A análise de Pepe Escobar, Larry Johnson e Mr. Z, no site Transition Protocol, de 17 de julho de 2026 revela uma escalada crítica no Oriente Médio. Os EUA estão bombardeando a infraestrutura civil iraniana (Chabahar) como parte de uma guerra pela conectividade e pelo controle das rotas de energia, visando corredores como o Norte-Sul (Rússia, Irã, Índia).
A mudança tática mais significativa é a adoção do sistema chinês Beidou pelo Irã, que substituiu o GPS americano, tornando os mísseis iranianos precisos e imunes a “spoofing”. Isso preocupa Israel e os EUA.
Por outro lado, a China pressiona o Paquistão – na qualidade de mediador entre as partes – para restaurar o MoU de Versalhes até segunda (20/07), temendo que a escalada comprometa o Corredor Econômico China-Paquistão (CPEC) e a inciativa cinturão e rota.
O Paquistão, como mediador, teria recebido instruções claras de Pequim para trazer as partes de volta ao acordo original de 14 pontos.
O ataque saudita ao aeroporto de Sanaa, rompendo a trégua com os Houthis, ameaça abrir um novo front no Mar Vermelho. Em razão disso, os Houthis retaliaram e ameaçam fechar o estreito de Bab al-Mandab, rota fundamental para a travessia pelo canal de suez. O Paquistão, apesar do pacto militar com a Arábia, não atacará o Irã, priorizando a relação com a China e os interesses de seus 40 milhões de xiitas. Por fim, o Irã sinaliza a revisão da sua doutrina nuclear e a saída do NPT, com o parlamento já aprovando a aceleração do programa nuclear. O prazo para a desescalada é segunda feira; caso contrário, uma guerra total e a proliferação nuclear se tornam iminentes.
Categoria: Direitos humanos e cidadania
Reinaldo Azevedo, a Madrasta e os Enteados que Querem Bolsonaro Preso
Este artigo analisa examina a estratégia de Flávio Bolsonaro de visitar o pai, Jair Bolsonaro, para obter uma carta de apoio à sua candidatura, violando as medidas cautelares da prisão domiciliar. O jornalista Reinaldo Azevedo argumenta que Flávio apostou na prisão do pai para se vitimizar na campanha. O artigo também aborda a disputa interna entre Michelle Bolsonaro e os enteados pelo controle do espólio político do patriarca, e como o presidente Lula se beneficia da crise, chamando os Bolsonaro´s de “traidores da pátria”. O texto conclui que os filhos de Bolsonaro, desesperados, colocam em risco a integridade física do pai para tentar vencer as eleições de 2026.
O Aparelhamento da Fé: Como o Bolsonarismo Corrompeu a Igreja e o Debate Público no Brasil
O debate no podcast “3 Irmãos” entre os deputados Otoni de Paula e Henrique Vieira expõe a raiz do aparelhamento da igreja pela extrema direita: uma “fratura moral” anterior a Bolsonaro, alimentada pela “sede de poder” de líderes religiosos. O bolsonarismo explorou esse terreno fértil para substituir o amor e a paz pelo ódio e pela celebração da guerra, corrompendo a essência do Evangelho. A linguagem da “batalha espiritual” foi usada para sacralizar a disputa política, tornando a oração e o amor seletivos e excluindo quem não se alinhasse ao projeto de poder. A autocrítica de Otoni de Paula, que pediu perdão por seu envolvimento, e a exegese de Henrique Vieira sobre o “próximo” revelam que a crise é teológica e política, onde a fé foi sequestrada para servir a uma ideologia vazia de amor.
A Endêmica Corrupção da Extrema Direita: A “BET” Que Você Elege Para Assaltar o Seu Bolso
Na cosmologia não é possível se dissociar o espaço do tempo, por isso, sempre se faz referência ao termo “espaço-tempo”, que são indissociáveis.
Na cosmologia política brasileira uma correlação, da mesma forma, intrínseca. Um fenômeno análogo. Não dá para se diferenciar corrupção endêmica de extrema direita. É um “ente” indissociável: extrema direita-corrupção, que assombra e assola o país. Aves de rapina. Onde a rapinagem é o objetivo maior.
A conjugação do verbo furtar…Do verbo se apropriar do que não é seu. Do que não é fruto do seu trabalho. A rapina pública, que é o modus operandi da extrema direita brasileira.
