O jornalista Patrick Henningsen, em entrevista a Glenn Diesen, analisa como a guerra contra o Irã expôs a fragilidade americana. Os EUA perderam mais aeronaves em três meses do que em duas guerras do Iraque e na Guerra do Golfo, somadas. As reservas de mísseis de defesa aérea estão esgotadas. O bloqueio naval é uma piada. Os EUA não têm estoque de munição para continuar a guerra, mas também não podem admitir a derrota. A única saída é um “congelamento” temporário — enquanto o Irã dita os termos. Henningsen argumenta que os EUA perderam seu “poder normativo”: a capacidade de ditar as regras do jogo internacional. O Irã, ao contrário, emerge como uma potência moral e geoestratégica, líder do mundo islâmico e ancorada no movimento para o Leste (China, Rússia). 2026 é o ano da pior derrota geoestratégica dos EUA.
Categoria: Direitos humanos e cidadania
59 ANOS DEPOIS: Deputado Thomas Massie Expõe no Congresso o Ataque Deliberado de Israel ao USS Liberty — “Foi Assassinato Intencional”
O deputado republicano Thomas Massie (Kentucky) revelou, em discurso no Congresso, que o ataque de Israel ao navio de inteligência americano USS Liberty, em 8 de junho de 1967, foi “assassinato intencional”. O ataque durou mais de uma hora, matou 34 americanos e feriu 174. Israel usou caças Mirage, napalm, torpedos e metralhou os botes salva-vidas e os bombeiros. A taxa de baixas foi de mais de 70%. E o governo Johnson encobriu o crime. O discurso de Massie se conecta ao artigo anterior do PolitikBr sobre Kiriakou: Kennedy tentou regular o lobby sionista e foi assassinado. Johnson, com medo, não fez nada. E o USS Liberty pagou o preço. Massie, em seu discurso, pediu justiça para os sobreviventes — e uma investigação real. A pergunta que fica: quem controla a política externa americana?
RICHARD WOLFF: “O Petrodólar Está Morto…Trump Vive em Negação.”
O economista da Universidade do Massachusetts analisa a crise terminal do dólar como moeda de reserva única, o colapso do sistema de petrodólar (a Arábia Saudita não renovou o acordo com os EUA), e a ascensão do mundo multipolar. Enquanto Trump ameaça e se contradiz, o BRICS+ já construiu a arquitetura financeira substituta: o BRICS Pay e a unidade de conta UNIT, lastreada em 40% ouro. O Brasil, que emite seus primeiros títulos em yuan e investe em dissuasão militar, parece ter entendido o que Washington se recusa a aceitar.
O Louco e o Traidor: Como a Aliança Mais Tóxica do Oriente Médio Está Explodindo na Sua Cara
“O LOUCO E O TRAIDOR: A ÚLTIMA BRIGA ENTRE TRUMP E NETANYAHU” – “Como a aliança mais tóxica do Oriente Médio está explodindo na sua […]
Lula e a Ambição da Classe Média e do Remediado, que Alimenta a Extrema-Direita
O artigo analisa a estagnação da popularidade de Lula (29% de ótimo/bom segundo o Datafolha, com reprovação a 51%) a cinco meses das eleições de 2026. A tese central é que o governo errou ao focar sua comunicação exclusivamente na pobreza extrema, ignorando a “classe média baixa” (remediada), que emergiu nos governos anteriores petistas e hoje ambiciona o consumo e a ascensão social. Essa fatia da população, que se sente órfã de atenção e onerada pelos impostos que bancam as políticas sociais, está migrando para a extrema-direita. O artigo alerta ainda para o perigo de um outsider — como o atual governador do Rio de Janeiro, que faz uma “faxina” no estado — surgir de última hora e capitalizar essa insatisfação, roubando votos do centro e inviabilizando a reeleição de Lula.
Coronel Douglas Macgregor: A Guerra Contra o Irã à Serviço de Israel – A Vergonhosa Submissão de Trump
Neste artigo, o Coronel Douglas Macgregor, antigo conselheiro do Pentágono, fala sobre a guerra não declarada contra o Irã. Macgregor denuncia que o conflito não foi autorizado pelo Congresso nem pelo povo americano, e serve exclusivamente aos interesses expansionistas de Israel, e destruindo a economia doméstica dos EUA. As consequências para o cidadão comum são brutais: inflação descontrolada, perda do poder de compra, gasolina e alimentos a preços proibitivos. Macgregor descreve como “cada família americana paga um imposto de guerra na bomba de gasolina e no supermercado”. O artigo também revela que a “ameaça iraniana” foi uma mentira fabricada por Israel (confirmada pelo ex-analista da CIA John Kiriakou), e que Trump se submeteu ao lobby sionista (AIPAC) e ao comprometimento do arquivo Epstein.
