O Show de Trump e a Guerra Contra o Irã

Enquanto o mundo observa os mísseis cruzarem o Estreito de Ormuz, Donald Trump trava uma batalha paralela: a da narrativa. De manhã, anuncia “avanços incríveis” em negociações de paz com o Irã. À tarde, ordena ataques “fortes e poderosos” em retaliação por um helicóptero abatido. O problema é que os iranianos negam qualquer acordo, os aliados árabes se veem no fogo cruzado (Kuait e Bahrein), e mais de 20.000 iranianos enfrentam o racionamento de água após ataques dos EUA a reservatórios. Este artigo disseca a estratégia caótica de Trump, que confunde aliados e alimenta um ciclo de violência, onde a mentira se tornou a principal arma de guerra.

59 ANOS DEPOIS: Deputado Thomas Massie Expõe no Congresso o Ataque Deliberado de Israel ao USS Liberty — “Foi Assassinato Intencional”

O deputado republicano Thomas Massie (Kentucky) revelou, em discurso no Congresso, que o ataque de Israel ao navio de inteligência americano USS Liberty, em 8 de junho de 1967, foi “assassinato intencional”. O ataque durou mais de uma hora, matou 34 americanos e feriu 174. Israel usou caças Mirage, napalm, torpedos e metralhou os botes salva-vidas e os bombeiros. A taxa de baixas foi de mais de 70%. E o governo Johnson encobriu o crime. O discurso de Massie se conecta ao artigo anterior do PolitikBr sobre Kiriakou: Kennedy tentou regular o lobby sionista e foi assassinado. Johnson, com medo, não fez nada. E o USS Liberty pagou o preço. Massie, em seu discurso, pediu justiça para os sobreviventes — e uma investigação real. A pergunta que fica: quem controla a política externa americana?

RICHARD WOLFF: “O Petrodólar Está Morto…Trump Vive em Negação.”

O economista da Universidade do Massachusetts analisa a crise terminal do dólar como moeda de reserva única, o colapso do sistema de petrodólar (a Arábia Saudita não renovou o acordo com os EUA), e a ascensão do mundo multipolar. Enquanto Trump ameaça e se contradiz, o BRICS+ já construiu a arquitetura financeira substituta: o BRICS Pay e a unidade de conta UNIT, lastreada em 40% ouro. O Brasil, que emite seus primeiros títulos em yuan e investe em dissuasão militar, parece ter entendido o que Washington se recusa a aceitar.

O BRASIL SE PREPARA PARA O MUNDO COMO ELE É: Mísseis e Yuan

Em menos de uma semana, o Brasil anunciou a inauguração da maior fábrica de mísseis da América Latina (em Caçapava, SP) e a preparação da primeira emissão de títulos soberanos em yuan. Não é contradição. É realismo estratégico. Os mísseis garantem a dissuasão em um mundo beligerante. O yuan reduz a dependência do dólar em um mundo multipolar. O Brasil não está virando potência bélica — está se preparando para não ser refém. A paz, para ser duradoura, não pode ser a paz dos fracos.

Furo. Pepe Escobar e a Carta Nuclear do Irã

Pepe Escobar revelou, com base em fonte de altíssimo nível, que o presidente iraniano Pezeshkian disse ao premiê do Paquistão que o Irã está disposto a realizar a detonação de um dispositivo nuclear em seu solo como “demonstração soberana e irreversível da capacidade de controlar a escalada”. A declaração foi dada após os EUA rejeitarem a proposta iraniana de paz e continuarem com as ameaças e ataques. No dia seguinte (29 de maio), Trump parou de ameaçar o Irã. A revelação confirma a tese do PolitikBr: o Irã já tem, ou está a semanas de ter, a dissuasão nuclear. E está disposto a provar. Mearsheimer postulou o direito à dissuasão. Postol confirmou a capacidade técnica. Jiang afirmou a posse. Agora, Escobar revela a decisão política final. O tabu nuclear está prestes a ruir. E o mundo precisa se preparar.