Encarando a Realidade: A China e o Desmoronamento da Miragem Ocidental
A narrativa de excepcionalismo americano colide com a realidade de uma China que, em 2025, já era a maior economia do mundo em Paridade de Poder de Compra (PPC), líder em inovação tecnológica (patentes de IA, robótica e energia verde), e detentora de uma infraestrutura que torna obsoleta a dos EUA.
Analistas como Martin Jacques destacam a superioridade da governança tecnocrática chinesa (engenheiros no poder), contra o modelo ocidental dominado por advogados e políticos sem experiência executiva. A experiência de expatriados americanos, como Bradley Cray, revela a cruel realidade: na China, a classe média pode pagar por saúde, educação, transporte e alimentação de qualidade a uma fração do custo americano, e viver sem o medo de tiroteios em escolas.
Enquanto os EUA se afogam em dívidas, infraestrutura em ruínas, e uma elite política comprometida com interesses corporativos, Pequim executa planos decenais para dominar as cadeias globais de suprimentos. A China já não é apenas a “fábrica do mundo”, mas o seu principal centro de inovação, e o parceiro comercial indispensável para o Sul Global. A quase inevitável dominância global da China não parece caminhar para uma do cópia do passado colonial e neocolonial ocidental, mas um novo modelo de ganha-ganha. O sonho americano não se mudou para a Ásia; ele morreu na América, enterrado pela ganância e pela miopia de sua classe dirigente.
Scott Ritter: “A Guerra Foi Perdida. Ponto Final”
A análise de Scott Ritter sobre a situação entre os EUA e Irã é realista: a guerra já foi perdida, o memorando de entendimento é uma farsa, e os EUA não têm capacidade militar para uma guerra total. O verdadeiro motor do acordo é a recomposição dos estoques de petróleo americanos, enquanto o Irã usa a pausa para reerguer a sua economia e rearmar o seu exército. Trump, segundo Ritter, joga para ganhar tempo até as eleições de meio de mandato, mantendo o eleitorado desinformado. A mensagem final: os EUA são incapazes de cumprir acordos, e o mundo já deveria ter aprendido isso.
Ali Khamenei: Mártir do Islã, Lágrimas, Revolta e Pedidos de Vingança pelo Líder Supremo
Principais entregas: Internacional, Nacional, Geopolítica, Economia PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As pessoas. Talvez você, […]
A Dissonância Cognitiva e a Implosão da Extrema Direita Brasileira
O vídeo de Michele Bolsonaro expõe a crise terminal da extrema direita brasileira, onde a dissonância cognitiva – a recusa em confrontar fatos que contradizem crenças arraigadas – se revela o motor da autofagia. A misoginia declarada de Paulo Figueiredo, o silêncio cúmplice de Flávio e a ausência de Jair Bolsonaro expõem um movimento que prefere a derrota eleitoral a permitir uma nova liderança feminina. A briga não é pelo Brasil, mas por quem segura a “caneta” do poder – e, ao fazê-lo, o clã confirma que nunca teve um projeto de país, apenas um espólio a ser disputado.
O Circo das Promessas Vazias: A Farsa do Escudo Patriot e a Nova Ofensiva Contra o Irã
O Dr. Theodore Postol, do MIT, expõe a farsa do sistema Patriot em entrevista ao Coronel Daniel Davis. Com provas, ele demonstra que a taxa real de interceptação é de apenas 2 a 3%, muito distante dos 90% alegados pela indústria de defesa americana. Enquanto isso, o conflito entre EUA/Israel e Irã se intensifica em junho de 2026, com ataques à bases americanas e o risco de uma escalada regional. Postol alerta que a Europa estaria indefesa contra mísseis russos e critica o Congresso por não exigir dados reais dos contratantes, que “estão roubando do povo americano” e colocando a segurança nacional dos EUA em risco.
O Fim do Trabalho como o Conhecemos: A Substituição Silenciosa do Homem e o Colapso Anunciado do Contrato Social
O artigo aborda a substituição do trabalho humano por robôs e inteligência artificial, destacando casos como Amazon e Oracle, e a extinção de profissões em setores como transporte e serviços bancários. Analisa a precarização do emprego e a concentração de renda, concluindo que a automação em massa pode levar a um colapso social. Discute a necessidade de um novo contrato social, incluindo a Renda Básica Universal, como possível solução para a crise iminente.