O Cerco se Fecha sobre Kiev – Antes do Inverno se Desenha uma Humilhante Derrota para a Ucrânia

Este artigo aborda o momento crítico da guerra na Ucrânia, com os EUA pressionando Zelensky a encerrar o conflito até o inverno por motivos eleitorais. A delegação americana (Witkoff e Kushner) trouxe a Kiev condições de paz piores que as anteriores, incluindo o reconhecimento de territórios perdidos. Com a desmilitarização ucraniana em 90% e a exaustão militar e econômica do país, a Ucrânia já perdeu a guerra — restando apenas negociar os termos da derrota. O Ocidente está contra a parede, e Trump corre contra o tempo para obter uma “paz” que sirva à sua imagem política.

O Ocidente Coletivo Contra a Parede — Enquanto Trump Negocia, a Ucrânia se Desfaz

Este artigo analisa o momento crítico da guerra na Ucrânia, a partir de três fontes: a declaração do ex-analista da CIA Ray McGovern sobre a desmilitarização de 90% do país; a visita da delegação de Trump a Moscou e a Kiev, com encontros “encorajadores” mas sem avanços concretos; e o contexto das negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia, expondo o esgotamento militar ucraniano, as motivações eleitorais de Trump e a fragilidade do Ocidente Coletivo diante de um conflito que se arrasta para o quinto ano, sem perspectiva real de uma solução negociada.

Larry Johnson: “A Rússia Está Pronta para Tomar Kiev”

Este artigo analisa as declarações de Larry Johnson (ex-CIA) e Scott Ritter (ex-inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA) sobre o iminente avanço russo sobre Kiev. Johnson afirma que “a Rússia está pronta para tomar Kiev”, enquanto Ritter prevê o “apagamento do centro de Kiev” e o fechamento do corredor báltico — com a possibilidade real de um ataque russo a um país da OTAN (Estônia ou Letônia). Ambos os analistas concordam que a OTAN está militarmente exaurida, sem munição, sem indústria bélica e sem capacidade de resposta. O artigo conecta a iminente ofensiva sobre Kiev com o planejado ataque ucraniano ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (com apoio britânico), que serviria como faísca para a escalada final. A conclusão é que a Ucrânia está “morta como nação” e que a única saída racional seria a rendição incondicional — algo que a propaganda ocidental se recusa a admitir.

Scott Ritter: O Plano de Paz de Trump, Sabotagem e a Queda de Zelensky

A entrevista concedida por Scott Ritter a Danny Haiphong pinta um quadro apocalíptico para a Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky, segundo a análise, enfrenta “um dos momentos mais difíceis da nossa história”. A escolha apresentada é existencial: capitular e perder a dignidade, ou arriscar a perda de um “parceiro-chave” – uma referência velada, mas inequívoca, a Donald Trump e seu governo.

O Cerco de Krasnoarmeisk: Renda-se ou Morra

A guerra que hoje se desenha na Ucrânia não é apenas um confronto de blindados, artilharia e drones e brutais ataques com mísseis. É, em essência, uma guerra por procuração entre uma Federação Russa decidida e uma aliança ocidental — a OTAN — que aposta em prolongar o conflito por meios financeiros, políticos e de propaganda.

Nesse teatro, a cidade de Krasnoarmeisk (Pokrovsk em ucraniano) se tornou símbolo do ponto de ruptura: um cerco implacável, um comando político pressionado por narrativas, e milhares de vidas humanas penduradas entre a rendição e a aniquilação.

A humilhante derrota da OTAN na Ucrânia

PolitikBr traz mais uma interessante análise sobre o conflito da OTAN (Ucrânia) x Federação Russa, publicado pelo podcast Neutrality Studies, conduzido por Pascal Lottaz, que é uma das principais referências em análises independentes quando o assunto são conflitos contemporâneos. Em recente episódio, Pascal entrevistou Stanislav Krapivnik, ex-oficial do Exército dos Estados Unidos e especialista em estratégia militar e cadeias de suprimentos, reconhecido por seu trânsito entre West Point, grandes players logísticos e think tanks militares críticos à política oficial de Washington.

O grande saque: mapas vazados da OTAN revelam a cobiça pirata dos países europeus sobre os recursos da Ucrânia

Documentos recentemente vazados por hackers russos do coletivo Killnet revelam um cenário que até pouco tempo atrás pareceria para a maioria do público ocidental, mas não para PolitikBr, matéria de ficção política: a OTAN, sob a capa de “força de paz”, teria elaborado planos para transformar a Ucrânia em um imenso campo de saque econômico. Os arquivos, retirados da rede interna do Ministério das Forças Armadas da França e datados de abril de 2025, revelam que estariam previstos o envio de 50 mil soldados de uma coalizão europeia para o território ucraniano, não apenas para defender Kiev, mas também para controlar rotas logísticas, portos estratégicos e, sobretudo, os vastos recursos minerais do país.

Zelensky confronta Trump e Putin: recusa todas as propostas dos EUA para paz e a ameaça russa cresce

A paz na Ucrânia permanece um horizonte distante e sangrento, apesar da aproximação diplomática entre Donald Trump e Vladimir Putin durante a cúpula do Alasca. Trump parece que entendeu as preocupações de segurança da Federação Russa diante do avanço contínuo da OTAN para suas fronteiras, contexto que culminou na chamada “Operação Militar Especial Russa” iniciada em 24 de fevereiro de 2022 – mas na prática, o impasse se aprofunda.