O artigo apresenta a visão de Jeffrey Sachs sobre a continuidade da mentalidade imperial britânica na política externa americana, relacionando-a às crises do Irã, da Ucrânia, do Oriente Médio, e à rivalidade entre os Estados Unidos e a China. O texto destaca o risco de uma escalada nuclear, a urgência da diplomacia e a possibilidade de uma ordem mundial baseada na cooperação e na prosperidade compartilhada.
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Zelensky e a Rendição Disfarçada da Ucrânia
Este artigo analisa o momento de exaustão da Ucrânia e do Ocidente diante da Rússia, com base em reportagens recentes. O texto aborda a declaração de Zelensky sobre o fim das hostilidades como sinal de rendição, a pressão dos EUA para encerrar o conflito até o inverno, a frustração de um plano terrorista ucraniano, a posição russa de não negociar sob pausa, e a admissão americana da “realidade no terreno”. O artigo conclui que o teatro político ocidental chegou ao fim, com a Rússia ditando os termos do desfecho.
O Su-57 e o Estrangulamento de Odessa
Rapidinha politikBr: A recente notícia da Sputnik Brasil, baseada em análise da revista estadunidense Military Watch Magazine, lança luz sobre uma nova fase desse conflito: o papel central do caça de quinta geração russo, o Su-57, nos ataques à infraestrutura de Odessa . Segundo a publicação, os ataques russos, incluindo o uso de mísseis de cruzeiro Kh-59 e drones, têm visado as instalações portuárias, de transporte e energia da cidade . A lógica é clara e brutal: estrangular a principal rota logística do Mar Negro para o envio de armas ocidentais à Ucrânia, pressionando simultaneamente a sua economia e a de seus aliados ocidentais.
Trump em Pânico: A Fuga no Caminhão de Catering que Virou Meme e Enterrou a Imagem de Poder dos EUA
Este artigo analisa a controversa fuga do presidente Donald Trump da cúpula da OTAN na Turquia, utilizando-se de um caminhão de catering para escapar de uma suposta ameaça iraniana, que se revelou um alarme falso com motivações geopolíticas. A partir da análise do ex-analista da CIA Larry Johnson, o texto aborda a humilhação pública de Trump, que abandonou a sua comitiva no Air Force One, expondo a sua equipe a um perigo que ele mesmo não quis correr. O episódio gerou uma enxurrada de memes e animações, especialmente na propaganda iraniana, que capitalizou a imagem de fraqueza e pânico do presidente americano. O artigo conclui que o incidente, além de ser um vexame pessoal, simboliza o desgaste militar e político dos EUA, e a perda de credibilidade de sua liderança global, no contexto de uma guerra desgastante contra o Irã.
As Impressões de Mearsheimer Sobre Esse Momento do Oriente Médio
John Mearsheimer, em entrevista ao Dialogue Works, traçou um cenário crítico do Oriente Médio. Para ele, a estratégia de Israel de enfraquecer todos os polos de poder regional mira, além do Irã, a Turquia — um risco existencial para a coesão da OTAN. Sobre a guerra com o Irã, o professor descarta uma vitória militar americana, mas também descarta mais uma guerra sem fim, apostando em uma saída negociada, forçada pela falta de recursos e pelo dano econômico infringido aos Estados Unidos. Mearsheimer vê o momento como “plástico”: as bases americanas no Golfo encolherão e a China, principal adversária dos EUA, emerge como a grande vencedora do conflito, ao drenar Washington de suas forças e munições destinadas à Ásia.
O Crepúsculo da Ordem Unipolar – A Geopolítica de Trump na Cúpula de Ancara e o Avanço Silencioso da China na Eurásia
A Cúpula da OTAN em Ancara revelou o estado fraturado da ordem ocidental. Trump priorizou sua amizade com Erdogan, anunciando o fim das sanções e a possível venda de caças F-35 à Turquia, irritando Israel e os aliados europeus. Enquanto isso, a guerra contra o Irã se intensificava, expondo o isolamento americano e a falta de apoio europeu para suas ações militares. Em contraste, a China avança metodicamente com investimentos e soft power na Eurásia, contrastando com a política externa errática e coercitiva de Washington. O evento evidenciou a transição para um mundo multipolar, onde a influência se constrói com planejamento de longo prazo, não com ameaças e personalismo.