Dr. John Gartner: “Um Demente Enlouquecido na Casa Branca”
Neste artigo, compilamos as evidências públicas e os alertas de especialistas como o psicólogo John Gartner (ex-Johns Hopkins) sobre o preocupante estado mental de Donald Trump. Gartner aponta que Trump combina um transtorno de personalidade maligna (narcisismo, paranoia, psicopatia e sadismo) com sintomas claros de demência frontotemporal — perda de filtro social, lapsos de memória, confabulações, impulsividade e dificuldades de fala. O cenário se torna apocalíptico porque Trump comanda o arsenal nuclear dos EUA, cercado por um gabinete de aduladores (como Pete Hegseth) que não o contêm, ao contrário de seu primeiro mandato, quando generais sensatos agiam como freios. O ex-analista da CIA Larry Johnson revelou que Trump já cogitou usar armas nucleares táticas contra o Irã, sendo impedido pelos generais na época. Agora, sem freios, e com sua megalomania delirante (comparando-se a Jesus, Alexandre e Napoleão), Gartner prevê: “Trump matará mais pessoas do que Hitler”.
Larry Johnson: “A Rússia Está Pronta para Tomar Kiev”
Este artigo analisa as declarações de Larry Johnson (ex-CIA) e Scott Ritter (ex-inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA) sobre o iminente avanço russo sobre Kiev. Johnson afirma que “a Rússia está pronta para tomar Kiev”, enquanto Ritter prevê o “apagamento do centro de Kiev” e o fechamento do corredor báltico — com a possibilidade real de um ataque russo a um país da OTAN (Estônia ou Letônia). Ambos os analistas concordam que a OTAN está militarmente exaurida, sem munição, sem indústria bélica e sem capacidade de resposta. O artigo conecta a iminente ofensiva sobre Kiev com o planejado ataque ucraniano ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (com apoio britânico), que serviria como faísca para a escalada final. A conclusão é que a Ucrânia está “morta como nação” e que a única saída racional seria a rendição incondicional — algo que a propaganda ocidental se recusa a admitir.
Scott Ritter: ” A Ucrânia Está Morta”
Este artigo documenta como o analista militar Scott Ritter previu, com antecedência, o ataque russo massivo que causou caos em Kiev, destruindo centros de decisão governamentais. Ritter afirmou que a Rússia “apagaria o centro de Kiev” como resposta ao ataque terrorista ucraniano a Starobelsk (21 jovens mortos em um abrigo) e como um aviso à OTAN. Ele também revelou números estarrecedores do colapso demográfico ucraniano: 2 milhões de mortos e 5 milhões de feridos, concluindo que “a Ucrânia está morta como nação”. O artigo contrasta a precisão de Ritter com a análise iludida de generais ocidentais como David Petraeus e com a incapacidade da OTAN de antever a escalada, mostrando que a aliança está refém de sua própria propaganda. Ritter também previu o próximo passo: o fechamento do corredor báltico e possíveis ataques russos a países da OTAN (Estônia, Letônia) se os ataques ucranianos a partir dali continuarem.
A Escada Para o Abismo Nuclear
O artigo analisa a sequência entre o ataque em Starobelsk, atribuído por Moscou à Ucrânia, a resposta russa contra Kiev e a escalada envolvendo drones, mísseis de longo alcance, infraestrutura energética russa e o corredor báltico. A tese central é que a guerra deixou de ser apenas ucraniana e passou a envolver, de forma cada vez mais explícita, a OTAN, seus sistemas de inteligência, suas armas e seus territórios de fronteira.
O texto critica a mídia ocidental por narrar os ataques russos contra Kiev como eventos isolados, sem contextualizar os ataques ucranianos contra instalações russas, o episódio de Starobelsk e a campanha de drones em profundidade contra infraestrutura energética e industrial da Rússia. A análise também destaca que fontes ocidentais reconhecem a ampliação da campanha ucraniana de ataques profundos e as incursões de drones no espaço báltico.