Com base na ponderação das pesquisas da Quaest em 25 estados e no DF, realizada pela Tribuna Norte-Leste com auxílio de IA, consolidamos os números e apresentamos uma análise crítica dos resultados regionais e nacionais. O artigo destaca a vantagem de 8,5 milhões de votos de Lula sobre Flávio Bolsonaro no primeiro turno, o domínio regional de cada candidato, o peso dos indecisos e o contexto geopolítico que pode influenciar o pleito de 2026.
Categoria: Racismo e Intolerância
O fim dos laptops? (Jeff )Bezos – Amazon – Quer que Você Pague por Minuto para ler E-mail – E os Direitos Civis?
Enquanto o mundo celebra os avanços da inteligência artificial, o dono da Amazon, Jeff Bezos, parece ter encontrado a verdadeira mina de ouro: cobrar de você por cada minuto de uso do computador. Foi o que denunciou o neurocientista Miguel Nicolelis em entrevista recente, ao revelar uma declaração do bilionário que passou despercebida pela maioria.
Três dias antes de Davos, Bezos deu uma entrevista — Nicolelis não precisou onde — e soltou a bomba: o laptop como conhecemos vai acabar. Em vez de comprar uma máquina, você alugará “potência computacional bruta” na nuvem, pagando por processamento da mesma forma que paga pela conta de luz. Bezos comparou os laptops de hoje aos geradores elétricos que as fábricas mantinham no porão antes da eletricidade pública chegar. O futuro, segundo ele, é um modelo de assinatura perpétua.
O Ocidente Coletivo Contra a Parede — Enquanto Trump Negocia, a Ucrânia se Desfaz
Este artigo analisa o momento crítico da guerra na Ucrânia, a partir de três fontes: a declaração do ex-analista da CIA Ray McGovern sobre a desmilitarização de 90% do país; a visita da delegação de Trump a Moscou e a Kiev, com encontros “encorajadores” mas sem avanços concretos; e o contexto das negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia, expondo o esgotamento militar ucraniano, as motivações eleitorais de Trump e a fragilidade do Ocidente Coletivo diante de um conflito que se arrasta para o quinto ano, sem perspectiva real de uma solução negociada.
Gasolina a US$ 4,03 — o Preço da Guerra de Trump contra o Irã
Enquanto as campanhas para as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos esquentam, os norte-americanos enfrentam uma realidade amarga nos postos de gasolina. O preço médio nacional da gasolina deve atingir US$ 4,03 por galão no feriado do Dia do Trabalho (07 de setembro). Um escandaloso presente de Trump ao trabalhador.
O que explica essa disparada? A resposta, em grande medida, está no petróleo bruto, que voltou a ultrapassar US$ 90 por barril nesta semana, depois que novas escaramuças militares entre os EUA e o Irã reacenderam os temores da interrupção completa no abastecimento global, através Estreito de Hormuz.
André Mendonça – o “Terrivelmente Evangélico”: A Delação que Pode Implodir o Clã Bolsonaro
O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, operador financeiro de Daniel Vorcaro, fechou um acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em 8 de agosto de 2026. Em sua delação, ele revelou ter movimentado cerca de R$ 1,3 bilhão (US$ 260 milhões) para Vorcaro entre 2020 e 2025, com valores entregues, em malas, de R$ 1 milhão à 1,5 milhão.
O ponto central da delação: os repasses milionários ao Havengate Development Fund, fundo sediado no Texas, que financiou (?!) o filme “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro. Um documentário chinfrim, com um orçamento digno de grandes produções hollywoodianas, o que levantou suspeitas de lavagem de dinheiro, e outros crimes associados. Cabe ao ministro André Mendonça aceitar ou não aceitar a delação.
André Mendonça – O “Terrivelmente Evangélico”: Quem com ferro fere, com ferro será ferido
O feitiço virou contra o feiticeiro. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tentou usar o inquérito do Banco Master para atingir o colega e ministro Alexandre de Moraes — e acabou se tornando alvo da própria armadilha.