O Circo das Promessas Vazias: A Farsa do Escudo Patriot e a Nova Ofensiva Contra o Irã
O Dr. Theodore Postol, do MIT, expõe a farsa do sistema Patriot em entrevista ao Coronel Daniel Davis. Com provas, ele demonstra que a taxa real de interceptação é de apenas 2 a 3%, muito distante dos 90% alegados pela indústria de defesa americana. Enquanto isso, o conflito entre EUA/Israel e Irã se intensifica em junho de 2026, com ataques à bases americanas e o risco de uma escalada regional. Postol alerta que a Europa estaria indefesa contra mísseis russos e critica o Congresso por não exigir dados reais dos contratantes, que “estão roubando do povo americano” e colocando a segurança nacional dos EUA em risco.
Larry Johnson: “A Rússia Está Pronta para Tomar Kiev”
Este artigo analisa as declarações de Larry Johnson (ex-CIA) e Scott Ritter (ex-inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA) sobre o iminente avanço russo sobre Kiev. Johnson afirma que “a Rússia está pronta para tomar Kiev”, enquanto Ritter prevê o “apagamento do centro de Kiev” e o fechamento do corredor báltico — com a possibilidade real de um ataque russo a um país da OTAN (Estônia ou Letônia). Ambos os analistas concordam que a OTAN está militarmente exaurida, sem munição, sem indústria bélica e sem capacidade de resposta. O artigo conecta a iminente ofensiva sobre Kiev com o planejado ataque ucraniano ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (com apoio britânico), que serviria como faísca para a escalada final. A conclusão é que a Ucrânia está “morta como nação” e que a única saída racional seria a rendição incondicional — algo que a propaganda ocidental se recusa a admitir.
Scott Ritter: ” A Ucrânia Está Morta”
Este artigo documenta como o analista militar Scott Ritter previu, com antecedência, o ataque russo massivo que causou caos em Kiev, destruindo centros de decisão governamentais. Ritter afirmou que a Rússia “apagaria o centro de Kiev” como resposta ao ataque terrorista ucraniano a Starobelsk (21 jovens mortos em um abrigo) e como um aviso à OTAN. Ele também revelou números estarrecedores do colapso demográfico ucraniano: 2 milhões de mortos e 5 milhões de feridos, concluindo que “a Ucrânia está morta como nação”. O artigo contrasta a precisão de Ritter com a análise iludida de generais ocidentais como David Petraeus e com a incapacidade da OTAN de antever a escalada, mostrando que a aliança está refém de sua própria propaganda. Ritter também previu o próximo passo: o fechamento do corredor báltico e possíveis ataques russos a países da OTAN (Estônia, Letônia) se os ataques ucranianos a partir dali continuarem.
A Escada Para o Abismo Nuclear
O artigo analisa a sequência entre o ataque em Starobelsk, atribuído por Moscou à Ucrânia, a resposta russa contra Kiev e a escalada envolvendo drones, mísseis de longo alcance, infraestrutura energética russa e o corredor báltico. A tese central é que a guerra deixou de ser apenas ucraniana e passou a envolver, de forma cada vez mais explícita, a OTAN, seus sistemas de inteligência, suas armas e seus territórios de fronteira.
O texto critica a mídia ocidental por narrar os ataques russos contra Kiev como eventos isolados, sem contextualizar os ataques ucranianos contra instalações russas, o episódio de Starobelsk e a campanha de drones em profundidade contra infraestrutura energética e industrial da Rússia. A análise também destaca que fontes ocidentais reconhecem a ampliação da campanha ucraniana de ataques profundos e as incursões de drones no espaço báltico.