O Cerco se Fecha sobre Kiev – Antes do Inverno se Desenha uma Humilhante Derrota para a Ucrânia

Este artigo aborda o momento crítico da guerra na Ucrânia, com os EUA pressionando Zelensky a encerrar o conflito até o inverno por motivos eleitorais. A delegação americana (Witkoff e Kushner) trouxe a Kiev condições de paz piores que as anteriores, incluindo o reconhecimento de territórios perdidos. Com a desmilitarização ucraniana em 90% e a exaustão militar e econômica do país, a Ucrânia já perdeu a guerra — restando apenas negociar os termos da derrota. O Ocidente está contra a parede, e Trump corre contra o tempo para obter uma “paz” que sirva à sua imagem política.

O Paradoxo do Crescimento da Renda e a Migração do Capital – Caso China

Este artigo analisa o fenômeno da migração da indústria manufatureira de baixo valor agregado para fora da China, impulsionado pelo crescimento dos salários e pela elevação da renda per capita chinesa. Com base em dados salariais comparativos (China vs. Vietnã, Bangladesh, Etiópia), estatísticas de investimento chinês em Bangladesh e números de participação no mercado de vestuário dos EUA, o texto demonstra como o sucesso econômico chinês está redesenhando a geografia industrial global. O artigo também aborda a oportunidade e os desafios para países como o Brasil nesse novo cenário, citando a análise do economista Marcos Troyjo.

Miguel Nicodelis: A China Saiu na Frente dos EUA na Próxima Revolução Tecnológica – A NEUROTEC SERÁ MAIOR QUE A IA

Enquanto o mundo se divide entre os que abraçam a inteligência artificial como o futuro e os que a veem como uma bolha prestes a estourar, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis — conhecido mundialmente como o “pai da interface cérebro-máquina” — faz uma aposta ousada: a Neurotec será maior do que a IA.
Mas o que é Neurotec? O termo, cunhado por Nicolelis, se refere ao campo da neurotecnologia — a aplicação de interfaces cérebro-máquina (BMIs) para restaurar funções motoras em pacientes com lesões medulares, Parkinson, epilepsia e outras condições neurológicas.

O Ocidente Coletivo Contra a Parede — Enquanto Trump Negocia, a Ucrânia se Desfaz

Este artigo analisa o momento crítico da guerra na Ucrânia, a partir de três fontes: a declaração do ex-analista da CIA Ray McGovern sobre a desmilitarização de 90% do país; a visita da delegação de Trump a Moscou e a Kiev, com encontros “encorajadores” mas sem avanços concretos; e o contexto das negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia, expondo o esgotamento militar ucraniano, as motivações eleitorais de Trump e a fragilidade do Ocidente Coletivo diante de um conflito que se arrasta para o quinto ano, sem perspectiva real de uma solução negociada.

Gasolina a US$ 4,03 — o Preço da Guerra de Trump contra o Irã

Enquanto as campanhas para as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos esquentam, os norte-americanos enfrentam uma realidade amarga nos postos de gasolina. O preço médio nacional da gasolina deve atingir US$ 4,03 por galão no feriado do Dia do Trabalho (07 de setembro). Um escandaloso presente de Trump ao trabalhador.

O que explica essa disparada? A resposta, em grande medida, está no petróleo bruto, que voltou a ultrapassar US$ 90 por barril nesta semana, depois que novas escaramuças militares entre os EUA e o Irã reacenderam os temores da interrupção completa no abastecimento global, através Estreito de Hormuz.

André Mendonça – o “Terrivelmente Evangélico”: A Delação que Pode Implodir o Clã Bolsonaro

O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, operador financeiro de Daniel Vorcaro, fechou um acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em 8 de agosto de 2026. Em sua delação, ele revelou ter movimentado cerca de R$ 1,3 bilhão (US$ 260 milhões) para Vorcaro entre 2020 e 2025, com valores entregues, em malas, de R$ 1 milhão à 1,5 milhão.
O ponto central da delação: os repasses milionários ao Havengate Development Fund, fundo sediado no Texas, que financiou (?!) o filme “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro. Um documentário chinfrim, com um orçamento digno de grandes produções hollywoodianas, o que levantou suspeitas de lavagem de dinheiro, e outros crimes associados. Cabe ao ministro André Mendonça aceitar ou não aceitar a delação.

