abandonado à própria sorte, teria precipitado a decisão de buscar um realinhamento.
É uma nova realidade regional e mundial. Sem qualquer dúvida.

O Que a China e a Rússia Ganham com Tudo Isso
Johnson não esconde o papel de bastidores de Pequim e de Moscou. A China, em particular, emerge como a grande beneficiária do conflito. A nova ordem financeira internacional, com o sistema CIPS (Sistema de Pagamentos Interbancários Transfronteiriços) como alternativa ao SWIFT, já está em operação. Vinte e seis bancos internacionais aderiram, só nos últimos dias, ao sistema chinês, que opera digitalmente enquanto o SWIFT é analógico. Para transferir dinheiro, não é mais necessário depender do dólar americano.
“Então, para transferir dinheiro, você não depende mais do SWIFT nem do dólar americano. Agora, para fazer uma transferência, dá para usar várias moedas, mas no fim das contas, tudo passa pelo renminbi chinês.”
A China, enquanto isso, está vendendo títulos do Tesouro dos Estados Unidos e comprando ouro e prata – lastreamento de 40% da UNIT. O Japão também está vendendo títulos. O mercado de títulos americano, antes considerado um porto seguro, está perdendo a sua credibilidade.
A Pax Americana, sustentada pelo dólar e pelo petróleo, está sendo substituída por uma nova ordem multipolar, onde o renminbi e o ouro ocupam o centro do palco.
A Capitulação Formalizada: O Memorando de Islamabad
O acordo final, formalizado como “Memorando de Entendimento de Islamabad”, é, como o PolitikBr já documentou em artigos anteriores, uma rendição em 14 pontos. Dentre os principais, os EUA se comprometem a:
- Levantar o bloqueio naval ao Irã.
- Emitir permissões imediatas para a exportação de petróleo iraniano e derivados — o que, segundo estimativas, renderá ao Irã entre US$ 60 e 70 bilhões por ano.
- Devolver US$ 24 bilhões em ativos congelados.
- Criar, em 60 dias, um fundo de reconstrução de US$ 300 bilhões.
- Acabar com todas as sanções contra o Irã, incluindo as da ONU, da AIEA e as unilaterais americanas.
Ainda foi anunciado que os EUA voltaram a permitir que os iranianos vendam o seu petróleo em dólares.
Em troca, o Irã promete reabrir, de vez, o Estreito de Ormuz e reafirmar o compromisso de não buscar armas nucleares (?) — exatamente a mesma promessa que já havia feito no JCPOA, o acordo que Trump chamou de “o pior da história” e do qual retirou os EUA em 2018.
O acordo, como observou Brett McGurk, ex-negociador americano, é notável pelo que não diz: não há menção ao programa de mísseis iranianos, nem ao apoio do Irã ao Hezbollah, ao Hamas ou aos Houthis. O Irã não fez nenhum compromisso novo. Os EUA deram tudo em troca de nada.
O Resumo da Ópera
A análise de Larry Johnson, somada aos artigos do PolitikBr, e das referências utilizadas nessa artigo, pinta um quadro sombrio para os Estados Unidos e Israel, mas não necessariamente para o mundo.
O que se desenha é uma nova ordem regional no Oriente Médio, onde o Irã emerge como potência nuclear (ou quase), o Paquistão como mediador indispensável, a China como fiadora financeira e a Rússia como observadora atenta. Pode ainda ser construída, à médio prazo, uma nova arquitetura de segurança regional, onde os EUA não tem vez.
Os EUA, que entraram na guerra com promessas de “aniquilar” o Irã, saem dela de joelhos, pagando bilhões para reconstruir o país que tentaram destruir. Israel, excluído das negociações, vê a sua influência regional diminuir, e a sua capacidade de dissuasão evaporar. Os países do Golfo, que por décadas, foram satélites de Washington, se realinham diante do tamanho e do prestígio com o qual o Irã emerge dessa guerra.
O mundo, como observa Johnson, está em um “estágio de galinha sem cabeça” — correndo em círculos antes de cair. A crise do petróleo, a ameaça nuclear, e o colapso da dissuasão americana, são sintomas de uma doença mais profunda: o fim da Pax Americana.
O império, que um dia acreditou poder ditar as regras do jogo indefinidamente, descobriu que as regras mudaram — e que não estava preparado para jogar o novo jogo.
Nota ao leitor: Este artigo buscou compilar, numa análise única e aprofundada, os elementos factuais e contextuais que cercaram as negociações entre os Estados Unidos e o Irã em junho de 2026, com ênfase na análise de Larry Johnson sobre a crise energética, a ameaça nuclear iraniana e o realinhamento geopolítico no Oriente Médio. As fontes utilizadas são públicas e estão devidamente listadas para verificação.
Agradecimento
Em apenas 22 dias de junho de 2026, o PolitikBr foi acessado a partir de dezenas de países — talvez o seu. Agradecemos aos leitores dos Estados Unidos, Japão, Brasil, Israel, China, Irã, Rússia, Canadá, Polônia, Reino Unido, e de tantos outros países que nos acompanham. Seguimos dedicados à verdade e à paz, em todos os idiomas.
Referências utilizadas nesse artigo:
- https://youtu.be/kiDztflLRc0 (Entrevista de Larry Johnson ao Neutrality Studies)
- https://politikbr.org/2026/06/21/o-ultimato-de-vance-quando-o-eixo-washington-tel-aviv-se-desfaz-em-publico/
- https://politikbr.org/2026/06/19/a-assinatura-em-versalhes-trump-antecipou-o-acordo-com-o-ira-para-roubar-a-cena-e-ja-ameaca-rompe-lo/
- https://politikbr.org/2026/06/18/os-termos-da-rendicao-o-que-o-acordo-eua-ira-realmente-diz-e-por-que-trump-ja-o-violou/
- https://politikbr.org/2026/06/16/a-pax-americana-de-joelhos-o-acerto-de-contas-ira-eua-e-o-crepusculo-do-sionismo-estrategico/
- https://politikbr.org/2026/05/12/a-triade-da-dissuasao-o-ira-ja-tem-a-bomba-jiang-postol-e-mearsheimer-convergem-para-o-mesmo-alerta/
- https://www.wionews.com/world/iran-nuclear-capability-larry-johnson-pakistan-marco-rubio-claims-1780567133509
- https://www.voltairenet.org/article224644.html (Reportagem sobre o ultimato iraniano)
- https://rtde.org/meinung/282187-bestaetigt-donald-trump-glaubt-dass-iran-die-bombe-hat/ (Análise de Rainer Rupp sobre a crença de Trump na bomba iraniana)
- https://politikbr.org/2026/05/06/fim-do-projeto-liberdade-trump-humilha-os-eua/
- https://politikbr.org/2026/05/24/o-intrincado-xadrez-de-interesses-e-aliancas-em-construcao-no-oriente-medio/
- https://politikbr.org/2026/06/18/brics-pay-a-arma-financeira-que-pode-concorrer-com-o-dolar-um-desafio-a-hegemonia-americana/
- https://strategic-culture.su/news/2026/06/12/exclusiva-la-verdadera-historia-detras-del-iran-nuclear-y-el-acuerdo-de-islamabad/ (Artigo de Pepe Escobar sobre o acordo de Islamabad)