Trump, Putin e o tabuleiro da paz: A Imposição da Cessão de Territórios da Ucrânia aos Russos

Na tentativa de encerrar a guerra entre a Federação Russa e o chamado “Ocidente coletivo” — conflito que já devasta a Ucrânia há mais de 03 anos — Donald Trump resolveu agir com o seu tradicional estilo de ultimato. Primeiro, impôs um prazo de 50 dias para que Vladimir Putin aceitasse um cessar-fogo, sob pena de novas tarifas econômicas contra Moscou.

BRICS em Expansão Para a Europa: Um Novo Farol Contra a Hegemonia Ocidental

Enquanto os EUA e a União Europeia apertam ainda mais o cerco de suas exigências, nasce uma rebelião silenciosa do outro lado do continente. Países que, por anos, foram levados a rastejar diante de Bruxelas e Washington, agora enxergam no BRICS não só a promessa de desenvolvimento, mas, acima de tudo, o resgate de sua soberania.

Bolsonaro se tornou tóxico

Nem Romeu Zema, nem Tarcísio de Freitas e outros governadores bolsonaristas de carteirinha, não devem comparecer ao evento. E com razão: o movimento já nasceu morto. Nas redes sociais, o engajamento murchou. Nos bastidores, o desânimo é generalizado. E o motivo do fiasco tem nome, sobrenome e um visto temporário para os Estados Unidos: Eduardo Bolsonaro.

Trump recua (de novo): Brasil agora é chamado para negociar o tarifão

Trump Always Chickens Out ( TACO ). A política externa de Donald Trump está se tornando uma ópera bufa encenada em capítulos cada vez mais previsíveis. Depois de ameaçar, adiar, ameaçar de novo e desidratar o “tarifão” contra o Brasil, agora o governo norte-americano dá sinais claros de recuar ainda mais. Segundo informações da imprensa internacional, incluindo a Revista Fórum, o Brasil será formalmente chamado para negociar os termos do acordo comercial, algo que o próprio Trump jurava jamais fazer com o governo Lula.

Trump adia mais uma vez o início do tarifaço contra o Brasil

Mais uma vez, Donald Trump recua. O presidente dos EUA adiou novamente a entrada em vigor do chamado “tarifão” contra o Brasil — uma medida de retaliação comercial que vinha sendo propagandeada como sinal de “força” diante da “concorrência desleal” brasileira. Na prática, trata-se de uma chantagem econômica grotesca, agora reembalada sob o discurso da “negociação diplomática”.

Lindsey Graham expõe plano de Washington contra a Rússia e revela o cinismo da política externa dos EUA

Em vídeos e entrevistas recentes, Graham defendeu abertamente o endurecimento máximo das sanções contra Moscou, pregando inclusive a destruição econômica não só da Rússia, mas também de países do BRICS (incluindo Brasil, China e Índia) que desafiem o embargo energético americano. Seu discurso chocou até setores moderados, não apenas por expressar a hostilidade típica da guerra fria, mas por admitir — em cadeia nacional americana — que o objetivo dos EUA não é apenas “conter” a Rússia, mas arruinar seu modelo econômico a qualquer custo.

Philip Yang: Brasil deve impor resposta dura de natureza política a taxa dos EUA

O especialista em relações internacionais Philip Yang defende que a resposta brasileira à tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais não pode ser apenas econômica, mas deve ser eminentemente política.