Principais entregas deste artigo: Internacional, Nacional, Política, Economia PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As pessoas. […]
Tag: #trump
Pepe Escobar: A Falência do Bloqueio Econômico Americano ao Irã
A tentativa dos EUA de impor um bloqueio econômico total ao Irã está fadada ao fracasso, segundo análise de Pepe Escobar. Após a derrota militar estratégica, Washington recorreu ao cerco financeiro, mas esbarra em obstáculos intransponíveis. O Irã, uma encruzilhada geográfica na Eurásia, possui múltiplos corredores terrestres e marítimos (Paquistão, Cáspio, Ásia Central) que os americanos não podem bloquear. Além disso, aliados-chave como o Paquistão, a China e a Rússia se recusam a aderir às sanções unilaterais, mantendo o comércio e a cooperação com Teerã. O Irã já avisou que os países que se aliarem ao bloqueio serão considerados inimigos, e ameaçou retaliar ataques a seus alvos civis na proporção de “dez por um”. Apesar da tensão, há movimentos diplomáticos (Qatar, Omã, Paquistão) para reanimar um “memorando de entendimento em coma”, mas a posição iraniana é de força e desconfiança.
Pepe Escobar: O Pacto de Meca e a Espiral de Demência do Império
A escalada no Oriente Médio atingiu um novo patamar nesse final de agosto de 2026. O Pacto de Meca entre a Arábia Saudita, o Paquistão e a Turquia, uma aliança militar de defesa coletiva, busca reposicionar a segurança regional. Simultaneamente, os Houthis impuseram um bloqueio naval no Mar Vermelho, atacando petroleiros sauditas e invalidando a eficácia do pacto, em certa medida. Israel escalou a tensão ao bombardear uma base síria, que poderia ser usada pela Turquia, enquanto a administração Trump tentou, sem sucesso, subornar alguns dos generais do IRGC para dividir o Irã, revelando o seu completo desespero diante da derrota geoestratégica e militar que sofreu. A especulação sobre a adesão iraniana ao pacto de Meca – uma especulação – tem potencial para reconfigurar o xadrez geopolítico, apontando para o fim da presença americana na região, e o início de uma nova ordem de segurança regional. A ameaça iminente de um ataque nuclear dos EUA ao Irã, debatida abertamente, mostra a “espiral de demência” de um império em decadência.
“Quem é mais louco, Trump ou nós?”: O Diagnóstico de Jeffrey Sachs sobre a Psicose do Poder Americano
O economista Jeffrey Sachs “diagnosticou” o presidente Donald Trump como um indivíduo com “transtorno de personalidade antissocial”, o enquadrando nos conceitos de “tríade sombria” e “narcisista maligno” . Sachs argumenta que Trump sofre de impulsividade severa e possivelmente de demência frontotemporal, o tornando uma ameaça global, ao mesmo tempo em que denunciou a falência do sistema político americano, que permite que um homem tão debilitado tenha poder de ordenar guerras sem freios ou contrapesos. O economista também criticou duramente a grande imprensa, como o New York Times, por normalizar o comportamento de Trump e omitir a verdade, preferindo o espetáculo à responsabilidade. Para Sachs, Trump é tanto sintoma quanto causa de uma crise mais profunda, e a pergunta que fica é: “Quem é mais louco, Trump ou nós?”
Trump contra Carney: o Canadá finalmente diz não a Washington. E o Brasil?
Este artigo do PolitikBr comenta a decisão do Canadá de retaliar as tarifas de 50% impostas pelos EUA, sob a liderança firme de Mark Carney. O texto contrasta a postura canadense com a cautela do governo Lula no Brasil, que iniciou um processo de reciprocidade, mas ainda não agiu com a mesma ousadia. O artigo defende que o Brasil deveria seguir o exemplo canadense e retaliar abertamente, utilizando a sua Lei de Reciprocidade Econômica, e que a passividade só encoraja novas pressões dos EUA. A análise conclui que a atitude de Carney serve de modelo para todos os países que sofrem coerção econômica.
