O Circo das Promessas Vazias: A Farsa do Escudo Patriot e a Nova Ofensiva Contra o Irã

O Dr. Theodore Postol, do MIT, expõe a farsa do sistema Patriot em entrevista ao Coronel Daniel Davis. Com provas, ele demonstra que a taxa real de interceptação é de apenas 2 a 3%, muito distante dos 90% alegados pela indústria de defesa americana. Enquanto isso, o conflito entre EUA/Israel e Irã se intensifica em junho de 2026, com ataques à bases americanas e o risco de uma escalada regional. Postol alerta que a Europa estaria indefesa contra mísseis russos e critica o Congresso por não exigir dados reais dos contratantes, que “estão roubando do povo americano” e colocando a segurança nacional dos EUA em risco.

Netanyahu Entre Humilhar Trump ou Admitir a Completa Derrota

Netanyahu exige o desmantelamento do Hezbollah para aceitar o acordo de paz mediado pelo Paquistão e endossado pelos EUA e pelo Irã. A exigência contradiz os termos do memorando, que prevê cessar-fogo no Líbano e retirada israelense. O professor Marandi revela que Netanyahu atacou Beirute, e Trump, desesperado para evitar uma escalada, aceitou as condições iranianas. Agora, Netanyahu está encurralado: se obedecer a Trump, admite a derrota e desmorona a sua coalizão; se desobedecer, humilha Trump — e o Irã mantém o Estreito de Ormuz fechado. A Europa apoia o acordo. Genebra é na sexta-feira (19).

Larry Johnson: “A Rússia Está Pronta para Tomar Kiev”

Este artigo analisa as declarações de Larry Johnson (ex-CIA) e Scott Ritter (ex-inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA) sobre o iminente avanço russo sobre Kiev. Johnson afirma que “a Rússia está pronta para tomar Kiev”, enquanto Ritter prevê o “apagamento do centro de Kiev” e o fechamento do corredor báltico — com a possibilidade real de um ataque russo a um país da OTAN (Estônia ou Letônia). Ambos os analistas concordam que a OTAN está militarmente exaurida, sem munição, sem indústria bélica e sem capacidade de resposta. O artigo conecta a iminente ofensiva sobre Kiev com o planejado ataque ucraniano ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (com apoio britânico), que serviria como faísca para a escalada final. A conclusão é que a Ucrânia está “morta como nação” e que a única saída racional seria a rendição incondicional — algo que a propaganda ocidental se recusa a admitir.

Scott Ritter: ” A Ucrânia Está Morta”

Este artigo documenta como o analista militar Scott Ritter previu, com antecedência, o ataque russo massivo que causou caos em Kiev, destruindo centros de decisão governamentais. Ritter afirmou que a Rússia “apagaria o centro de Kiev” como resposta ao ataque terrorista ucraniano a Starobelsk (21 jovens mortos em um abrigo) e como um aviso à OTAN. Ele também revelou números estarrecedores do colapso demográfico ucraniano: 2 milhões de mortos e 5 milhões de feridos, concluindo que “a Ucrânia está morta como nação”. O artigo contrasta a precisão de Ritter com a análise iludida de generais ocidentais como David Petraeus e com a incapacidade da OTAN de antever a escalada, mostrando que a aliança está refém de sua própria propaganda. Ritter também previu o próximo passo: o fechamento do corredor báltico e possíveis ataques russos a países da OTAN (Estônia, Letônia) se os ataques ucranianos a partir dali continuarem.

FIM DO “PROJETO LIBERDADE”: Trump Humilha os EUA

Menos de 48 horas após o anúncio do “Projeto Liberdade” — a operação naval que escoltaria navios através do Estreito de Ormuz — Trump cancelou a missão e declarou vitória. O tenente-coronel Daniel Davis comentou: “Não se passaram nem 48 horas. Trump já encerrou o projeto, declarando-o um sucesso, embora seja óbvio que nenhum sucesso foi alcançado.” O cancelamento confirma o que o PolitikBr publicou ontem: o confronto no estreito — com mísseis iranianos disparados contra um contratorpedeiro americano — foi uma derrota humilhante. Trump recorre à sua única estratégia restante: a mentira.

