Este artigo analisa o impressionante crescimento de 25% nas exportações chinesas no último ano — um feito que ocorre apesar das tarifas globais de Trump contra a China e os demais países. A China não apenas resistiu às perturbações geopolíticas como as transformou em vantagem estratégica, ampliando a sua presença no Sudeste Asiático, na América Latina e na África, enquanto os EUA vêem seu déficit comercial com o país asiático se aprofundar. O controle chinês sobre terras raras e o avanço em semicondutores e veículos elétricos consolidam uma nova realidade: a China venceu a guerra econômica sem disparar um único tiro.
Categoria: Ciência e Tecnologia
O fim dos laptops? (Jeff )Bezos – Amazon – Quer que Você Pague por Minuto para ler E-mail – E os Direitos Civis?
Enquanto o mundo celebra os avanços da inteligência artificial, o dono da Amazon, Jeff Bezos, parece ter encontrado a verdadeira mina de ouro: cobrar de você por cada minuto de uso do computador. Foi o que denunciou o neurocientista Miguel Nicolelis em entrevista recente, ao revelar uma declaração do bilionário que passou despercebida pela maioria.
Três dias antes de Davos, Bezos deu uma entrevista — Nicolelis não precisou onde — e soltou a bomba: o laptop como conhecemos vai acabar. Em vez de comprar uma máquina, você alugará “potência computacional bruta” na nuvem, pagando por processamento da mesma forma que paga pela conta de luz. Bezos comparou os laptops de hoje aos geradores elétricos que as fábricas mantinham no porão antes da eletricidade pública chegar. O futuro, segundo ele, é um modelo de assinatura perpétua.
Miguel Nicodelis: A China Saiu na Frente dos EUA na Próxima Revolução Tecnológica – A NEUROTEC SERÁ MAIOR QUE A IA
Enquanto o mundo se divide entre os que abraçam a inteligência artificial como o futuro e os que a veem como uma bolha prestes a estourar, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis — conhecido mundialmente como o “pai da interface cérebro-máquina” — faz uma aposta ousada: a Neurotec será maior do que a IA.
Mas o que é Neurotec? O termo, cunhado por Nicolelis, se refere ao campo da neurotecnologia — a aplicação de interfaces cérebro-máquina (BMIs) para restaurar funções motoras em pacientes com lesões medulares, Parkinson, epilepsia e outras condições neurológicas.
O Boi e o Biorreator: Quando a Carne de Verdade Enfrenta o Seu Próprio Clone
A maior empresa de carne do mundo, a JBS, inaugurou em abril de 2026 um centro de biotecnologia em Florianópolis para desenvolver “superproteínas” a partir de cultivo celular. O investimento de US$ 37 milhões é parte de uma aposta mais ampla de US$ 100 milhoes em carne cultivada.
Embora a ANVISA tenha publicado a RDC 839/2023, que cria o marco regulatório para novos alimentos, nenhuma carne cultivada está ainda aprovada para venda no Brasil.
O paralelo com a margarina é institucional, não químico: ambas as histórias seguem o mesmo padrão — substituto mais barato, narrativa científica, selo institucional e, décadas depois, a descoberta de que o prometido não se cumpriu. A diferença crucial é que a carne cultivada começa com células animais reais, mas sua produção em biorreator substitui a fisiologia do animal por uma formulação industrial.
O que está em jogo vai além da nutrição: o boi não se patenteia; a célula em biorreator, sim. A concentração da produção nas mãos de poucas empresas representa uma mudança estrutural no controle sobre um alimento básico da humanidade.
Dra. Tatiana diz que a Anvisa errou ao restringir a polilaminina, e chora por negar acesso a pacientes
O artigo aborda a polilaminina, fármaco experimental brasileiro que promete reverter paraplegia e tetraplegia recém-adquiridas, mas enfrenta severas críticas da comunidade científica. Foram extraídos os principais pontos da cobertura jornalística recente: a autorização para uso compassivo pela Anvisa, as críticas do neurocientista Miguel Nicolelis sobre a falta de estudos clínicos completos, a admissão de erros em artigos prévios pela pesquisadora Tatiana Sampaio, a rejeição do estudo por revistas científicas de peso, a revelação de sete mortes entre pacientes em uso compassivo, e a disputa de patentes entre UFRJ e Cristália.
O Brasil do Petróleo: Superávit Bilionário e a Promessa da Margem Equatorial
Rapidinha PolitikBr
O Brasil vive um momento histórico no setor de petróleo. Enquanto o mundo se debate com as convulsões geopolíticas que elevam os preços da commodity, o país colhe os frutos de uma aposta tecnológica feita há décadas. Não se trata apenas de um “bônus” passageiro, mas de uma consolidação estrutural que reposiciona o Brasil no xadrez energético global.
