A Contradição de um Governo que Não Conquista o Coração de Quem Sonha Consumir
Internacional, Geopolítica, Economia
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Por PolitikBr I Brasília, Em 04/06/2026, 20h:05min, leitura: 17min
Editor: Rocha, J.C.

Essa é uma análise documental. Para visualizar “o todo” recomendamos a leitura dos demais artigos, que se somam ao tema de hoje. Boa leitura.
Há uma frase antiga, repetida nos corredores do poder e nas mesas de boteco, que resume a alma do brasileiro: “O pobre não quer ser pobre, quer ser rico.” É cruel? Talvez. É simplista? Sem dúvida. Mas, como toda boa simplificação, ela carrega um fundo de verdade incômoda.
A constatação é amarga para quem, como eu, transita pelos grupos de WhatsApp da política progressista e observa, estarrecido, o fenômeno que se repete. A popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de todos os esforços, de todas as viagens internacionais, de todas as medidas econômicas exitosas que, tecnicamente, beneficiam a ponta mais frágil da pirâmide social, teima em não ultrapassar a barreira dos 50%.

Os números recentes, colhidos em levantamentos sérios da imprensa, são o retrato da alma dividida deste país.
Os Números da Insatisfação: Um Governo Estagnado
Não adianta fechar os olhos para a matemática eleitoral. Os dados mais recentes do Datafolha, colhidos entre os dias 7 e 9 de abril de 2026 e publicados pela CartaCapital mostram que a avaliação negativa do governo Lula permaneceu estável em 40% , enquanto a avaliação positiva caiu de 32% para 29% . Ou seja, há mais brasileiros achando o governo ruim ou péssimo do que aqueles que o consideram ótimo ou bom.
O fenômeno fica ainda mais gritante quando analisamos a aprovação pessoal do presidente. A reprovação a Lula subiu de 49% para 51% , enquanto a aprovação caiu de 47% para 45% . Pela primeira vez neste mandato, o presidente ultrapassou a linha d’água da desaprovação majoritária.
E por que isso ocorre? O Datafolha é generoso ao dar uma pista essencial: a rejeição é mais expressiva entre os mais instruídos (49%), os sulistas (49%) e, atenção, quem recebe mais de dez salários mínimos (58%) .
Ou seja, a fatia da população que tem acesso à informação, que possui um padrão de vida estabelecido — a chamada classe média — está virando as costas para o governo.
Pesquisas do Ipespe/Ipec, que circularam no final de 2025, mostravam Lula com 38% contra 19% de Flávio Bolsonaro em cenários de primeiro turno, mas com um dado alarmante: 44% de rejeição à Lula, contra 35% de rejeição ao filho do presidente condenado, e preso por tentativa de golpe de Estado.

Entretanto, diante dos desdobramentos políticos e dos escândalos de corrupção envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, como o explosivo Caso do Banco Master, os institutos apontaram flutuações e inversões a partir do início de 2026. A pesquisa Datafolha de maio mostrou Flávio Bolsonaro com 46% de rejeição e Lula com 45%. Já o levantamento da RealTime Big Data mostrou ambos empatados na liderança da rejeição com 48%. Outras sondagens, como a Meio/Ideia, mantiveram Lula à frente no quesito, registrando 46,7% contra 39,8% do senador.
Apesar do exitoso governo e do resgate do Brasil, diante do desastre nacional que foi a governança de Jair Bolsonaro, Lula mantém uma forte rejeição. Uma rejeição cristalizada. O deputado Otoni de Paula chegou recentemente a afirmar que o eleitorado de Flávio não se importa com escândalos de corrupção. Para esse eleitorado mais radical e extremista, o ponto central é o ódio à Lula e ao PT. As razões desse ódio, pouco importam nessa análise. Mas isso é fato. E, dessa forma, Lula registra índices de rejeição similares e até piores que o de Flávio Bolsonaro, ao longo do tempo.

