O Intercept Brasil revelou planilhas e comprovantes bancários do esquema de corrupção, supostamente, envolvendo membros da família Bolsonaro, com o banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master). R$ 61milhões desaguaram no fundo Ravengate, nos EUA, controlado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. A mesma produtora do filme “Dark Horse” desviou R$ 61 milhões que desaguaram no fundo Ravengate, nos EUA,controlado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. A mesma produtora do filme “Dark Horse” é acusada de desviar R$ 11 milhões do Sistema S em sete estados, via ONG de fachada. O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, foi flagrado com R$ 400 mil em espécie, em seu flat, que alegou ser o dinheiro fruto da venda de um imóvel. O deputado Carlos Jordy movimentou R$ 75 mil em 63 operações com seu assessor, usando a técnica de “smurfing” (saques de R$ 9.999,00, fracionados). As movimentações atípicas globais dos assessores investigados no esquema, porém, somam montantes muito maiores (na casa dos milhões). A PF apurou o uso fraudulento de empresas de locação de veículos e de fachada para desviar recursos públicos das cotas parlamentares dos deputados. Relatórios da PF apontaram que as movimentações financeiras globais consideradas suspeitas nas contas de assessores e empresas envolvidas totalizaram cerca de R$ 27,8 milhões.
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Reinaldo Azevedo e a Traição de Flávio Bolsonaro — Uma Sabotagem ao Brasil: Novo Tarifaço, Trump e o Pix
Flávio Bolsonaro foi pessoalmente a Washington pedir a Trump que classificasse o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O pedido foi atendido. A decisão, com vigência a partir de 5 de junho de 2026, abre caminho para sanções contra bancos e empresas brasileiras e ameaça diretamente o Pix — o sistema de pagamentos instantâneos que é símbolo da soberania financeira e tecnológica do Brasil.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, foi explícito: basta uma alegação de que um banco brasileiro tem contas do PCC para que o Tesouro americano possa sancioná-lo e impedir sua operação via Pix. Especialistas alertam que o Ibovespa já caiu, o dólar subiu e o risco para o sistema financeiro é real.
O que torna essa história ainda mais grave é o contexto. O Pix já estava na mira de Washington antes disso: o USTR havia incluído o sistema numa lista de “práticas desleais” do Brasil porque ele ameaça os lucros de Mastercard e Visa. O Nobel de Economia Paul Krugman elogiou o Pix publicamente. O BRICS Pay está sendo conectado ao Pix para reduzir a dependência do dólar. É exatamente esse ecossistema de soberania financeira que a manobra bolsonarista coloca em risco.
Para completar o quadro, apurações jornalísticas indicam que Flávio pode ter recebido R$ 61 milhões do dono do banco Master — cujas estruturas societárias têm suspeitas de ligação com o próprio PCC. O homem que pediu a Trump que combatesse o PCC pode ter recebido dinheiro que passou por estruturas ligadas a ele.
A conclusão é simples: Flávio Bolsonaro prejudica propositalmente o Brasil para tentar obter vantagem eleitoral. O agregador do JOTA coloca Lula com 86% de probabilidade de reeleição. O custo da manobra é pago por todos os brasileiros.
Reinaldo Azevedo: “Lula Estadista, Flávio (Bolsonaro) Entreguista
O jornalista Reinaldo Azevedo expõe uma disputa que vai além da política eleitoral: de um lado, Lula representa um Brasil soberano, capaz de se relacionar com potências e blocos internacionais sem submissão; de outro, Flávio Bolsonaro simboliza uma visão subalterna, alinhada à dependência ideológica e geopolítica. O escândalo envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master aprofundou a crise de credibilidade de Flávio, que teria negociado valores milionários ligados ao filme sobre Jair Bolsonaro e viu sua imagem ser atingida por áudios, mensagens e suspeitas de novos desdobramentos.
A consequência política foi imediata: pesquisas divulgadas após a crise indicaram vantagem ampliada de Lula sobre Flávio, sugerindo que o episódio corroeu a narrativa de força da extrema direita. Mais do que um escândalo pontual, o caso revela uma estrutura de poder marcada por dependência, oportunismo e degradação moral.
Dossiê Flávio Bolsonaro e o “Esqueleto Que Saiu do Armário”: O Caso do “Hard Horse Movie” e os R$ 61 milhões Desaparecidos
Internacional, Geopolítica, Economia PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As pessoas. Talvez você, queira, como eu, […]
Turbulência no “Santo Mundo” Evangélico: Damares x Mafalaia
A cena é tão surreal quanto elucidativa.
De um lado do ringue, o pastor Silas Malafaia, radical, voz estridente e com um império midiático construído na direita evangélica.
Um autêntico exemplo de sucesso da “Teologia da Prosperidade”, – assim como outros tão os mais famosos, como o bispo Edir Macedo, o pastor R.R. Soares e outros tantos, menos cotados e ricos, – lança um desafio em tom de praça pública: “Ou a senhora dá os nomes, ou a senhora é uma leviana linguaruda!”. Aos berros, claro. Marca registrada de Malafaia.
Do outro, a senadora Damares Alves, outrora ministra da Família no governo Bolsonaro e ícone do mesmo campo, agora relatora de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) que expõe as vísceras de um esquema de fraude bilionário.
A Máquina da Obstrução: O Caso Master e a Teia de Poder
A liquidação do Banco Master marcou o fim de uma instituição com mais de 50 anos de história e que foi reconfigurado por mudanças de estratégia que ampliaram a exposição a riscos.
A Justiça dos EUA reconheceu a liquidação do Banco Master e bloqueou o ativos do banco em decisão que valida o processo brasileiro, em território norte-americano.
Hoje (14/01) a Polícia Federal (PF) realizou a segunda fase da Operação Compliance Zero para investigar, novamente, o Banco Master.
A Lama como Método: a Estratégia Perversa da Destruição de Reputações
O Desmonte da Narrativa e o Recuo da Acusação
Em novo artigo publicado hoje (29/12), Malu Gaspar recuou da acusação que havia feito. No texto de 22 de dezembro, ela afirmava que o ministro Alexandre de Moraes teria feito “pressão” sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master.
Os Movimentos da Máquina Narcoestatal
O escândalo que levou à prisão e à polêmica soltura do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, é frequentemente visto como um “problema carioca”. Uma disfunção local, um caso isolado de promiscuidade entre a política e o crime. Essa é uma leitura perigosamente míope.
O que se desenrola no Rio é, na verdade, a face mais exposta de uma rede nacional, um modus operandi que encontra eco e conivência em gabinetes de outros estados, especialmente aqueles governados pela extrema direita.
O PL Antifacção e o Cerco Contra a Polícia Federal: Quem Teme a Verdade?
PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por PolitikBr I Brasília, Em 30/11/2025, 20h:01, leitura: 8 min […]
A Engenharia Legislativa para Asfixiar a PF e Blindar o Crime
A aprovação, às pressas e em uma quinta versão profundamente alterada, do Projeto de Lei Antifacção pela Câmara dos Deputados, no dia 18 de novembro, não representa um avanço no combate ao crime organizado. Pelo contrário, configura uma operação de bastidores, orquestrada pelo relator deputado Guilherme Derrite e chancelada pelo presidente da Casa, Hugo Motta, com o objetivo claro de desmantelar a capacidade operacional da Polícia Federal (PF).