O Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia anunciou, nesta quinta-feira (10), a detenção de um cidadão russo que trabalhava como segurança na Embaixada do Reino Unido em Moscou. Segundo a agência, ele foi recrutado pelo Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) para coletar informações sensíveis com o objetivo de preparar um ataque contra o embaixador britânico, Nigel Casey, e outros diplomatas na capital russa.
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O Cerco se Fecha sobre Kiev – Antes do Inverno se Desenha uma Humilhante Derrota para a Ucrânia
Este artigo aborda o momento crítico da guerra na Ucrânia, com os EUA pressionando Zelensky a encerrar o conflito até o inverno por motivos eleitorais. A delegação americana (Witkoff e Kushner) trouxe a Kiev condições de paz piores que as anteriores, incluindo o reconhecimento de territórios perdidos. Com a desmilitarização ucraniana em 90% e a exaustão militar e econômica do país, a Ucrânia já perdeu a guerra — restando apenas negociar os termos da derrota. O Ocidente está contra a parede, e Trump corre contra o tempo para obter uma “paz” que sirva à sua imagem política.
O Ocidente Coletivo Contra a Parede — Enquanto Trump Negocia, a Ucrânia se Desfaz
Este artigo analisa o momento crítico da guerra na Ucrânia, a partir de três fontes: a declaração do ex-analista da CIA Ray McGovern sobre a desmilitarização de 90% do país; a visita da delegação de Trump a Moscou e a Kiev, com encontros “encorajadores” mas sem avanços concretos; e o contexto das negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia, expondo o esgotamento militar ucraniano, as motivações eleitorais de Trump e a fragilidade do Ocidente Coletivo diante de um conflito que se arrasta para o quinto ano, sem perspectiva real de uma solução negociada.
A Guerra que Putin diz estar perto do fim — e o que isso realmente significa
Este artigo analisa a declaração do presidente russo Vladimir Putin, durante encontro com o premiê indiano Narendra Modi na cúpula da OCX, de que a Rússia “está caminhando para o fim do conflito ucraniano”. O texto contextualiza a fala no cenário da guerra em 2026, com intensificação dos ataques russos. Além disso, destaca o papel da Índia como aliada estratégica da Rússia no Sul Global e o movimento de Putin para consolidar alianças fora do eixo Ocidental.
O Novo Mapa da Economia Mundial: Os Dez Primeiros Países em Poder de Paridade de Compra (2026)
A notícia de que a Rússia se tornou a quarta maior economia do mundo em PPC, atrás apenas de China, dos Estados Unidos e da Índia, não é apenas um dado estatístico. É um sinal claro de uma mudança tectônica no poder econômico global, que o PolitikBr já vinha acompanhando. Essa classificação não é sobre a riqueza em dólares, mas sobre o que se pode comprar com a moeda local, dentro das fronteiras de cada país. A Rússia, por exemplo, ao ajustar o seu PIB pela paridade do poder de compra, vê o seu valor econômico quase triplicar, superando economias europeias consolidadas como a Alemanha e o Reino Unido
Pepe Escobar: A Falência do Bloqueio Econômico Americano ao Irã
A tentativa dos EUA de impor um bloqueio econômico total ao Irã está fadada ao fracasso, segundo análise de Pepe Escobar. Após a derrota militar estratégica, Washington recorreu ao cerco financeiro, mas esbarra em obstáculos intransponíveis. O Irã, uma encruzilhada geográfica na Eurásia, possui múltiplos corredores terrestres e marítimos (Paquistão, Cáspio, Ásia Central) que os americanos não podem bloquear. Além disso, aliados-chave como o Paquistão, a China e a Rússia se recusam a aderir às sanções unilaterais, mantendo o comércio e a cooperação com Teerã. O Irã já avisou que os países que se aliarem ao bloqueio serão considerados inimigos, e ameaçou retaliar ataques a seus alvos civis na proporção de “dez por um”. Apesar da tensão, há movimentos diplomáticos (Qatar, Omã, Paquistão) para reanimar um “memorando de entendimento em coma”, mas a posição iraniana é de força e desconfiança.
China Alerta para Ameaça Energética em Meio à Guerra no Irã
O artigo analisa a declaração da China sobre a guerra EUA/Israel contra o Irã, destacando a preocupação de Pequim com a segurança energética e a navegação no Estreito de Ormuz. A posição diplomática chinesa é apresentada como um equilíbrio entre defender os seus interesses econômicos, atuar como mediadora e criticar a abordagem militar dos EUA. A dependência energética chinesa, as alternativas em desenvolvimento (como o gasoduto com a Rússia) e as implicações geopolíticas mais amplas também são exploradas.
Larry Johnson: O Estreito de Ormuz, a Crise Energética Global e os Limites dos EUA
O Estreito de Ormuz tornou-se o epicentro de uma crise energética global, com o Irã bloqueando a passagem e atacando petroleiros dos Emirados Árabes Unidos que tentam burlar o bloqueio. As reservas estratégicas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo em 40 anos, e o mundo enfrenta uma escassez de diesel e combustível de aviação. Militarmente, os EUA esgotaram seus estoques de mísseis e não conseguem produzi-los rapidamente devido à dependência da China por minérios de terras raras. Na Ucrânia, a Rússia avança em sete frentes, caminhando para a derrota completa do país. O império americano, que iniciou a guerra com promessas de vitória rápida, encontra-se agora militarmente superado, logisticamente estrangulado e politicamente isolado.
O Tribunal Penal Internacional e a Hipocrisia dos EUA
A administração Trump declarou o Tribunal Penal Internacional (TPI) uma organização ilegítima, em mais um capítulo da histórica rejeição americana a uma justiça internacional que não controla. A hipocrisia se revela na seletividade: o TPI foi legítimo quando emitiu mandado contra Putin (2023), mas se tornou “ilegítimo” quando fez o mesmo contra Netanyahu (2024). A ordem executiva de Trump, de fevereiro de 2025, impôs sanções ao tribunal e a quem coopere com ele, numa tentativa de proteger aliados e garantir impunidade. O caso de Bolsonaro, acusado de genocídio indígena no TPI e até hoje não julgado, ilustra a seletividade do sistema. O que Washington não tolera é que os seus cidadãos, ou os seus principais aliados, sejam responsabilizados por tribunais que não controlam.
A Tentativa de Trump de Subverter as Eleições de 2026 no Brasil, as Sanções e a Resposta da Soberania
Enquanto os EUA investigam obsessivamente supostas interferências da China e da Rússia em suas eleições, Donald Trump tenta abertamente subverter as eleições brasileiras de 2026, impondo sanções de 25% e 12,5% para favorecer Flávio Bolsonaro. O candidato ungido por Washington é um Senador que, segundo Bob Fernandes, “seria condenado à morte ou à prisão perpétua” se fosse americano, e classificado por Reinaldo Azevedo como “entreguista”. O ataque ao Pix revela o desejo americano de sabotar um sistema público eficiente para favorecer Visa e Mastercard. A negativa de vistos do Itamaraty à dois agentes do Departamento de Estado, que pretendiam questionar a lisura eleitoral das urnas e do sistema eletrônico de votação brasileiro, expôs a hipocrisia imperial. Enquanto o Canadá, a China e União Europeia retaliaram as novas tarifas americanas, o Brasil se mantém soberano diante da chantagem.