A Distopia das Classes Média e dos Remediados
A verdade que dói, e que raramente é dita nos palanques progressistas, foi travada em uma discussão em um grupo de WhatsApp:
“É o que sempre ocorreu nos governos de esquerda. O processo distributivo de renda e as políticas de apoio social sempre foram pagos pela classe média, por nós. Que empobrecemos. O capital e os ricos sempre foram e serão poupados. Simples assim. É enganação pura. Por isso a classe média não apoia Lula.”
Aqui nós podemos falar do esforço da atual governança do PT em relação à classe média e os remediados. As Principais Ações do Governo Lula foram (2023-2026):
1. Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5000,00
Esta é, de longe, a medida mais significativa para a classe média e a dos remediados. Sancionada em novembro de 2025, a lei entrou em vigor em janeiro de 2026 .
A medida beneficiou cerca de 16 milhões de brasileiros e tem um custo fiscal anual de R$ 25,8 bilhões. A compensação para a manutenção do equilíbrio fiscal veio da taxação em 10% de dividendos e ganhos de capital, para quem aufere lucros acima de R$ 600 mil/ano, isto é, equivalente a R$ 50 mil por mês.
Ato falho na comunicação: A cerimônia de sanção, em novembro de 2025, teve as ausências dos presidentes da Câmara (Hugo Motta) e do Senado (Davi Alcolumbre) — um sinal da má relação do governo com o Legislativo. E, pior: a medida foi tratada pela imprensa e pelo próprio governo quase como uma “concessão” ou “promessa de campanha”, não como uma política estruturante para a classe média e para os remediados. Cadê o marketing disso?
2. Fim da Escala 6×1
Esta é uma medida que beneficia todas as classes trabalhadoras — atinge a classe média e os remediados de forma direta, pois são os profissionais assalariados que mais sofrem com a escala exaustiva.
Status atual (junho/2026): O projeto foi entregue pelo governo à Câmara em abril de 2026, com regime de urgência constitucional (45 dias para votação). Lula tem defendido publicamente a redução “de uma vez” de 44 para 40 horas, sem cortes salariais.
A redução da jornada de trabalho só não beneficia os patrões, os donos do capital. E por isso mesmo a resistência é enorme.
O governo talvez possa capitalizar isso, publicitando mais intensamente. Algo como: “o governo está ao lado de você trabalhador. Quem tem um pequeno negócio. Mas o congresso tem que fazer a sua parte e aprovar a lei. Cobre isso do deputado e do senador que você ajudou a eleger”
3. Programa Desenrola (renegociação de dívidas)
O governo relançou o programa Desenrola em maio de 2026, poucos meses antes das eleições, com um foco explícito na classe média e nos remediados. Uma boa medida. O limite de renda subiu de 2 salários mínimos para 5 salários mínimos (cerca de R$ 8.105)
A primeira versão do Desenrola (2023) beneficiou 15 milhões de brasileiros. A nova espera atender até 20 milhões .
Em reportagem, o Miami Herald (04/05/2026) opinou que o programa foi relançado como parte da estratégia de reeleição de Lula, em busca do apoio do eleitor de classe média: “ahead of President Luiz Inacio Lula da Silva’s re-election bid” e que Lula “has stepped up efforts to court middle-income voters”. Ou seja, admitindo que a leitura do Jornal é correta: o governo sabe que errou ao ignorar a classe média e agora corre atrás do prejuízo. A pergunta é: não é tarde demais?
Vejam o que o Miami Herald publicou:
“O Brasil relançou na segunda-feira um programa de alívio de dívidas ao consumidor introduzido pela primeira vez em 2023, com o objetivo de reduzir os juros e aumentar a renda disponível antes da candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro.”