André Mendonça – O “Terrivelmente Evangélico”: Quem com ferro fere, com ferro será ferido

O feitiço virou contra o feiticeiro. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tentou usar o inquérito do Banco Master para atingir o colega e ministro Alexandre de Moraes — e acabou se tornando alvo da própria armadilha.
Em 3 de setembro de 2026, Moraes encaminhou ao presidente do STF, Edson Fachin, um pedido formal de investigação contra Mendonça, apontando a existência de “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade em relação à André Mendonça. A acusação central: Mendonça teria agido por “motivos políticos” para favorecer o seu próprio grupo, direcionando investigações contra Moraes, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha.
O erro capital de Mendonça foi não seguir o rito processual. Enquanto Moraes pediu à Fachin que abrisse uma investigação — o procedimento correto —, Mendonça simplesmente a abriu por conta própria, determinando que agentes da PF lotados em seu gabinete produzissem um relatório contra o colega.

O Ministro “Terrivelmente Evangélico” e o Estado Policial Paralelo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional que expõe, em detalhes, seu modus operandi como relator das operações Sem Desconto (INSS) e Compliance Zero (Banco Master). Relatórios de inteligência da Polícia Federal, obtidos e tornados públicos pelo ministro Alexandre de Moraes, revelam que Mendonça agiu como verdadeiro militante político, direcionando investigações contra adversários — incluindo Moraes, o senador Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha — enquanto blindava aliados como Dias Toffoli e Nunes Marques.

André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico: Antecedentes e as “Jogadas de Vorcaro”

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional, sem precedentes, após a revelação de que se encontrou secretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, em março de 2025. O encontro ocorreu na sede do ITER, instituto de cursos jurídicos fundado pelo próprio ministro, e não em seu gabinete oficial — o que já levanta suspeitas sobre a natureza da conversa.
Segundo investigações do jornalista Paulo Motoryn, divulgadas pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL) e pelo Jornal GGN, o ITER emitiu 37 notas fiscais em apenas três dias (entre 11 e 14 de março de 2025), incluindo o dia do encontro com Vorcaro. O caso expõe a tentativa de Mendonça de blindar a sua relação com o banqueiro enquanto, simultaneamente, usava o inquérito do Banco Master para atacar adversários políticos no STF, na PF e na PGR, como o colega e ministro Alexandre de Moraes

A reação de Mendonça foi de pânico: confirmou o encontro, anunciou sua saída do ITER e apresentou notas fiscais de R$ 26,4 mil para rebater suspeitas de que teria recebido ternos de presente de aliados de Vorcaro. Paralelamente, mobilizou lideranças evangélicas em seu apoio, resgatando a figura do ministro “terrivelmente evangélico” — rótulo que o acompanha desde sua indicação por Jair Bolsonaro.

Dra. Tatiana diz que a Anvisa errou ao restringir a polilaminina, e chora por negar acesso a pacientes

O artigo aborda a polilaminina, fármaco experimental brasileiro que promete reverter paraplegia e tetraplegia recém-adquiridas, mas enfrenta severas críticas da comunidade científica. Foram extraídos os principais pontos da cobertura jornalística recente: a autorização para uso compassivo pela Anvisa, as críticas do neurocientista Miguel Nicolelis sobre a falta de estudos clínicos completos, a admissão de erros em artigos prévios pela pesquisadora Tatiana Sampaio, a rejeição do estudo por revistas científicas de peso, a revelação de sete mortes entre pacientes em uso compassivo, e a disputa de patentes entre UFRJ e Cristália.