Pepe Escobar revelou, com base em fonte de altíssimo nível, que o presidente iraniano Pezeshkian disse ao premiê do Paquistão que o Irã está disposto a realizar a detonação de um dispositivo nuclear em seu solo como “demonstração soberana e irreversível da capacidade de controlar a escalada”. A declaração foi dada após os EUA rejeitarem a proposta iraniana de paz e continuarem com as ameaças e ataques. No dia seguinte (29 de maio), Trump parou de ameaçar o Irã. A revelação confirma a tese do PolitikBr: o Irã já tem, ou está a semanas de ter, a dissuasão nuclear. E está disposto a provar. Mearsheimer postulou o direito à dissuasão. Postol confirmou a capacidade técnica. Jiang afirmou a posse. Agora, Escobar revela a decisão política final. O tabu nuclear está prestes a ruir. E o mundo precisa se preparar.
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O Intrincado Xadrez de Interesses e Alianças em Construção no Oriente Médio
O artigo analisa a guerra de agressão dos EUA-Israel contra o Irã não apenas pelo prisma dos danos militares, mas sobretudo pelo redesenho político e estratégico em curso no Oriente Médio. Relatórios e análises recentes indicam que os Estados Unidos sofreram perdas materiais muito maiores do que a narrativa ocidental admite, incluindo dezenas de aeronaves perdidas ou danificadas e centenas de estruturas ou equipamentos atingidos em bases americanas na região. Esses danos não são apenas militares: eles abalam a ideia de que a presença americana no Golfo representa proteção automática para seus aliados.
A tese central é que a guerra acelerou a formação de um novo xadrez regional, com Irã, Arábia Saudita, Egito, Turquia, Paquistão, China e Rússia recalculando posições. O Golfo começa a perceber que bases americanas podem ser mais passivo do que garantia. A normalização com Israel fica congelada. O Paquistão surge como mediador e corredor logístico. A China ganha centralidade sem disparar um tiro. O Estreito de Hormuz se torna instrumento de poder iraniano. O resultado é uma região ainda instável, mas cada vez menos disposta a aceitar que Washington e Tel Aviv sejam os únicos autores do roteiro.
Scott Ritter: Por Que a Palavra Americana Vale Nada?
Neste segundo artigo da série baseada na entrevista de Scott Ritter (maio de 2026), analisamos a erosão da credibilidade americana no cenário internacional. Ritter compara os Estados Unidos ao clima — imprevisível, errático e incapaz de cumprir acordos. O artigo revisita o caso JCPOA, tratado nuclear com Irã que foi assinado por Obama, cumprido pelos iranianos e rasgado por Trump com um tuíte. Examina a disfunção institucional do Congresso americano, que nunca ratifica tratados de forma confiável. Mostra como aliados históricos — Japão, Canadá, Europa, Israel — descobrem, um a um, que são descartáveis. E explica por que o mundo, diante dessa inconfiabilidade sistêmica, está se reorganizando ao redor de novas referências: BRICS, a desdolarização, diplomacia multipolar. O artigo conclui que a maior mudança não é militar nem econômica — é psicológica. O mundo perdeu a confiança nos Estados Unidos. E essa confiança não voltará.
O Império dos Espelhos: A Queda Silenciosa dos EUA no Oriente Médio
Neste artigo, analisamos a entrevista do analista em geopolítica Scott Ritter, na qual o ex-inspetor da ONU desmonta a narrativa oficial sobre o conflito no Oriente Médio. Ritter mostra que o Irã não foi enfraquecido, mas se adaptou e hoje está mais forte — com mísseis balísticos em quantidade superior à do início da guerra e drones FPV capazes de burlar o Domo de Ferro. Os Estados Unidos, por outro lado, esgotaram os seus arsenais de longo alcance e são incapazes de sustentar uma nova guerra. Trump, diagnosticado por psiquiatras como narcisista maligno, viaja à China não para ditar termos, mas para pedir ajuda. Israel perde relevância à medida que o apoio interno nos EUA despenca. O Conselho de Cooperação do Golfo está morto; os países árabes terão que aprender a conviver com o Irã como potência regional dominante. O BRICS avança na desdolarização, ainda que sem substituto imediato para o dólar. O artigo conclui que o império americano não está sendo destruído por inimigos externos, mas por sua própria incapacidade de honrar acordos e enxergar a realidade. Leia a análise completa e entenda as raízes dessa mudança histórica.
A TRÍADE DA DISSUASÃO: O Irã Já Tem a Bomba? Jiang, Postol e Mearsheimer Convergem para o Mesmo Alerta
Três analistas independentes convergem para a mesma conclusão: o Irã alcançou, ou está prestes a alcançar, a dissuasão nuclear. Jiang Xueqin, o “Nostradamus chinês”, afirma que o Irã já possui 3 a 5 ogivas completas, com ajuda da Coreia do Norte. Theodore Postol, cientista do MIT, confirma que o Irã tem urânio para enriquecer e fabricar até 20 ogivas em semanas. John Mearsheimer postula que, diante da ameaça existencial de Israel e dos EUA, a dissuasão nuclear é um direito do Irã. Jiang descreve o dilema de Washington: atacar o Irã agora significa arriscar uma guerra nuclear que pode exterminar Israel. Postol demonstra que as defesas israelenses estão em frangalhos — radares destruídos, sistemas ineficazes. Mearsheimer lembra que a fatwa de Khamenei foi sepultada com o líder. O pesadelo de Netanyahu — um Irã nuclear — não é mais especulação. É análise.
