O Senado dos EUA aprovou uma resolução que ordena ao presidente Trump que suspenda todas as ações militares contra o Irã. Votaram a favor 50 senadores, contra 48 votos contrários. A medida, que já havia passado pela Câmara, é a primeira do tipo na história, e contou com o apoio de quatro senadores republicanos. Embora simbólica e que não tem poder de lei, a votação representa um claro revés político à Trump, e evidencia as fissuras no Partido Republicano. O conflito sobre a constitucionalidade da resolução deve ser decidido nos tribunais. O movimento legislativo reflete o crescente desgaste da política externa trumpista para o Irã, marcada por contradições e ameaças constantes de rompimento do acordo firmado em Versalhes.
Tag: #irã
Os Estoques de Petróleo dos EUA e a Espada Nuclear Iraniana Forçaram a Capitulação de Washington
Larry Johnson, ex-analista da CIA, revela em entrevista que a capitulação americana ao Irã foi forçada por uma crise silenciosa: a Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA está no limite, com pouco mais de 200 milhões de barris disponíveis antes do colapso das cavernas de sal. Os EUA dependem de petróleo pesado importado do Golfo, mas o Estreito de Ormuz está parcialmente fechado. A escassez ameaça paralisar a economia e a máquina de guerra americana. Simultaneamente, o Irã, através do Paquistão, transmitiu um ultimato: detonará um dispositivo nuclear em seu território como demonstração de capacidade, se a guerra não parar. A ameaça era crível, apoiada por evidências técnicas de que o Irã pode enriquecer urânio a grau militar em semanas. O Paquistão, atuando como mediador, também representa o realinhamento dos países do Golfo contra os EUA, pressionando por uma saída americana da região. O acordo final é uma capitulação formal, em troca de promessas que o Irã já havia feito no JCPOA. A China e a Rússia observam, enquanto o sistema financeiro global começa a se afastar do dólar. O cenário descreve o crepúsculo da Pax Americana e a emergência de uma nova ordem multipolar.
O Ultimato de Vance: Quando o Eixo Washington-Tel Aviv se Desfaz em Público
O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, emitiu um ultimato público à Israel, afirmando que o país não pode atacar o único aliado que lhe resta no mundo. A declaração veio após ataques israelenses no Líbano tentarem sabotar o acordo EUA-Irã, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz. O Irã, em resposta, fechou o estreito novamente, colocando Trump numa posição insustentável. Vance lembrou à Israel que dois terços de suas armas são pagas pelos EUA, expondo a dependência militar israelense. O artigo analisa a cronologia da sabotagem, a armadilha iraniana e as consequências para a aliança EUA-Israel, concluindo que o sionismo estratégico está em crise.
Netanyahu Entre Humilhar Trump ou Admitir a Completa Derrota
Netanyahu exige o desmantelamento do Hezbollah para aceitar o acordo de paz mediado pelo Paquistão e endossado pelos EUA e pelo Irã. A exigência contradiz os termos do memorando, que prevê cessar-fogo no Líbano e retirada israelense. O professor Marandi revela que Netanyahu atacou Beirute, e Trump, desesperado para evitar uma escalada, aceitou as condições iranianas. Agora, Netanyahu está encurralado: se obedecer a Trump, admite a derrota e desmorona a sua coalizão; se desobedecer, humilha Trump — e o Irã mantém o Estreito de Ormuz fechado. A Europa apoia o acordo. Genebra é na sexta-feira (19).
O Show de Trump e a Guerra Contra o Irã
Enquanto o mundo observa os mísseis cruzarem o Estreito de Ormuz, Donald Trump trava uma batalha paralela: a da narrativa. De manhã, anuncia “avanços incríveis” em negociações de paz com o Irã. À tarde, ordena ataques “fortes e poderosos” em retaliação por um helicóptero abatido. O problema é que os iranianos negam qualquer acordo, os aliados árabes se veem no fogo cruzado (Kuait e Bahrein), e mais de 20.000 iranianos enfrentam o racionamento de água após ataques dos EUA a reservatórios. Este artigo disseca a estratégia caótica de Trump, que confunde aliados e alimenta um ciclo de violência, onde a mentira se tornou a principal arma de guerra.
Furo. Pepe Escobar e a Carta Nuclear do Irã
Pepe Escobar revelou, com base em fonte de altíssimo nível, que o presidente iraniano Pezeshkian disse ao premiê do Paquistão que o Irã está disposto a realizar a detonação de um dispositivo nuclear em seu solo como “demonstração soberana e irreversível da capacidade de controlar a escalada”. A declaração foi dada após os EUA rejeitarem a proposta iraniana de paz e continuarem com as ameaças e ataques. No dia seguinte (29 de maio), Trump parou de ameaçar o Irã. A revelação confirma a tese do PolitikBr: o Irã já tem, ou está a semanas de ter, a dissuasão nuclear. E está disposto a provar. Mearsheimer postulou o direito à dissuasão. Postol confirmou a capacidade técnica. Jiang afirmou a posse. Agora, Escobar revela a decisão política final. O tabu nuclear está prestes a ruir. E o mundo precisa se preparar.
