Miguel Nicodelis: A China Saiu na Frente dos EUA na Próxima Revolução Tecnológica – A NEUROTEC SERÁ MAIOR QUE A IA

Enquanto o mundo se divide entre os que abraçam a inteligência artificial como o futuro e os que a veem como uma bolha prestes a estourar, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis — conhecido mundialmente como o “pai da interface cérebro-máquina” — faz uma aposta ousada: a Neurotec será maior do que a IA.
Mas o que é Neurotec? O termo, cunhado por Nicolelis, se refere ao campo da neurotecnologia — a aplicação de interfaces cérebro-máquina (BMIs) para restaurar funções motoras em pacientes com lesões medulares, Parkinson, epilepsia e outras condições neurológicas.

O Boi e o Biorreator: Quando a Carne de Verdade Enfrenta o Seu Próprio Clone

A maior empresa de carne do mundo, a JBS, inaugurou em abril de 2026 um centro de biotecnologia em Florianópolis para desenvolver “superproteínas” a partir de cultivo celular. O investimento de US$ 37 milhões é parte de uma aposta mais ampla de US$ 100 milhoes em carne cultivada.
Embora a ANVISA tenha publicado a RDC 839/2023, que cria o marco regulatório para novos alimentos, nenhuma carne cultivada está ainda aprovada para venda no Brasil.
O paralelo com a margarina é institucional, não químico: ambas as histórias seguem o mesmo padrão — substituto mais barato, narrativa científica, selo institucional e, décadas depois, a descoberta de que o prometido não se cumpriu. A diferença crucial é que a carne cultivada começa com células animais reais, mas sua produção em biorreator substitui a fisiologia do animal por uma formulação industrial.
O que está em jogo vai além da nutrição: o boi não se patenteia; a célula em biorreator, sim. A concentração da produção nas mãos de poucas empresas representa uma mudança estrutural no controle sobre um alimento básico da humanidade.

Dra. Tatiana diz que a Anvisa errou ao restringir a polilaminina, e chora por negar acesso a pacientes

O artigo aborda a polilaminina, fármaco experimental brasileiro que promete reverter paraplegia e tetraplegia recém-adquiridas, mas enfrenta severas críticas da comunidade científica. Foram extraídos os principais pontos da cobertura jornalística recente: a autorização para uso compassivo pela Anvisa, as críticas do neurocientista Miguel Nicolelis sobre a falta de estudos clínicos completos, a admissão de erros em artigos prévios pela pesquisadora Tatiana Sampaio, a rejeição do estudo por revistas científicas de peso, a revelação de sete mortes entre pacientes em uso compassivo, e a disputa de patentes entre UFRJ e Cristália.

O Brasil do Petróleo: Superávit Bilionário e a Promessa da Margem Equatorial

Rapidinha PolitikBr
O Brasil vive um momento histórico no setor de petróleo. Enquanto o mundo se debate com as convulsões geopolíticas que elevam os preços da commodity, o país colhe os frutos de uma aposta tecnológica feita há décadas. Não se trata apenas de um “bônus” passageiro, mas de uma consolidação estrutural que reposiciona o Brasil no xadrez energético global.
A marca de 4 bilhões de barris produzidos no campo de Tupi, a projeção de um superávit comercial próximo aos US$ 100 bilhões e a recente descoberta na Margem Equatorial, pintam um quadro de um país que, no meio da turbulência global, emerge como um player cada vez mais relevante no campo energético.
O recorde de Tupi é o símbolo máximo dessa jornada. Em 73 anos, a Petrobras nunca havia visto um ativo atingir esse volume, e a tecnologia desenvolvida para desafiar as águas ultraprofundas do pré-sal, transformou a estatal em referência mundial. O resultado prático está nas contas do país.

A Decadência dos EUA: Professor Desaba e Chora ao Ver que Alunos do Ensino Médio — Indo para a Faculdade — Não Sabem Ler e Nem Escrever

O vídeo de um professor americano desabafando e chorando em sala de aula viralizou. Não por uma tragédia pessoal, mas por uma tragédia nacional: os seus alunos, prestes a se formar e ir para a faculdade, são analfabetos funcionais.