PEPE ESCOBAR: As Últimas da Guerra do Consórcio EUA/ISRAEL Contra o IRÃ
Pepe Escobar analisa a guerra no Estreito de Ormuz: dois bloqueios. O iraniano, na verdade um pedágio aprovado pelo parlamento, cobra US$ 2 milhões por petroleiro (ou yuan/cripto) – para um petroleiro transportando 2000.000 de barris- e permite a passagem de nações não hostis. O americano, posicionado no Golfo de Omã, é um “bloqueio de covardes” — longe dos mísseis iranianos de curto alcance, mas vulnerável aos hipersônicos. O alvo real, segundo Escobar, é a China. O secretário do Tesouro americano disse abertamente que “a China não vai poder mais receber petróleo do Irã”. A China, no entanto, tem alternativas: gasodutos da Rússia, da Ásia Central e de Mianmar, além de reservas estratégicas de 1,3 bilhão de barris. O cenário mais aterrorizante é a entrada dos houthis no conflito, fechando o “triângulo de Al-Aqsa” (Bab al-Mandeb, Yanbu e Suez), o que levaria o petróleo a US$ 200 o barril. Escobar revela o plano sinistro: provocar um jejum de petróleo e dólares para forçar uma reestruturação da dívida americana às custas do mundo. O cessar-fogo expira na próxima semana. O próximo movimento pode ser o afundamento de um destroyer americano — e a imagem definitiva da derrota do império.
O BUFÃO RECUOU: Trump Anuncia Cessar-Fogo de Duas Semanas e o Irã Declara Vitória
Após ameaçar “apagar uma civilização inteira”, Trump recuou e anunciou um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, intermediado pelo Paquistão. O Irã declarou vitória e divulgou os termos da capitulação americana: controle do Estreito de Ormuz pelo Teerã, pagamento de indenizações, suspensão das sanções, permissão para enriquecimento de urânio e retirada das tropas americanas do Oriente Médio. O Papa Leão XIV classificou a ameaça de Trump como “inaceitável”. A pressão pela 25ª Emenda cresceu, com figuras como Marjorie Taylor Greene afirmando que Trump “enlouqueceu”. Israel, pego de surpresa pelo recuo americano, fica isolado e à beira do colapso. A guerra que devia durar quatro dias terminou em capitulação humilhante.
VÍDEO: O PEDÁGIO DE HORMUZ: Irã Cobra US$ 2 Milhões por Petroleiro e Reescreve as Regras do Jogo
Teatrização do artigo do Blog PolitikBr: O PEDÁGIO DE HORMUZ: Irã Cobra US$ 2 Milhões por Petroleiro e Reescreve as Regras do Jogo.
Link: https://politikbr.org/2026/03/28/o-pedagio-de-hormuz-ira-cobra-us-2-milhoes-por-petroleiro-e-reescreve-as-regras-do-jogo/
O PEDÁGIO DE HORMUZ: Irã Cobra US$ 2 Milhões por Petroleiro e Reescreve as Regras do Jogo
Em menos de um mês de guerra, o Irã consolidou seu domínio sobre o Estreito de Ormuz e instituiu um pedágio de US$ 2 milhões por petroleiro, pago em dinheiro ou criptomoedas via blockchain Tron. As novas regras, prestes a serem ratificadas pelo parlamento iraniano, estabelecem um canal de navegação de oito quilômetros entre as ilhas de Qeshm e Larak. Petroleiros de nações não beligerantes — China, Índia, Bangladesh — passam mediante pagamento; navios ligados a EUA, Israel ou “nações hostis” são barrados. O sistema representa a implementação prática do petroyuan no ponto de estrangulamento mais importante do planeta, algo que “um zilhão de cúpulas dos BRICS não conseguiu alcançar”. Enquanto isso, os Emirados Árabes Unidos anunciam que estão prontos para entrar na guerra ao lado dos EUA; o Irã responde publicando uma lista de cinco meg alvos que serão destruídos se isso ocorrer. Trump, que prometeu guerra de quatro dias, está “entediado” e tenta manipular os mercados com anúncios falsos de negociações. O mercado de títulos americano — com rendimentos de 10 anos batendo 5% — pode ser o fator que forçará um recuo. Putin, segundo suas fontes, acredita que a guerra terminará em no máximo quatro semanas.
VÍDEO: A VOZ QUE QUEREM CALAR. Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra
Dramatização do artigo do PolitikBr; A VOZ QUE QUEREM CALAR: Professor Seyed Marandi e a Verdade sobre a Guerra.
https://politikbr.org/2026/03/26/a-voz-que-querem-calar-professor-seyed-marandi-e-a-verdade-sobre-a-guerra/