Em entrevista ao Juiz Andrew Napolitano, John Mearsheimer afirmou que a estratégia de guerra contra o Irã — uma campanha de “choque e pavor” baseada na decapitação do regime — era “fadada ao fracasso”. “Não há registro histórico de uma campanha aérea, por si só, ter derrubado um regime”, disse. Praticamente todos os conselheiros de Trump alertaram contra a ideia, mas o presidente foi enganado por Netanyahu e pelo chefe do Mossad, David Barnea. O general Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, alertou que os EUA não tinham capacidade e que esgotariam o seu arsenal — e é exatamente onde estamos. O Irã apresentou uma nova proposta de três pontos: paz primeiro, depois Ormuz, depois o nuclear. O tempo está a favor do Irã. Mearsheimer alertou para a possibilidade de Israel usar armas nucleares contra o Irã — e de a Rússia fazer o mesmo na Ucrânia. “O futuro é sombrio”, concluiu.
Tag: #armasnucleares
O Direito à Dissuasão Nuclear: Por que o Argumento de Mearsheimer para o Irã é um Alerta para o Brasil
Neste artigo, partimos da análise do Professor John Mearsheimer sobre o direito do Irã à dissuasão nuclear para abrir uma discussão incômoda e necessária: em um mundo onde Estados Unidos e Israel se comportam como potências acima da lei, violando soberanias e ameaçando nações com armas de destruição em massa, faz sentido que países como o Brasil mantenham-se amarrados a tratados de não proliferação assinados de boa-fé com potências que demonstram diariamente sua má-fé?
A Rússia Reescreve o Equilíbrio Nuclear Mundial
O avanço russo na corrida armamentista não é apenas uma demonstração de força — é um desafio direto à lógica militar e tecnológica do Ocidente. As armas apresentadas recentemente por Moscou — o supertorpedo Poseidon, o míssil de cruzeiro Burevestnik e o planador hipersônico Avangard — representam uma revolução estratégica que pode tornar obsoletos os bilhões de dólares investidos pelos Estados Unidos em escudos antimísseis e defesa global.
Putin escala o apocalipse: produção em massa do míssil hipersônico oreshnik e a retórica do “mão morta”
Vladimir Putin voltou a elevar o tom da ameaça nuclear global. Em conferência ao lado do aliado Lukashenko, de Belarus, o presidente russo anunciou a produção em massa do míssil hipersônico Oreshnik, de alcance até 5.500Km e velocidade 10 a 12 vezes maior que o som, capaz de portar ogivas nucleares e atingir qualquer país integrante da OTAN em menos de 17 minutos.
Coreia do Norte testa novo drone de ataque nuclear submarino
De onde vem tantos recursos financeiros e humanos para a Coreia do Norte já ter dominado, faz vários anos, a produção de artefatos nucleares, cada […]