A Endêmica Corrupção da Extrema Direita: A “BET” Que Você Elege Para Assaltar o Seu Bolso

Na cosmologia não é possível se dissociar o espaço do tempo, por isso, sempre se faz referência ao termo “espaço-tempo”, que são indissociáveis.
Na cosmologia política brasileira uma correlação, da mesma forma, intrínseca. Um fenômeno análogo. Não dá para se diferenciar corrupção endêmica de extrema direita. É um “ente” indissociável: extrema direita-corrupção, que assombra e assola o país. Aves de rapina. Onde a rapinagem é o objetivo maior.
A conjugação do verbo furtar…Do verbo se apropriar do que não é seu. Do que não é fruto do seu trabalho. A rapina pública, que é o modus operandi da extrema direita brasileira.

Encarando a Realidade: A China e o Desmoronamento da Miragem Ocidental

A narrativa de excepcionalismo americano colide com a realidade de uma China que, em 2025, já era a maior economia do mundo em Paridade de Poder de Compra (PPC), líder em inovação tecnológica (patentes de IA, robótica e energia verde), e detentora de uma infraestrutura que torna obsoleta a dos EUA.

Analistas como Martin Jacques destacam a superioridade da governança tecnocrática chinesa (engenheiros no poder), contra o modelo ocidental dominado por advogados e políticos sem experiência executiva. A experiência de expatriados americanos, como Bradley Cray, revela a cruel realidade: na China, a classe média pode pagar por saúde, educação, transporte e alimentação de qualidade a uma fração do custo americano, e viver sem o medo de tiroteios em escolas.

Enquanto os EUA se afogam em dívidas, infraestrutura em ruínas, e uma elite política comprometida com interesses corporativos, Pequim executa planos decenais para dominar as cadeias globais de suprimentos. A China já não é apenas a “fábrica do mundo”, mas o seu principal centro de inovação, e o parceiro comercial indispensável para o Sul Global. A quase inevitável dominância global da China não parece caminhar para uma do cópia do passado colonial e neocolonial ocidental, mas um novo modelo de ganha-ganha. O sonho americano não se mudou para a Ásia; ele morreu na América, enterrado pela ganância e pela miopia de sua classe dirigente.

O Fim do Trabalho como o Conhecemos: A Substituição Silenciosa do Homem e o Colapso Anunciado do Contrato Social

O artigo aborda a substituição do trabalho humano por robôs e inteligência artificial, destacando casos como Amazon e Oracle, e a extinção de profissões em setores como transporte e serviços bancários. Analisa a precarização do emprego e a concentração de renda, concluindo que a automação em massa pode levar a um colapso social. Discute a necessidade de um novo contrato social, incluindo a Renda Básica Universal, como possível solução para a crise iminente.

Combustível, Soberania e Lucro: A Geopolítica do Preço na Bomba – Caso Brasil e Estados Unidos

Este artigo compara a resposta do governo Lula à crise dos preços dos combustíveis, deflagrada pela guerra no Oriente Médio, com a postura do governo Trump nos EUA. Enquanto o Brasil, usando o controle majoritário da Petrobras (50,26% das ações), implementou subsídios via devolução de tributos, utilizando os royalties e dividendos extraordinários para “segurar” o preço na bomba, os EUA sofreram um impacto inflacionário severo, com preços da energia disparando. O texto argumenta que a presença do Estado como controlador de setores-chave é vital para amortecer choques, ao passo que a lógica privada prioriza o lucro, como visto na recusa de grandes distribuidoras em aderir aos subsídios brasileiros. Critica-se a agenda privatista de inspiração neoliberal, destacando que a Europa tem reestatizado serviços essenciais (como água e esgoto) após perceberem aumentos abusivos e falhas na modelagem, enquanto o Brasil insiste no caminho oposto, arriscando perder sua capacidade de proteger o cidadão.

Conhecendo as Entranhas do Bolsonarismo (Extrema Direita) – A Visão dos Pastores Henrique Vieira e Otoni de Paula

O debate entre os deputados e pastores Henrique Vieira e Otoni de Paula oferece uma rara oportunidade de compreender as raízes do bolsonarismo (extrema direita) dentro das igrejas evangélicas. Enquanto Henrique questiona como um político com histórico de elogios à ditadura e à tortura foi visto como uma espécie de redenção moral, Otoni responde com uma autocrítica contundente: ignorância política, manipulação emocional e responsabilidade direta de lideranças religiosas que transformaram política em fé e políticos em ídolos. O diálogo avança para temas como guerra espiritual, culto à personalidade, enfraquecimento da democracia e crescimento dos desigrejados. Mais do que uma discussão sobre Bolsonaro, trata-se de uma reflexão sobre os riscos da instrumentalização religiosa na política brasileira.