Sobre a isenção ao IRPF até R$ 5 mil, ele ainda escreveu:
“O esquerdista Lula intensificou os esforços para cortejar os eleitores de renda média, incluindo a isenção de imposto de renda para aqueles que ganham até 5.000 reais por mês e a redução das alíquotas para ganhadores de até 7.350 reais, enquanto busca aliviar a pressão sobre os orçamentos domésticos antes da corrida presidencial.”
4. Ampliação do Minha Casa, Minha Vida para a classe média
Embora o programa seja historicamente associado às faixas de renda mais baixas, o governo Lula ampliou o teto de renda para acesso às linhas de crédito com juros subsidiados, atingindo famílias que ganham até R$ 8.000 mensais .
Isso permite que os remediados — aquela faixa que não é pobre o suficiente para os programas sociais, mas não é rica o suficiente para comprar um imóvel no mercado sem subsídio — tenha acesso à casa própria com juros menores.
5. Saque do FGTS para demitidos sem acesso aos valores
Uma medida de menor impacto, mas que também beneficia trabalhadores formais (maioria da classe média baixa): a liberação de saques do FGTS para quem foi demitido mas não conseguiu acessar os recursos .
O Problema Central: A Comunicação (ou a Falta Dela)
Aqui volto ao ponto que levantei, e que os dados parecem confirmar
O governo Lula tem feito esforços para beneficiar a classe média e os remediados. O problema parece ser que a comunicação do governo insiste em focar na pobreza extrema — como se o brasileiro que saiu da miséria nos governos Lula 1 e 2 tivesse permanecido lá, congelado no tempo.
O grosso das medidas de Lula começou a sair do papel no segundo semestre de 2025, mas a eficácia prática para a classe média e os remediados só veio em 2026 — justamente o ano eleitoral.
Então, se admitirmos que essa premissa é verdadeira: “Quem faz política nas redes é a classe média ou os que se acham de classe média e os endinheirados. São esses influenciadores que realmente importam em publicitação“, o governo percebeu, pelo menos de 2025 para cá, que algo teria que ser mudado.
O descolamento entre o que o governo faz (isenção de IR, fim da 6×1, Desenrola) e o que o governo comunica (“nós cuidamos dos pobres”) parece ser o fosso que a extrema-direita aproveita, de forma fraudulenta ou não. Afinal, a extrema direita não tem e nunca teve um “Projeto de País“. O único propósito da extrema direita é combater o governo. Inviabilizar o governo. O governo sim, tem um claro “Projeto de País”.
Portanto, não se trata de negar a importância do Bolsa Família, do FIES, do Minha Casa, Minha Vida, do ganho real do salário mínimo, da redução da jornada de trabalho, da isenção do IRPF, etc. Essas são políticas estruturantes, humanitárias e necessárias para a busca, mínima, do equilíbrio social.
Vejamos:
Durante os governos do PT (2003 a 2016), cerca de 36 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza e mais de 30 milhões deixaram a linha de pobreza geral no Brasil, segundo dados consolidados pelo Instituto Lula e pela Fundação Perseu Abramo.
Se nos primeiros governos do Lula, esses 36 milhões de brasileiros foram tirados da miséria e mergulharam na sociedade de consumo, mesmo que de forma limitada, talvez no atual governo Lula, fosse/seja estratégico não focar tanto em “publicitar” o combate à “pobreza”, ao “excluído“, mas sim focar na ambição natural do ser humano, que ascendeu um pouco na pirâmide social; que quer se manter e ascender na sociedade de consumo. E se essa perspectiva de que o governo está lutando, trabalhando para proporcionar isso, isto é, atender à expectativa de ascensão social, tanto a classe média quanto os remediados retornariam para Lula. Abstraindo nessa visão os radicalmente contra Lula. Para esses nada que se faça estará bom.

A ambição não é um pecado. O desejo de ascensão social não é um defeito de caráter. É o motor do capitalismo. O pobre não quer ser pobre para sempre.
