O ministro André Mendonça, relator dos casos Master e INSS no STF, se tornou o centro de uma crise institucional ao tentar recusar a quebra do sigilo integral dos dados do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, alegando que isso “tumultuaria o julgamento” – Ele se refere à apreciação pelo STF das denúncias contra o colega Alexandre de Moraes.
A exitação de Mendonça ocorre em meio às investigações sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, que recebeu R$ 69 milhões – dos R$ 134 milhões pleiteados – do Banco Master, à pedido de Flávio Bolsonaro.
A delação de “Mineiro” confirmou as transferências, e a PF aponta tratativas diretas entre Flávio e Vorcaro. Além disso, a empresa de Flávio, Bravo Grafeno, compartilha endereço e contabilidade com empresas do “Careca do INSS”, pivô de um esquema que lesou 4,3 milhões de aposentados.
O presidente do STF, Edson Fachin, afastou Mendonça da relatoria da investigação contra Moraes, e paralisou os processos. Lula reagiu: “Quem tem escritório com o Careca é o Flávio Bolsonaro” .
A crise expõe a seletividade na condução de investigações que afetam diretamente o cenário eleitoral de 2026.
Categoria: Racismo e Intolerância
A economia de Lula a 21 dias da eleição — Números Robustos e Indecisão do Eleitor
Esta edição do Rapidinha analisou o desempenho da economia brasileira a 21 dias das eleições de 2026, com foco nos indicadores favoráveis ao governo Lula: a menor inflação acumulada pré-eleitoral desde o Plano Real (17,9%), a deflação de agosto e a expectativa de novo corte da Selic, o desemprego em 5,3% (menor da série histórica) e a projeção de superávit comercial recorde de quase US$ 100 bilhões.
Pezeshkian, os Emirados e a Verdade que Washington Não Quer que Você Ouça
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian concedeu uma entrevista à India Today em 12 de setembro de 2026, à margem da cúpula do BRICS em Nova Délhi, na qual falou sobre quem o Irã considera como seus aliados naturais — os países do Golfo, incluindo os Emirados Árabes Unidos — do que considera seu verdadeiro adversário: as bases militares americanas instaladas em solo emiradense. “Não temos problemas com os Emirados”, disse. “Temos um problema com as bases americanas nesses países, de onde atacam nosso país.” Pezeshkian descreveu os emiradenses como “irmãos” e acusou Washington de usar as bases para atacar o Irã, vender armas para fomentar divisões e explorar o petróleo regional. O encontro com o príncipe herdeiro Khaled bin Mohamed bin Zayed, o primeiro desde o início do conflito em fevereiro de 2026, sinaliza uma possível reaproximação entre Teerã e Abu Dhabi, facilitada pelo foro do BRICS. A Declaração de Nova Délhi, adotada por unanimidade, pede máxima contenção no Oriente Médio, e serve como contenção institucional para que as divergências não fraturem o bloco. Pezeshkian também defendeu o Novo Banco de Desenvolvimento como instrumento de desdolarização e de resistência ao unilateralismo americano.
André Mendonça – o “Terrivelmente Evangélico”: A Transparência Seletiva e o Sigilo que Interessa a Quem?
O ministro Edson Fachin, presidente do STF, determinou que André Mendonça, relator dos casos Master e Dark Horse, quebre o sigilo de todos os documentos ligados à Petição 15.556 e à Operação Compliance Zero em 24 horas. A decisão atende à pedido da PGR, que apontou que Mendonça havia liberado apenas parte dos procedimentos (já de conhecimento de todos), mantendo sob sigilo “grande parte” das investigações correlatas — incluindo o inquérito do Dark Horse, que envolve o financiamento do filme sobre Jair Bolsonaro.
Alexandre de Moraes acusou Mendonça de ter feito uma “escolha seletiva”, liberando apenas o que lhe era conveniente.
Gilmar Mendes pediu que Fachin assuma a relatoria dos casos e adie a sessão de 15 de setembro.
Mendonça também negou ao ministro Cristiano Zanin o acesso integral aos dados do celular de Daniel Vorcaro, alegando risco à investigação.
O caso expõe a crise de credibilidade do STF e a disputa em torno do que o público pode ver ou não, pela resistência do atual relator, que deve ser substituído à bem da transparência da atuação do STF.
André Mendonça – O “Terrivelmente Evangélico”: Fachin Pede Tudo. Mendonça Entrega o quê Sobre o Escândalo Master e Dark Horse?
A crise do Banco Master ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira.
Edson Fachin havia inicialmente solicitado a André Mendonça o compartilhamento e a retirada do sigilo dos procedimentos relacionados à Petição 15.556 e à Operação Compliance Zero. Mendonça liberou parte do material.
O problema é que a abertura não teria abrangido todo o universo da investigação.
A Procuradoria-Geral da República apontou que permanecia de fora “grande parte” dos procedimentos relacionados à investigação mais ampla do caso Master. Alexandre de Moraes também havia questionado a existência de uma abertura seletiva dos documentos.
Diante disso, Fachin acolheu o pedido da PGR e estabeleceu prazo de 24 horas para que Mendonça encaminhe aos demais ministros todos os procedimentos relacionados ao caso, levantando o sigilo, com exceção apenas de diligências cuja divulgação possa prejudicar as investigações.
André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico: Os Supostos Vícios da Atuação do Ministro Podem Levar à Anulação de Todos os Processos dos Casos INSS e Master
Este artigo da série “André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico” detalha como a “atuação anômala” do ministro, apontada pela Polícia Federal, abriu caminho para uma enxurrada de pedidos de anulação e suspeição nos casos do INSS e do Banco Master. As revelações da jornalista Daniela Lima, do UOL, indicam que o ministro pode ter participado ativamente de negociações de delação premiada e que o afastamento do diretor-geral da PF pode ter sido um embaraço à Operação Dark Horse. A crise institucional no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin estudando retirar os casos das mãos de Mendonça. O custo final pode ser o naufrágio de duas das maiores investigações de corrupção do país.
André Mendonça – o Terrivelmente Evangélico: O Afastamento do Chefe da PF como Embaraço à Operação Dark Horse
Este artigo da série “André Mendonça – o Terrivelmente Evangélico” analisa, com base nas revelações da jornalista Daniela Lima, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, como um embaraço calculado à Operação Dark Horse. O texto expõe a guerra interna no STF, a falsa equivalência das decisões de Fachin, a estratégia de Flávio Dino e o timing suspeito que liga o ministro André Mendonça à proteção de aliados e ao ataque a adversários. Uma leitura crítica e direta sobre os bastidores do poder.
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