Lula e a Ambição da Classe Média e do Remediado, que Alimenta a Extrema-Direita

O artigo analisa a estagnação da popularidade de Lula (29% de ótimo/bom segundo o Datafolha, com reprovação a 51%) a cinco meses das eleições de 2026. A tese central é que o governo errou ao focar sua comunicação exclusivamente na pobreza extrema, ignorando a “classe média baixa” (remediada), que emergiu nos governos anteriores petistas e hoje ambiciona o consumo e a ascensão social. Essa fatia da população, que se sente órfã de atenção e onerada pelos impostos que bancam as políticas sociais, está migrando para a extrema-direita. O artigo alerta ainda para o perigo de um outsider — como o atual governador do Rio de Janeiro, que faz uma “faxina” no estado — surgir de última hora e capitalizar essa insatisfação, roubando votos do centro e inviabilizando a reeleição de Lula.

Coronel Douglas Macgregor: A Guerra Contra o Irã à Serviço de Israel – A Vergonhosa Submissão de Trump

Neste artigo, o Coronel Douglas Macgregor, antigo conselheiro do Pentágono, fala sobre a guerra não declarada contra o Irã. Macgregor denuncia que o conflito não foi autorizado pelo Congresso nem pelo povo americano, e serve exclusivamente aos interesses expansionistas de Israel, e destruindo a economia doméstica dos EUA. As consequências para o cidadão comum são brutais: inflação descontrolada, perda do poder de compra, gasolina e alimentos a preços proibitivos. Macgregor descreve como “cada família americana paga um imposto de guerra na bomba de gasolina e no supermercado”. O artigo também revela que a “ameaça iraniana” foi uma mentira fabricada por Israel (confirmada pelo ex-analista da CIA John Kiriakou), e que Trump se submeteu ao lobby sionista (AIPAC) e ao comprometimento do arquivo Epstein.

Uma Lição de Vida: Pai Lula. O Novo Pai dos Pobres

O artigo “Pai Lula, O Novo Pai dos Pobres” compara a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva com a de Getúlio Vargas, o antigo “Pai dos Pobres”, mostrando como os dois foram reconhecidos pelos setores populares como governantes que olharam para trabalhadores, pobres e excluídos. A análise parte de uma entrevista recente em que Lula se emocionou ao falar de mobilidade social, mulheres negras, cotas, universidades, Institutos Federais e da filha da empregada doméstica disputando a mesma vaga que a filha da patroa.

O texto sustenta que Lula não fala de fome como estatística, mas como biografia: nasceu no interior de Pernambuco, migrou com a mãe e os irmãos fugindo da seca e da fome, trabalhou desde cedo e chegou à Presidência carregando essa memória. A partir disso, o artigo mostra a obsessão lulista pelas três refeições por dia, pela expansão da educação pública, pelo ProUni, pelas cotas e pela interiorização dos Institutos Federais.

Na comparação com Getúlio, o artigo reconhece as contradições do varguismo, inclusive seu autoritarismo, mas destaca sua importância na institucionalização dos direitos trabalhistas, da CLT, do salário mínimo e da Justiça do Trabalho. A tese central é que Getúlio deu forma jurídica ao trabalhador brasileiro no século XX, enquanto Lula deu mobilidade social, educação, comida, renda e autoestima ao filho do trabalhador no século XXI.

A Anatomia da Guerra Fiscal: do cidadão espoliado aos barões inatingíveis

“Enquanto o fisco age como um leão faminto diante do cidadão e um gato domesticado diante dos conglomerados bilionários, financiamos com o suor dos vulneráveis os privilégios dos poderosos.”
“A medida de bloqueio de contas é a face visível de um mal maior: a normalização da dualidade na aplicação da lei, onde a tecnologia é usada para moer pessoas e negociar com barões.”

Turbulência no “Santo Mundo” Evangélico: Damares x Mafalaia

A cena é tão surreal quanto elucidativa.
De um lado do ringue, o pastor Silas Malafaia, radical, voz estridente e com um império midiático construído na direita evangélica.

Um autêntico exemplo de sucesso da “Teologia da Prosperidade”, – assim como outros tão os mais famosos, como o bispo Edir Macedo, o pastor R.R. Soares e outros tantos, menos cotados e ricos, – lança um desafio em tom de praça pública: “Ou a senhora dá os nomes, ou a senhora é uma leviana linguaruda!”. Aos berros, claro. Marca registrada de Malafaia.
Do outro, a senadora Damares Alves, outrora ministra da Família no governo Bolsonaro e ícone do mesmo campo, agora relatora de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) que expõe as vísceras de um esquema de fraude bilionário.