Trump afasta aliados — e a Coreia do Sul começa a caminhar com as próprias pernas
A análise mostra como a política errática de Donald Trump está pressionando aliados históricos dos Estados Unidos a reconsiderarem a sua dependência em relação à Washington. A decisão de reduzir os exercícios militares com a Coreia do Sul, motivada também pela recusa de Seul em participar da guerra contra o Irã, fortalece o argumento sul-coreano em favor da recuperação do controle operacional de suas forças armadas. `
Embora esse processo seja anterior Trump, a atual instabilidade da política americana pode acelerá-lo. O resultado paradoxal pode ser uma Coreia do Sul mais autônoma — e, por extensão, uma Ásia cada vez menos dependente da liderança militar americana.
Trump em Pânico: A Fuga no Caminhão de Catering que Virou Meme e Enterrou a Imagem de Poder dos EUA
Este artigo analisa a controversa fuga do presidente Donald Trump da cúpula da OTAN na Turquia, utilizando-se de um caminhão de catering para escapar de uma suposta ameaça iraniana, que se revelou um alarme falso com motivações geopolíticas. A partir da análise do ex-analista da CIA Larry Johnson, o texto aborda a humilhação pública de Trump, que abandonou a sua comitiva no Air Force One, expondo a sua equipe a um perigo que ele mesmo não quis correr. O episódio gerou uma enxurrada de memes e animações, especialmente na propaganda iraniana, que capitalizou a imagem de fraqueza e pânico do presidente americano. O artigo conclui que o incidente, além de ser um vexame pessoal, simboliza o desgaste militar e político dos EUA, e a perda de credibilidade de sua liderança global, no contexto de uma guerra desgastante contra o Irã.
Pepe Escobar: Já que Trump Perdeu e Não Conseguiu Controlar o Irã, Agora Ele Quer Destruir Tudo
Enquanto o mundo observa, a estratégia de Donald Trump para o Oriente Médio parece ter chegado a um beco sem saída. A ameaça recente de bombardear Omã, caso o país prossiga com um acordo com o Irã sobre o Estreito de Ormuz, soa menos como uma demonstração de força e mais como o desespero de quem vê suas opções se esgotarem .
A gota d’água para a nova fúria de Trump foi a notícia de que Omã e Irã estão avançando em negociações independentes para gerenciar o fluxo no Estreito de Ormuz. Para Trump, que já declarou o estreito como “território dos Estados Unidos”, a iniciativa é uma afronta. “Se Omã se intrometer, vamos bombardeá-los e destruí-los”, afirmou o presidente em entrevista à Fox News
Larry Johnson: O Estreito de Ormuz, a Crise Energética Global e os Limites dos EUA
O Estreito de Ormuz tornou-se o epicentro de uma crise energética global, com o Irã bloqueando a passagem e atacando petroleiros dos Emirados Árabes Unidos que tentam burlar o bloqueio. As reservas estratégicas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo em 40 anos, e o mundo enfrenta uma escassez de diesel e combustível de aviação. Militarmente, os EUA esgotaram seus estoques de mísseis e não conseguem produzi-los rapidamente devido à dependência da China por minérios de terras raras. Na Ucrânia, a Rússia avança em sete frentes, caminhando para a derrota completa do país. O império americano, que iniciou a guerra com promessas de vitória rápida, encontra-se agora militarmente superado, logisticamente estrangulado e politicamente isolado.
Flávio Bolsonaro – O Candidato de Trump é “Amassado” em Sabatina na Band TV
A sabatina de Flávio Bolsonaro no Canal Livre (Band News TV) foi um vexame exposto em rede nacional. O senador, candidato de Trump ao Brasil, repetiu a falácia das urnas eletrônicas (desmentida pelo TSE) para deslegitimar o processo eleitoral, foi pressionado sobre os R$ 61 milhões pedidos ao banqueiro Daniel Vorcaro (investigado por fraude) e defendeu o uso de um vídeo de IA com a imagem do pai – que, segundo a defesa, não autorizou a gravação. Flávio afirmou não ter investigações contra si, mas a realidade jurídica e factual mostra o contrário. A sua performance foi a de um candidato sem “substância”, que desvia, mente e se agarra à narrativas subservientes à Trump, Milei e Netanyahu, revelando a profunda crise de credibilidade de sua candidatura.