Bob Fernandes: Se o Senador Flávio Bolsonaro Fosse Cidadão Americano Ele Seria Condenado à Morte ou à Prisão Perpétua

O comentarista Bob Fernandes expõe em seu programa que, pela lei dos Estados Unidos (Artigo 3º da Constituição e 18 U.S.C § 2381), o senador Flávio Bolsonaro seria condenado à pena capital ou à prisão perpétua por traição. A acusação se baseia no pedido de Flávio a Donald Trump para que os EUA sancionem o Brasil e tratem facções como o PCC como terroristas — o que configura “dar ajuda e conforto” a inimigos estrangeiros contra o próprio país. Enquanto a lei brasileira é ambígua e lenta, a análise de Bob Fernandes conecta a hipocrisia do parlamentar: ele pede ataques a facções, mas mantém relações profundas com milícias, como a do Capitão Adriano (cuja mãe e ex-mulher trabalhavam em seu gabinete).

Reinaldo Azevedo e a Traição de Flávio Bolsonaro — Uma Sabotagem ao Brasil: Novo Tarifaço, Trump e o Pix

Flávio Bolsonaro foi pessoalmente a Washington pedir a Trump que classificasse o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O pedido foi atendido. A decisão, com vigência a partir de 5 de junho de 2026, abre caminho para sanções contra bancos e empresas brasileiras e ameaça diretamente o Pix — o sistema de pagamentos instantâneos que é símbolo da soberania financeira e tecnológica do Brasil.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, foi explícito: basta uma alegação de que um banco brasileiro tem contas do PCC para que o Tesouro americano possa sancioná-lo e impedir sua operação via Pix. Especialistas alertam que o Ibovespa já caiu, o dólar subiu e o risco para o sistema financeiro é real.

O que torna essa história ainda mais grave é o contexto. O Pix já estava na mira de Washington antes disso: o USTR havia incluído o sistema numa lista de “práticas desleais” do Brasil porque ele ameaça os lucros de Mastercard e Visa. O Nobel de Economia Paul Krugman elogiou o Pix publicamente. O BRICS Pay está sendo conectado ao Pix para reduzir a dependência do dólar. É exatamente esse ecossistema de soberania financeira que a manobra bolsonarista coloca em risco.

Para completar o quadro, apurações jornalísticas indicam que Flávio pode ter recebido R$ 61 milhões do dono do banco Master — cujas estruturas societárias têm suspeitas de ligação com o próprio PCC. O homem que pediu a Trump que combatesse o PCC pode ter recebido dinheiro que passou por estruturas ligadas a ele.

A conclusão é simples: Flávio Bolsonaro prejudica propositalmente o Brasil para tentar obter vantagem eleitoral. O agregador do JOTA coloca Lula com 86% de probabilidade de reeleição. O custo da manobra é pago por todos os brasileiros.

Coronel Douglas Macgregor: A Guerra Contra o Irã à Serviço de Israel – A Vergonhosa Submissão de Trump

Neste artigo, o Coronel Douglas Macgregor, antigo conselheiro do Pentágono, fala sobre a guerra não declarada contra o Irã. Macgregor denuncia que o conflito não foi autorizado pelo Congresso nem pelo povo americano, e serve exclusivamente aos interesses expansionistas de Israel, e destruindo a economia doméstica dos EUA. As consequências para o cidadão comum são brutais: inflação descontrolada, perda do poder de compra, gasolina e alimentos a preços proibitivos. Macgregor descreve como “cada família americana paga um imposto de guerra na bomba de gasolina e no supermercado”. O artigo também revela que a “ameaça iraniana” foi uma mentira fabricada por Israel (confirmada pelo ex-analista da CIA John Kiriakou), e que Trump se submeteu ao lobby sionista (AIPAC) e ao comprometimento do arquivo Epstein.

Larry Johnson: “A Rússia Está Pronta para Tomar Kiev”

Este artigo analisa as declarações de Larry Johnson (ex-CIA) e Scott Ritter (ex-inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA) sobre o iminente avanço russo sobre Kiev. Johnson afirma que “a Rússia está pronta para tomar Kiev”, enquanto Ritter prevê o “apagamento do centro de Kiev” e o fechamento do corredor báltico — com a possibilidade real de um ataque russo a um país da OTAN (Estônia ou Letônia). Ambos os analistas concordam que a OTAN está militarmente exaurida, sem munição, sem indústria bélica e sem capacidade de resposta. O artigo conecta a iminente ofensiva sobre Kiev com o planejado ataque ucraniano ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (com apoio britânico), que serviria como faísca para a escalada final. A conclusão é que a Ucrânia está “morta como nação” e que a única saída racional seria a rendição incondicional — algo que a propaganda ocidental se recusa a admitir.