O Pastor e deputado Otoni de Paula disse em um podcast: “em qualquer comunidade tem um bar e uma igreja evangélica”. Sobre as igrejas evangélicas, pelo menos em Niterói, isso é verdade. Basta fazer um mapeamento mínimo, que você verá esse fenômeno. E isso ocorre, obviamente, porque deve ser mais simples aos pastores pregarem a busca da prosperidade ao fiel, que deposita o seu dizimo no gazofilácio. Isso nada mais é do que uma estratégia, exitosa, de “pregação” da Teologia da Prosperidade que, no frigir do ovos, é o estímulo à ambição. Para esses, não importa que isso viole os ensinamentos de Cristo ou não.
Embora o governo faça esforços, por exemplo, isentando os que ganham até R$ 5 mil/mês de pagar o IRPF, e todas as demais medidas até aqui tomadas, essa percepção de um certo abandono de que se ressente a classe média e os remediados, parece não mudar. E é disso que a extrema-direita se aproveita. A falácia da Politica de Mérito é uma dessas formas de manipulação: a promessa de que “ficar rico” é uma questão de vontade. Só de esforço. Adivinhe qual discurso vence na cabeça de quem está saindo da pobreza?
A Linguagem Defasada
Outro ponto que se levanta é a questão da linguagem:
“Alguém lembra quando eu falei que o discurso do Lula não renovado nesse – ótimo – mandato iria lhe cobrar um preço? Tá aí… Para mim o erro básico foi focar – como sempre – ‘nos mais pobres, mais humildes’, deixando a pseudo classe média ‘órfã de atenção’, justo a classe que faz a opinião dos mais pobres e humildes.”
A comunicação do governo parece não ser eficiente para transmitir o que o governo faz. Ou seja: não funciona, pelo menos na perspectiva da classe média, em especial.
Lula é mestre na arte de falar com o trabalhador do chão de fábrica, com o agricultor familiar, com a dona de casa do Nordeste. Mas e o engenheiro de software que mora em São Paulo? E a professora universitária de Curitiba? E o dentista de Belo Horizonte? Eles também querem ouvir Lula – não falar para eles, talvez seja o ponto falho – dizer que algo bom virá. E embora algumas coisas realmente boas tenham vindo para eles, eles não se mostram satisfeitos com isso.
O Efeito Felipe Neto e o Voto Útil sem Entusiasmo
Não é coincidência que influenciadores progressistas de peso, como Felipe Neto, estejam emitindo sinais de fadiga. O influenciador fez críticas públicas pontuais severas a decisões do governo Lula, como na desidratação de ministérios ambientais e nas falhas de comunicação da equipe econômica. No entanto, ele reforçou reiteradas vezes que essas críticas não significam um rompimento definitivo ou uma oposição cega, mas sim o exercício de sua posição como cidadão cobrando promessas de campanha.
Este é o termômetro mais preciso da atualidade. Se a nata da intelligentsia digital progressista que vota em Lula, agora passa a encarar isso como um xarope amargo, o que dizer do eleitor comum de classe média, ou o remediado?
José Dirceu, um dos expoentes do petismo, soltou uma bomba há alguns meses ao dizer, em entrevista, que o governo Lula era de centro-direita. Depois, com a pressão das bases, recuou. Mas a verdade estava dita. O governo não agrada à esquerda porque é refém do Centrão e do mercado financeiro. E não agrada à direita e ao centro, porque insiste em uma narrativa de pobreza e exclusão, que não os contempla.
Resultado: uma popularidade sofrível, apesar do esforço pessoal hercúleo do presidente.
O Custo Político de Ignorar a Formação de Opinião
Há um detalhe estrutural que o progressismo insiste em ignorar. Quem faz política nas redes sociais não é o catador de papel. Não é o porteiro. Não é o auxiliar de serviços gerais.
“Você vê porteiro youtuber fazendo política? Ou um faxineiro? Ou entregador de pizza? Eu não vejo. Quem faz política nas redes é a classe média ou os que se acham de classe média e os endinheirados. São esses influenciadores que realmente importam em publicitação.”
