Breaking News: Trump Quer Zelensky Fora!

Trump declarou publicamente que a Ucrânia precisa de um novo presidente, culpando Zelensky pelos ataques às refinarias russas, o que provocou uma aguda escassez global de diesel. Em paralelo, ele anunciou um acordo com Putin para liberar 300 mil toneladas de diesel russo ao mercado, com mais 500 mil em novembro e 1 milhão na sequência — suspensão temporária de sanções incluída. Zelensky reagiu chamando o acordo de “presente à Putin” e “investimento na guerra”. O impasse expõe uma ruptura sem precedentes entre Washington e Kiev, às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA.

A Medusa Bolsonaro — perto deles, os Trumps parecem conservadores e comportados

Esse artigo comenta reportagem da revista alemã que trata da dimensão excepcional da família Bolsonaro na política brasileira. O texto amplia a reportagem estrangeira usando exclusivamente publicações internacionais e o próprio acervo do PolitikBr, construído desde 2025. O eixo interpretativo é a transformação do sobrenome Bolsonaro em capital político, econômico e eleitoral, a atuação internacional de Eduardo, a sucessão de Jair por Flávio, a disputa interna com Michelle e a possibilidade de consolidação de uma verdadeira dinastia política familiar.

Discurso Hipócrita:”NOSSO SENADOR” Flávio Bolsonaro e o Dinheiro Público na Mão de Miliciano

Este artigo analisa a reportagem da revista Piauí que revela o envio de R$ 200 mil em emenda parlamentar por Flávio Bolsonaro a pedido do miliciano Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”, condenado como braço operacional dos irmãos Brazão e fornecedor da arma que matou a vereadora Marielle Franco, uma das mais combativas contra a relação promíscua entre as milícias e o legislativo do Rio de Janeiro. O texto contextualiza o episódio no histórico de proximidade da família Bolsonaro com as milícias, na contradição de denunciar o PCC e o CV como terroristas, enquanto se sabe que hoje as estruturas ligadas ao crime organizado – milícias -, também negociam drogas, competindo com o tráfico e coagindo as populações nas áreas que dominam.

Trump e a “Terra da Liberdade” Que Lhe Convém

Este artigo analisa a decisão do presidente Donald Trump de proibir o acesso de veículos de comunicação como a CNN, o MS NOW e o Politico à Casa Branca, sob a alegação de promoção de “notícias falsas”. O texto explora a reação dos veículos, que entraram com ação judicial; o precedente com a Associated Press em 2025 e as implicações para a Primeira Emenda. A análise conclui que a medida representa uma tentativa de controlar a informação, contradizendo o ideal de liberdade que os EUA historicamente defendem.

A Embraer Decola Enquanto Trump Tenta Vender Boeing no Grito

Este artigo analisa o desempenho recorde da Embraer no mercado global de aviação comercial em 2025, com destaque para as 244 aeronaves entregues e a carteira de pedidos de US$ 31,6 bilhões. Em contraste, expõe a pressão exercida pelo governo Trump sobre o Brasil para que companhias aéreas nacionais adquirissem jatos Boeing, como moeda de troca para aliviar o tarifaço de 50%. O texto desconstrói a lógica coercitiva da proposta americana, que incluía 21 exigências, e ressalta a rejeição soberana do governo brasileiro diante de uma imposição incompatível com a autonomia do setor privado.

A vantagem estratégica da China que desafia tarifas e guerras

Este artigo analisa o impressionante crescimento de 25% nas exportações chinesas no último ano — um feito que ocorre apesar das tarifas globais de Trump contra a China e os demais países. A China não apenas resistiu às perturbações geopolíticas como as transformou em vantagem estratégica, ampliando a sua presença no Sudeste Asiático, na América Latina e na África, enquanto os EUA vêem seu déficit comercial com o país asiático se aprofundar. O controle chinês sobre terras raras e o avanço em semicondutores e veículos elétricos consolidam uma nova realidade: a China venceu a guerra econômica sem disparar um único tiro.

O Cerco se Fecha sobre Kiev – Antes do Inverno se Desenha uma Humilhante Derrota para a Ucrânia

Este artigo aborda o momento crítico da guerra na Ucrânia, com os EUA pressionando Zelensky a encerrar o conflito até o inverno por motivos eleitorais. A delegação americana (Witkoff e Kushner) trouxe a Kiev condições de paz piores que as anteriores, incluindo o reconhecimento de territórios perdidos. Com a desmilitarização ucraniana em 90% e a exaustão militar e econômica do país, a Ucrânia já perdeu a guerra — restando apenas negociar os termos da derrota. O Ocidente está contra a parede, e Trump corre contra o tempo para obter uma “paz” que sirva à sua imagem política.

O Ocidente Coletivo Contra a Parede — Enquanto Trump Negocia, a Ucrânia se Desfaz

Este artigo analisa o momento crítico da guerra na Ucrânia, a partir de três fontes: a declaração do ex-analista da CIA Ray McGovern sobre a desmilitarização de 90% do país; a visita da delegação de Trump a Moscou e a Kiev, com encontros “encorajadores” mas sem avanços concretos; e o contexto das negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia, expondo o esgotamento militar ucraniano, as motivações eleitorais de Trump e a fragilidade do Ocidente Coletivo diante de um conflito que se arrasta para o quinto ano, sem perspectiva real de uma solução negociada.

Gasolina a US$ 4,03 — o Preço da Guerra de Trump contra o Irã

Enquanto as campanhas para as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos esquentam, os norte-americanos enfrentam uma realidade amarga nos postos de gasolina. O preço médio nacional da gasolina deve atingir US$ 4,03 por galão no feriado do Dia do Trabalho (07 de setembro). Um escandaloso presente de Trump ao trabalhador.

O que explica essa disparada? A resposta, em grande medida, está no petróleo bruto, que voltou a ultrapassar US$ 90 por barril nesta semana, depois que novas escaramuças militares entre os EUA e o Irã reacenderam os temores da interrupção completa no abastecimento global, através Estreito de Hormuz.