O Intrincado Xadrez de Interesses e Alianças em Construção no Oriente Médio
O artigo analisa a guerra de agressão dos EUA-Israel contra o Irã não apenas pelo prisma dos danos militares, mas sobretudo pelo redesenho político e estratégico em curso no Oriente Médio. Relatórios e análises recentes indicam que os Estados Unidos sofreram perdas materiais muito maiores do que a narrativa ocidental admite, incluindo dezenas de aeronaves perdidas ou danificadas e centenas de estruturas ou equipamentos atingidos em bases americanas na região. Esses danos não são apenas militares: eles abalam a ideia de que a presença americana no Golfo representa proteção automática para seus aliados.
A tese central é que a guerra acelerou a formação de um novo xadrez regional, com Irã, Arábia Saudita, Egito, Turquia, Paquistão, China e Rússia recalculando posições. O Golfo começa a perceber que bases americanas podem ser mais passivo do que garantia. A normalização com Israel fica congelada. O Paquistão surge como mediador e corredor logístico. A China ganha centralidade sem disparar um tiro. O Estreito de Hormuz se torna instrumento de poder iraniano. O resultado é uma região ainda instável, mas cada vez menos disposta a aceitar que Washington e Tel Aviv sejam os únicos autores do roteiro.
Scott Ritter: Por Que a Palavra Americana Vale Nada?
Neste segundo artigo da série baseada na entrevista de Scott Ritter (maio de 2026), analisamos a erosão da credibilidade americana no cenário internacional. Ritter compara os Estados Unidos ao clima — imprevisível, errático e incapaz de cumprir acordos. O artigo revisita o caso JCPOA, tratado nuclear com Irã que foi assinado por Obama, cumprido pelos iranianos e rasgado por Trump com um tuíte. Examina a disfunção institucional do Congresso americano, que nunca ratifica tratados de forma confiável. Mostra como aliados históricos — Japão, Canadá, Europa, Israel — descobrem, um a um, que são descartáveis. E explica por que o mundo, diante dessa inconfiabilidade sistêmica, está se reorganizando ao redor de novas referências: BRICS, a desdolarização, diplomacia multipolar. O artigo conclui que a maior mudança não é militar nem econômica — é psicológica. O mundo perdeu a confiança nos Estados Unidos. E essa confiança não voltará.
O Império dos Espelhos: A Queda Silenciosa dos EUA no Oriente Médio
Neste artigo, analisamos a entrevista do analista em geopolítica Scott Ritter, na qual o ex-inspetor da ONU desmonta a narrativa oficial sobre o conflito no Oriente Médio. Ritter mostra que o Irã não foi enfraquecido, mas se adaptou e hoje está mais forte — com mísseis balísticos em quantidade superior à do início da guerra e drones FPV capazes de burlar o Domo de Ferro. Os Estados Unidos, por outro lado, esgotaram os seus arsenais de longo alcance e são incapazes de sustentar uma nova guerra. Trump, diagnosticado por psiquiatras como narcisista maligno, viaja à China não para ditar termos, mas para pedir ajuda. Israel perde relevância à medida que o apoio interno nos EUA despenca. O Conselho de Cooperação do Golfo está morto; os países árabes terão que aprender a conviver com o Irã como potência regional dominante. O BRICS avança na desdolarização, ainda que sem substituto imediato para o dólar. O artigo conclui que o império americano não está sendo destruído por inimigos externos, mas por sua própria incapacidade de honrar acordos e enxergar a realidade. Leia a análise completa e entenda as raízes dessa mudança histórica.
A TRÍADE DA DISSUASÃO: O Irã Já Tem a Bomba? Jiang, Postol e Mearsheimer Convergem para o Mesmo Alerta
Três analistas independentes convergem para a mesma conclusão: o Irã alcançou, ou está prestes a alcançar, a dissuasão nuclear. Jiang Xueqin, o “Nostradamus chinês”, afirma que o Irã já possui 3 a 5 ogivas completas, com ajuda da Coreia do Norte. Theodore Postol, cientista do MIT, confirma que o Irã tem urânio para enriquecer e fabricar até 20 ogivas em semanas. John Mearsheimer postula que, diante da ameaça existencial de Israel e dos EUA, a dissuasão nuclear é um direito do Irã. Jiang descreve o dilema de Washington: atacar o Irã agora significa arriscar uma guerra nuclear que pode exterminar Israel. Postol demonstra que as defesas israelenses estão em frangalhos — radares destruídos, sistemas ineficazes. Mearsheimer lembra que a fatwa de Khamenei foi sepultada com o líder. O pesadelo de Netanyahu — um Irã nuclear — não é mais especulação. É análise.