Enquanto o mundo celebra os avanços da inteligência artificial, o dono da Amazon, Jeff Bezos, parece ter encontrado a verdadeira mina de ouro: cobrar de você por cada minuto de uso do computador. Foi o que denunciou o neurocientista Miguel Nicolelis em entrevista recente, ao revelar uma declaração do bilionário que passou despercebida pela maioria.
Três dias antes de Davos, Bezos deu uma entrevista — Nicolelis não precisou onde — e soltou a bomba: o laptop como conhecemos vai acabar. Em vez de comprar uma máquina, você alugará “potência computacional bruta” na nuvem, pagando por processamento da mesma forma que paga pela conta de luz. Bezos comparou os laptops de hoje aos geradores elétricos que as fábricas mantinham no porão antes da eletricidade pública chegar. O futuro, segundo ele, é um modelo de assinatura perpétua.
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Miguel Nicodelis: A China Saiu na Frente dos EUA na Próxima Revolução Tecnológica – A NEUROTEC SERÁ MAIOR QUE A IA
Enquanto o mundo se divide entre os que abraçam a inteligência artificial como o futuro e os que a veem como uma bolha prestes a estourar, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis — conhecido mundialmente como o “pai da interface cérebro-máquina” — faz uma aposta ousada: a Neurotec será maior do que a IA.
Mas o que é Neurotec? O termo, cunhado por Nicolelis, se refere ao campo da neurotecnologia — a aplicação de interfaces cérebro-máquina (BMIs) para restaurar funções motoras em pacientes com lesões medulares, Parkinson, epilepsia e outras condições neurológicas.
BrainNet: Como um “Vírus Mental” Pode Controlar Milhões de Cérebros
Há ideias que parecem ficção científica até percebermos que parte delas já está sendo demonstrada em laboratório.
Em uma nova entrevista, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis apresenta uma dessas ideias: a possibilidade de que cérebros humanos individuais, quando submetidos simultaneamente à determinadas informações, possam formar uma espécie de “supraestrutura cerebral” coletiva — uma Brainet.
E o conceito vai muito além da tecnologia.
Ele toca em uma questão incômoda: até que ponto aquilo que pensamos ser uma decisão individual é, na realidade, produto de uma informação compartilhada por milhões de cérebros ao mesmo tempo?
Miguel Nicodelis: O Brasil Está Seguindo a Agenda dos Psicopatas do Silicon Valley – Na Suécia os Alunos Voltaram ao Lápis e Papel
O neurocientista Miguel Nicolelis fez um alerta que não deve ser relevado em entrevista ao programa 20 Minutos, do Opera Mundi: o Brasil está cometendo um erro estratégico ao seguir cegamente a agenda de data centers, e inteligência artificial imposta pelos “psicopatas do Vale do Silício”.
Nicolelis ficou mundialmente conhecido por seus avanços em interfaces cérebro-máquina — tecnologia que permite que pessoas com paralisia movimentem membros robóticos, usando apenas o pensamento. O seu trabalho já foi capa da revista Nature e da Science, e ele liderou o projeto que permitiu que um jovem paraplégico desse o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, usando um exoesqueleto controlado pela mente.
É justamente essa bagagem — o conhecimento profundo do funcionamento do cérebro humano e das possibilidades da tecnologia — que dá peso às suas críticas ao que vemos hoje.
Adolescente mata a mãe e o irmão com ‘ajuda’ do ChatGPT
Rapidinha PolitikBr
Este é um dos mais sombrios artigos do nosso site. O caso que une violência real, adolescência e inteligência artificial tem todos os ingredientes para assombrar e nos fazer refletir.
A notícia: Um adolescente de 17 anos, Arjun Aravind, é acusado de assassinar a própria mãe, Sudha Venkatesan de 45 anos, e o irmão mais novo, Siddharth Aravind de 14 anos, em Acton, Massachusetts. O que chocou o mundo foi a revelação da promotoria: o jovem teria usado o ChatGPT para criar “histórias de fantasia perturbadoras” sobre o assassinato da própria família, em um estilo que a promotora descreveu como “romances góticos” .
Miguel Nicodelis (neurocientista): China vs EUA – A Diferença da Ciência é Brutal
O neurocientista Miguel Nicodelis expõe o contraste brutal entre o tratamento da ciência na China e nos Estados Unidos. Enquanto o NIH americano corta 90% de seus financiamentos e 25 mil cientistas abandonam o sistema, a China trata a ciência como instrumento central de seu projeto de desenvolvimento, com cientistas tendo prestígio social e acesso direto ao mais alto nível de governo. O artigo também aborda a crise das universidades americanas e a revolta dos jovens contra a inteligência artificial, com o ex-CEO do Google sendo vaiado por 14 minutos numa formatura. O Brasil, por sua vez, permanece sem rumo, tratando a ciência como irrelevância. O texto complementa a análise anterior do PolitikBr sobre a ascensão chinesa.
Encarando a Realidade: A China e o Desmoronamento da Miragem Ocidental
A narrativa de excepcionalismo americano colide com a realidade de uma China que, em 2025, já era a maior economia do mundo em Paridade de Poder de Compra (PPC), líder em inovação tecnológica (patentes de IA, robótica e energia verde), e detentora de uma infraestrutura que torna obsoleta a dos EUA.
Analistas como Martin Jacques destacam a superioridade da governança tecnocrática chinesa (engenheiros no poder), contra o modelo ocidental dominado por advogados e políticos sem experiência executiva. A experiência de expatriados americanos, como Bradley Cray, revela a cruel realidade: na China, a classe média pode pagar por saúde, educação, transporte e alimentação de qualidade a uma fração do custo americano, e viver sem o medo de tiroteios em escolas.
Enquanto os EUA se afogam em dívidas, infraestrutura em ruínas, e uma elite política comprometida com interesses corporativos, Pequim executa planos decenais para dominar as cadeias globais de suprimentos. A China já não é apenas a “fábrica do mundo”, mas o seu principal centro de inovação, e o parceiro comercial indispensável para o Sul Global. A quase inevitável dominância global da China não parece caminhar para uma do cópia do passado colonial e neocolonial ocidental, mas um novo modelo de ganha-ganha. O sonho americano não se mudou para a Ásia; ele morreu na América, enterrado pela ganância e pela miopia de sua classe dirigente.
Pepe Escobar: Trump Foi à China Prestar Tributo
Trump foi à China não para impor uma agenda, mas para buscar espaço numa nova realidade geopolítica. Na leitura de Pepe Escobar, a visita revelou o esgotamento da estratégia americana de contenção e o fortalecimento da posição chinesa como centro decisório da economia global. Com CEOs, banqueiros e executivos na comitiva, os EUA foram a Pequim pedir negócios e concessões, enquanto Xi Jinping manteve a linha: parceria, sim; submissão, não. A cena resumiu uma virada histórica em que a China já não aceita ser tratada como periferia do sistema.
Senado aprova projeto de lei com sanções contra tarifas impostas ao Brasil
De Política em Debate Publicado em 02/04/2025, 10:40h Não é todo o dia que se vê no parlamento brasileiro a bancada governista de mãos dadas […]
Ministra Luciana Santos se reúne com diretores de unidades de pesquisa no Rio de Janeiro
04 de fevereiro de 2023 19:24h Durante o governo Bolsonaro houve um tratamento diferenciado em relação aos reajustes salariais entre militares e servidores públicos. Os […]