O grande saque: mapas vazados da OTAN revelam a cobiça pirata dos países europeus sobre os recursos da Ucrânia

Documentos recentemente vazados por hackers russos do coletivo Killnet revelam um cenário que até pouco tempo atrás pareceria para a maioria do público ocidental, mas não para PolitikBr, matéria de ficção política: a OTAN, sob a capa de “força de paz”, teria elaborado planos para transformar a Ucrânia em um imenso campo de saque econômico. Os arquivos, retirados da rede interna do Ministério das Forças Armadas da França e datados de abril de 2025, revelam que estariam previstos o envio de 50 mil soldados de uma coalizão europeia para o território ucraniano, não apenas para defender Kiev, mas também para controlar rotas logísticas, portos estratégicos e, sobretudo, os vastos recursos minerais do país.

Zelensky confronta Trump e Putin: recusa todas as propostas dos EUA para paz e a ameaça russa cresce

A paz na Ucrânia permanece um horizonte distante e sangrento, apesar da aproximação diplomática entre Donald Trump e Vladimir Putin durante a cúpula do Alasca. Trump parece que entendeu as preocupações de segurança da Federação Russa diante do avanço contínuo da OTAN para suas fronteiras, contexto que culminou na chamada “Operação Militar Especial Russa” iniciada em 24 de fevereiro de 2022 – mas na prática, o impasse se aprofunda.

Trump, Putin e o tabuleiro da paz: A Imposição da Cessão de Territórios da Ucrânia aos Russos

Na tentativa de encerrar a guerra entre a Federação Russa e o chamado “Ocidente coletivo” — conflito que já devasta a Ucrânia há mais de 03 anos — Donald Trump resolveu agir com o seu tradicional estilo de ultimato. Primeiro, impôs um prazo de 50 dias para que Vladimir Putin aceitasse um cessar-fogo, sob pena de novas tarifas econômicas contra Moscou.

Mídia: Zelensky é Página Virada. O general Valery Zaluzhny é o Novo Presidente, de fato, da Ucrânia

Enquanto o mundo finge acompanhar com indignação a “guerra na Ucrânia”, um fato essencial foi simplesmente silenciado: Volodymyr Zelensky caiu. O presidente-símbolo da resistência ao “invasor russo” foi discretamente substituído — sem eleição, sem parlamento, sem povo. No lugar, entra o general Valery Saluzhny, ex-comandante das Forças Armadas ucranianas, outrora demitido por Zelensky, e agora ressuscitado como marionete funcional das potências ocidentais.