“VITÓRIA DECISIVA? NÃO INSULTE NOSSA INTELIGÊNCIA”: Tenente Coronel Daniel Davis Expõe as Mentiras de Hegseth

O secretário de Guerra Pete Hegseth tentou vender o cessar fogo da guerra contra o Irã como uma “vitória militar decisiva”, dizendo que o Irã “implorou pelo cessar-fogo”. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, desmonta a propaganda: o Irã não era uma ameaça aos EUA há 47 anos — a hostilidade começou com o golpe da CIA em 1953. O Irã não tinha programa nuclear ativo — a própria inteligência americana confirmava. E não houve vitória — houve humilhação. Davis lembra que os EUA apoiaram uma guerra de oito anos contra o Irã que matou centenas de milhares de iranianos, e que o Irã agiu com contenção enquanto Israel e os EUA escalavam. Enquanto isso, o presidente do Irã, Pezeshkian, alerta que os ataques de Israel ao Líbano “tornarão as negociações inúteis”. E a mídia americana conclui: os EUA devem parar de obedecer a Israel se quiserem paz duradoura.

A SABOTAGEM ANUNCIADA: LT Col Daniel Davis Fala da Sabotagem de Netanyahu ao Acordo de Trump

Menos de 24 horas após Trump anunciar um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, Israel lançou o maior bombardeio contra o Líbano em semanas. Netanyahu disse que “o Líbano não estava no acordo”. Trump, em vez de repreendê-lo, concordou. O Paquistão, mediador do acordo, desmentiu publicamente: “O cessar-fogo vale para todas as partes, incluindo o Líbano”. O Irã reagiu fechando novamente o Estreito de Ormuz e retomando os ataques. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, expõe a dinâmica: Netanyahu convenceu Trump a entregar as Forças Armadas dos EUA para usar como fantoche. “É embaraçoso. Trump gosta de falar o quão forte ele é, e ainda assim permitiu que fosse usado como um fantoche.” Enquanto isso, aliados de Trump como Jack Keane defendem o “Modelo Líbia” para o Irã — o mesmo que resultou no assassinato brutal de Gaddafi —, uma sabotagem deliberada para que o Irã nunca aceite um acordo. O cessar-fogo que devia durar duas semanas durou menos de 24 horas. O império sangra. E o mundo observa.

“NÃO CONTROLAMOS OS CÉUS DO IRÔ: Scott Ritter Desmascara a Mentira de Trump

Scott Ritter, ex-inspetor de armas da ONU e oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais, desmonta a propaganda de Trump: os EUA não controlam os céus do Irã. Caças F-35, F-15 e A-10 foram abatidos, helicópteros alvejados, e as defesas aéreas iranianas continuam ativas. “Não há plano de guerra”, diz Ritter. “Estamos fazendo tudo isso enquanto avançamos.” Trump, em desespero, chama os iranianos de “bastardos loucos” e dá ultimatos que ninguém respeita. Enquanto isso, o Irã libera a passagem pelo Estreito de Ormuz para navios de ajuda humanitária e de nações amigas — França, Japão, Omã, Índia, Panamá já cruzaram. Apenas navios ligados aos EUA e a Israel continuam barrados. Ritter conclui: “Precisaríamos de 900 mil a 1,2 milhão de tropas para derrotar os iranianos. As 4 mil que temos agora? Os iranianos estão dizendo: ‘tragam-nos’. Eles vão todos morrer.”

Coronel Douglas MacGregor: A Neutralização de Odessa como Hub Logístico no Jogo de Guerra Rússia x OTAN

A Rússia não está apenas lutando em uma “operação militar especial”; ela está executando um plano estratégico de longo prazo, utilizando a Ucrânia como palco de preparação para um conflito que considera inevitável com a OTAN.

No centro desta tese está a cidade portuária de Odessa. Mais do que um alvo, Odessa se tornou um caso de estudo definitivo de como a guerra moderna pode ser decidida sem batalhas campais decisivas, intensas. Sua neutralização não é um evento tático, mas a concretização de uma estratégia russa maior.

A Rússia se Prepara para um Possível Confronto com a OTAN

Enquanto o mundo observa os combates na Ucrânia, a Rússia move peças em um jogo muito maior. Novas armas hipersônicas entram em produção em massa, estoques militares crescem sem parar e a estratégia de avanço lento no fronte revela uma paciência voltada para o longo prazo. Entrevistas com especialistas, análises táticas e ataques a navios civis em águas internacionais apontam para um cenário perturbador: Moscou não está apenas lutando na Ucrânia — está se preparando, sistematicamente, para um possível confronto direto com a OTAN. Neste artigo, investigamos os sinais, as estratégias e os riscos dessa escalada silenciosa que pode redefinir o futuro da segurança global.

Leia a análise completa: “A Rússia se Prepara para um Possível Confronto com a OTAN”.