Este artigo analisa o isolamento diplomático de Israel na 81ª Assembleia Geral da ONU. A partir do abandono massivo do plenário durante o discurso de Netanyahu — incluindo a delegação brasileira —, o artigo contextualiza as falas de Erdogan sobre a necessidade de reforma da ONU e reconhecimento da Palestina, as críticas de Macron e do premier espanhol às ações israelenses, e a tentativa de Netanyahu de desviar o foco atacando o colonialismo europeu. O texto encerra apontando o crescente fosso entre Israel e a comunidade internacional.
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“Não somos terroristas, somos vítimas do terrorismo”, diz o presidente do Irã na ONU
Este artigo comenta o discurso do presidente iraniano Massoud Pezeshkian no segundo dia da Assembleia Geral da ONU, em 23 de setembro de 2026. Pezeshkian respondeu à acusação de Trump de que o Irã seria um “estado terrorista”, afirmando que o país é vítima de terrorismo de Estado praticado pelos EUA e Israel. O texto contextualiza o discurso no marco da guerra iniciada em fevereiro, o bloqueio do Estreito de Ormuz e a posição iraniana sobre o programa nuclear.
A Geopolítica do Espetáculo: O Conselho Imperial da Paz de Trump
A ideia de um “Conselho da Paz para Gaza”, apresentada como uma solução inovadora para um conflito secular, é, na verdade, a ponta de um iceberg muito mais sinistro. Ela encapsula a ambição de deslocar o centro de gravidade do poder internacional, minando deliberadamente a autoridade das Nações Unidas e, em particular, de seu Conselho de Segurança.
A crítica do presidente brasileiro – Luiz Inácio Lula da Silva – ao projeto de Trump, foi precisa: a proposta é equivalente a “criar sozinho uma nova ONU”.
Jeffrey Sachs: Os EUA Como Fonte de Instabilidade Contínua no Mundo
Ontem assistimos na reunião de emergência da Assembleia Geral da ONU, convocada para tratar do sequestro do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o professor Jeffrey Sachs.
A fala de Sachs foi histórica, sem rodeios, mostrando o quão nocivos sempre foram e são os Estados Unidos, que se pautam em pregar que a comunidade internacional siga regras, enquanto eles, quando lhes convém, burlam e negam essas mesmas regras.
A paz espera pelo fim de Netanyahu
Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil poderá normalizar as relações diplomáticas com Israel assim que Benjamin Netanyahu deixar o poder, ele não estava apenas comentando um episódio momentâneo da geopolítica. Estava, na verdade, recolocando o Brasil no eixo da moralidade internacional. A fala, feita após o cessar-fogo mediado por Donald Trump entre Israel e o Hamas, ressoa como um divisor de águas entre dois mundos: o da barbárie institucionalizada e o da diplomacia baseada em princípios humanitários.
Trump liga para Lula. Que mudança hem? E Eduardo? E Jair?
PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por PolitikBr I Brasília, Em 06/10/2025, 19h:50, Leitura: 4 min […]
Gaza: O Horror da Limpeza Étnica
Política em Debate é uma mídia independente. Sem lado. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por Política em Debate I Brasília, […]