Darius Williams, professor da Wheatley High School em Houston, Texas, gravou um desabafo durante o seu intervalo. Ele havia acabado de dar uma aula de três horas para alunos de 17 e 18 anos. A atividade era simples: ler dois parágrafos e preencher uma frase com quatro palavras. Ele deu o gabarito, completou a frase no modelo, anotaram juntos. Ainda assim, a maioria não conseguiu. Quatro palavras.

BrainNet: Como um “Vírus Mental” Pode Controlar Milhões de Cérebros

Há ideias que parecem ficção científica até percebermos que parte delas já está sendo demonstrada em laboratório.
Em uma nova entrevista, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis apresenta uma dessas ideias: a possibilidade de que cérebros humanos individuais, quando submetidos simultaneamente à determinadas informações, possam formar uma espécie de “supraestrutura cerebral” coletiva — uma Brainet.
E o conceito vai muito além da tecnologia.
Ele toca em uma questão incômoda: até que ponto aquilo que pensamos ser uma decisão individual é, na realidade, produto de uma informação compartilhada por milhões de cérebros ao mesmo tempo?

Miguel Nicodelis (neurocientista): China vs EUA – A Diferença da Ciência é Brutal

O neurocientista Miguel Nicodelis expõe o contraste brutal entre o tratamento da ciência na China e nos Estados Unidos. Enquanto o NIH americano corta 90% de seus financiamentos e 25 mil cientistas abandonam o sistema, a China trata a ciência como instrumento central de seu projeto de desenvolvimento, com cientistas tendo prestígio social e acesso direto ao mais alto nível de governo. O artigo também aborda a crise das universidades americanas e a revolta dos jovens contra a inteligência artificial, com o ex-CEO do Google sendo vaiado por 14 minutos numa formatura. O Brasil, por sua vez, permanece sem rumo, tratando a ciência como irrelevância. O texto complementa a análise anterior do PolitikBr sobre a ascensão chinesa.

Encarando a Realidade: A China e o Desmoronamento da Miragem Ocidental

A narrativa de excepcionalismo americano colide com a realidade de uma China que, em 2025, já era a maior economia do mundo em Paridade de Poder de Compra (PPC), líder em inovação tecnológica (patentes de IA, robótica e energia verde), e detentora de uma infraestrutura que torna obsoleta a dos EUA.

Analistas como Martin Jacques destacam a superioridade da governança tecnocrática chinesa (engenheiros no poder), contra o modelo ocidental dominado por advogados e políticos sem experiência executiva. A experiência de expatriados americanos, como Bradley Cray, revela a cruel realidade: na China, a classe média pode pagar por saúde, educação, transporte e alimentação de qualidade a uma fração do custo americano, e viver sem o medo de tiroteios em escolas.

Enquanto os EUA se afogam em dívidas, infraestrutura em ruínas, e uma elite política comprometida com interesses corporativos, Pequim executa planos decenais para dominar as cadeias globais de suprimentos. A China já não é apenas a “fábrica do mundo”, mas o seu principal centro de inovação, e o parceiro comercial indispensável para o Sul Global. A quase inevitável dominância global da China não parece caminhar para uma do cópia do passado colonial e neocolonial ocidental, mas um novo modelo de ganha-ganha. O sonho americano não se mudou para a Ásia; ele morreu na América, enterrado pela ganância e pela miopia de sua classe dirigente.

MIGUEL NICOLELIS: A “Brain Net” do Americano em Frangalhos e o Risco de Convulsão e Desintegração dos EUA

O neurocientista brasileiro, 37 anos nos EUA, testemunha a fragmentação de uma sociedade que perdeu a confiança em si mesma. A guerra contra o Irã é apenas o sintoma. A doença é mais profunda: a falência moral e econômica, o fim do sonho americano, e o risco real de uma nova guerra civil e fragmentação.

O Direito à Dissuasão Nuclear: Por que o Argumento de Mearsheimer para o Irã é um Alerta para o Brasil

Neste artigo, partimos da análise do Professor John Mearsheimer sobre o direito do Irã à dissuasão nuclear para abrir uma discussão incômoda e necessária: em um mundo onde Estados Unidos e Israel se comportam como potências acima da lei, violando soberanias e ameaçando nações com armas de destruição em massa, faz sentido que países como o Brasil mantenham-se amarrados a tratados de não proliferação assinados de boa-fé com potências que demonstram diariamente sua má-fé?