Em 3 de setembro de 2026, Moraes encaminhou ao presidente do STF, Edson Fachin, um pedido formal de investigação contra Mendonça, apontando a existência de “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade em relação à André Mendonça. A acusação central: Mendonça teria agido por “motivos políticos” para favorecer o seu próprio grupo, direcionando investigações contra Moraes, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha.
O erro capital de Mendonça foi não seguir o rito processual. Enquanto Moraes pediu à Fachin que abrisse uma investigação — o procedimento correto —, Mendonça simplesmente a abriu por conta própria, determinando que agentes da PF lotados em seu gabinete produzissem um relatório contra o colega.
O Ministro “Terrivelmente Evangélico” e o Estado Policial Paralelo
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional que expõe, em detalhes, seu modus operandi como relator das operações Sem Desconto (INSS) e Compliance Zero (Banco Master). Relatórios de inteligência da Polícia Federal, obtidos e tornados públicos pelo ministro Alexandre de Moraes, revelam que Mendonça agiu como verdadeiro militante político, direcionando investigações contra adversários — incluindo Moraes, o senador Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha — enquanto blindava aliados como Dias Toffoli e Nunes Marques.
André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico: Antecedentes e as “Jogadas de Vorcaro”
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional, sem precedentes, após a revelação de que se encontrou secretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, em março de 2025. O encontro ocorreu na sede do ITER, instituto de cursos jurídicos fundado pelo próprio ministro, e não em seu gabinete oficial — o que já levanta suspeitas sobre a natureza da conversa.
Segundo investigações do jornalista Paulo Motoryn, divulgadas pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL) e pelo Jornal GGN, o ITER emitiu 37 notas fiscais em apenas três dias (entre 11 e 14 de março de 2025), incluindo o dia do encontro com Vorcaro. O caso expõe a tentativa de Mendonça de blindar a sua relação com o banqueiro enquanto, simultaneamente, usava o inquérito do Banco Master para atacar adversários políticos no STF, na PF e na PGR, como o colega e ministro Alexandre de Moraes
A reação de Mendonça foi de pânico: confirmou o encontro, anunciou sua saída do ITER e apresentou notas fiscais de R$ 26,4 mil para rebater suspeitas de que teria recebido ternos de presente de aliados de Vorcaro. Paralelamente, mobilizou lideranças evangélicas em seu apoio, resgatando a figura do ministro “terrivelmente evangélico” — rótulo que o acompanha desde sua indicação por Jair Bolsonaro.
Não é patrocínio: PF apura corrupção com dinheiro de Vorcaro para “Dark Horse”
Artigo do tipo “Rapidinha” do PolitikBr sobre o caso “Dark Horse” envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O STF, por meio dos ministros André Mendonça e Flávio Dino, autorizou a Polícia Federal a investigar o repasse de R$ 61 milhões (US$ 12 milhões) de R$ 134 milhões (US$ 27 milhões) pedidos pelo senador e candidato à eleição presidencial de 2026, o que agrava o contexto e força o senador a parar de se esquivar e responder ás perguntas que o eleitor quer saber: onde foram parar os R$ 61 milhões?
Flávio Bolsonaro na Globo: “mentiu, omitiu e escapuliu” — e Toledo e Sakamoto explicam o por quê
Flávio Bolsonaro na Globo: quando responder não significa responder
A sabatina de Flávio Bolsonaro na Globo em 28 de agosto, ganhou um segundo capítulo no dia seguinte, quando os jornalistas José Roberto de Toledo e Leonardo Sakamoto analisaram a sua participação no UOL News.
O diagnóstico foi o esperado. Toledo resumiu a atuação do candidato em três verbos: “mentiu, omitiu e escapuliu”. Sakamoto falou em um “Grand Slam” de mentiras envolvendo o Banco Master, a tentativa de golpe, o tarifaço e o meio ambiente.
O principal ponto foi o caso do Banco Master e os R$ 61 milhões destinados ao filme Dark Horse. Flávio classificou o dinheiro como investimento privado e afirmou não ter responsabilidade pelos contratos. Mas Sakamoto questionou como um político poderia obter R$ 61 milhões dentro de uma negociação que chegou a R$ 134 milhões sem apresentar projetos concretos ao financiador.