Enquanto o governo Lula não trouxer de volta a classe média e os remediados, em especial, a formação da opinião pública estará fatalmente entregue à extrema-direita. O algoritmo não tem viés político, mas o conteúdo que viraliza tem. E o conteúdo que viraliza hoje é o que mostra a classe média reclamando da inflação, do custo de vida, da violência e da sensação de que o governo não se importa com os seus problemas.
O Perigo à Esquerda: O Outsider do Rio de Janeiro
E aqui chegamos ao ponto mais delicado e urgente desta análise, especialmente porque as eleições de 2026 estão a apenas cinco meses de acontecer.
O cenário eleitoral é fluido. Até recentemente, se acreditava que a disputa seria um racha binário: Lula versus um candidato apoiado por Jair Bolsonaro. O nome da vez era Flávio Bolsonaro, o senador do Rio. As pesquisas mostravam um empate técnico ou uma leve vantagem para Lula, que se beneficiava do desgaste natural do clã Bolsonaro.
No entanto, a implosão da candidatura Flávio — devido ao escândalo do Banco Master, às suas conexões milicianas expostas por Bob Fernandes, e à sabotagem contra o Brasil em território americano — tirou o filho 01 do tabuleiro. Lula, sagaz, capitalizou isso, atribuindo à Flávio a culpa pelas novas tarifas de Trump e pelo aumento da tensão externa. O agregador do Jota mostrou que o favoritismo de Lula atingiu um pico de 87% de probabilidade de Lula sair vencedor em 2026.

Aqui mora o perigo. A história política brasileira nos ensina que não devemos nunca, em hipótese alguma, dar como certa a linearidade dos acontecimentos. Assim como Fernando Collor surgiu do nada em 1989, e Jair Bolsonaro em 2018, podemos ter um outsider competitivo neste pleito. E no imaginário nacional, uma “terceira via” para os “cansados de Lula e de Bolsonaro” seria, de fato, fator novo.
O magistrado Ricardo Couto de Castro, governador interino do estado do Rio de Janeiro, vem surpreendendo por romper com as velhas práticas políticas do Estado do Rio de Janeiro. Ele poderia se transformar em uma problema para Lula, se quisesse e pudesse se candidatar. Mas não pode.
Entretanto, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa pode ser o azarão que Lula não deve Ignorar.
A força de Barbosa está em sua biografia e em um feito concreto: condenar petistas históricos (José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares, entre outros) por corrupção ativa, peculato e formação de quadrilha. Para o eleitor da classe média que se lembra do Mensalão, Barbosa não é “um político a mais” — é o símbolo da Justiça contra a impunidade.
Como bem lembrou Aécio Neves ao se encontrar com Barbosa: “O ministro tem um recall importante entre parte da população por sua atuação, na época do mensalão, quando foi presidente do STF” .
Nota ao leitor: Este artigo buscou compilar, numa análise única e aprofundada, os elementos factuais e contextuais que cercam a estagnação da popularidade do governo Lula e os riscos eleitorais, com ênfase na relação entre o abandono do discurso de ascensão da classe média e o fortalecimento da extrema-direita. As fontes utilizadas são públicas e estão devidamente listadas para sua verificação.
Esse artigo foi baseado em:
- Carta Capital: Pesquisa Datafolha (abril/2026)
- Pesquisa Ipespe/Ipec (dezembro/2025) – Campos24Horas e FanF1
- PolitikBr: “Os Outsiders da Política e o Jogo do Poder”
- Agregador do Jota – Eleições 2026
- PolitikBr: “Bob Fernandes: Se Flávio Bolsonaro fosse cidadão americano”
- PolitikBr: Artigo sobre o Escândalo Master
- https://www.cps.fgv.br/ibrecps/M3/M3_TextoFinal.pdf