A marca de 4 bilhões de barris produzidos no campo de Tupi, a projeção de um superávit comercial próximo aos US$ 100 bilhões e a recente descoberta na Margem Equatorial, pintam um quadro de um país que, no meio da turbulência global, emerge como um player cada vez mais relevante no campo energético.
O recorde de Tupi é o símbolo máximo dessa jornada. Em 73 anos, a Petrobras nunca havia visto um ativo atingir esse volume, e a tecnologia desenvolvida para desafiar as águas ultraprofundas do pré-sal, transformou a estatal em referência mundial. O resultado prático está nas contas do país.
A Decadência dos EUA: Professor Desaba e Chora ao Ver que Alunos do Ensino Médio — Indo para a Faculdade — Não Sabem Ler e Nem Escrever
O vídeo de um professor americano desabafando e chorando em sala de aula viralizou. Não por uma tragédia pessoal, mas por uma tragédia nacional: os seus alunos, prestes a se formar e ir para a faculdade, são analfabetos funcionais.
Darius Williams, professor da Wheatley High School em Houston, Texas, gravou um desabafo durante o seu intervalo. Ele havia acabado de dar uma aula de três horas para alunos de 17 e 18 anos. A atividade era simples: ler dois parágrafos e preencher uma frase com quatro palavras. Ele deu o gabarito, completou a frase no modelo, anotaram juntos. Ainda assim, a maioria não conseguiu. Quatro palavras.
BrainNet: Como um “Vírus Mental” Pode Controlar Milhões de Cérebros
Há ideias que parecem ficção científica até percebermos que parte delas já está sendo demonstrada em laboratório.
Em uma nova entrevista, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis apresenta uma dessas ideias: a possibilidade de que cérebros humanos individuais, quando submetidos simultaneamente à determinadas informações, possam formar uma espécie de “supraestrutura cerebral” coletiva — uma Brainet.
E o conceito vai muito além da tecnologia.
Ele toca em uma questão incômoda: até que ponto aquilo que pensamos ser uma decisão individual é, na realidade, produto de uma informação compartilhada por milhões de cérebros ao mesmo tempo?
Miguel Nicodelis (neurocientista): China vs EUA – A Diferença da Ciência é Brutal
O neurocientista Miguel Nicodelis expõe o contraste brutal entre o tratamento da ciência na China e nos Estados Unidos. Enquanto o NIH americano corta 90% de seus financiamentos e 25 mil cientistas abandonam o sistema, a China trata a ciência como instrumento central de seu projeto de desenvolvimento, com cientistas tendo prestígio social e acesso direto ao mais alto nível de governo. O artigo também aborda a crise das universidades americanas e a revolta dos jovens contra a inteligência artificial, com o ex-CEO do Google sendo vaiado por 14 minutos numa formatura. O Brasil, por sua vez, permanece sem rumo, tratando a ciência como irrelevância. O texto complementa a análise anterior do PolitikBr sobre a ascensão chinesa.
Encarando a Realidade: A China e o Desmoronamento da Miragem Ocidental
A narrativa de excepcionalismo americano colide com a realidade de uma China que, em 2025, já era a maior economia do mundo em Paridade de Poder de Compra (PPC), líder em inovação tecnológica (patentes de IA, robótica e energia verde), e detentora de uma infraestrutura que torna obsoleta a dos EUA.
Analistas como Martin Jacques destacam a superioridade da governança tecnocrática chinesa (engenheiros no poder), contra o modelo ocidental dominado por advogados e políticos sem experiência executiva. A experiência de expatriados americanos, como Bradley Cray, revela a cruel realidade: na China, a classe média pode pagar por saúde, educação, transporte e alimentação de qualidade a uma fração do custo americano, e viver sem o medo de tiroteios em escolas.
Enquanto os EUA se afogam em dívidas, infraestrutura em ruínas, e uma elite política comprometida com interesses corporativos, Pequim executa planos decenais para dominar as cadeias globais de suprimentos. A China já não é apenas a “fábrica do mundo”, mas o seu principal centro de inovação, e o parceiro comercial indispensável para o Sul Global. A quase inevitável dominância global da China não parece caminhar para uma do cópia do passado colonial e neocolonial ocidental, mas um novo modelo de ganha-ganha. O sonho americano não se mudou para a Ásia; ele morreu na América, enterrado pela ganância e pela miopia de sua classe dirigente.