Este artigo analisa o momento crítico da guerra na Ucrânia, a partir de três fontes: a declaração do ex-analista da CIA Ray McGovern sobre a desmilitarização de 90% do país; a visita da delegação de Trump a Moscou e a Kiev, com encontros “encorajadores” mas sem avanços concretos; e o contexto das negociações entre EUA, Ucrânia e Rússia, expondo o esgotamento militar ucraniano, as motivações eleitorais de Trump e a fragilidade do Ocidente Coletivo diante de um conflito que se arrasta para o quinto ano, sem perspectiva real de uma solução negociada.
Categoria: Nazismo, Fascismo e Crime Organizado
Gasolina a US$ 4,03 — o Preço da Guerra de Trump contra o Irã
Enquanto as campanhas para as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos esquentam, os norte-americanos enfrentam uma realidade amarga nos postos de gasolina. O preço médio nacional da gasolina deve atingir US$ 4,03 por galão no feriado do Dia do Trabalho (07 de setembro). Um escandaloso presente de Trump ao trabalhador.
O que explica essa disparada? A resposta, em grande medida, está no petróleo bruto, que voltou a ultrapassar US$ 90 por barril nesta semana, depois que novas escaramuças militares entre os EUA e o Irã reacenderam os temores da interrupção completa no abastecimento global, através Estreito de Hormuz.
André Mendonça – o “Terrivelmente Evangélico”: A Delação que Pode Implodir o Clã Bolsonaro
O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, operador financeiro de Daniel Vorcaro, fechou um acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em 8 de agosto de 2026. Em sua delação, ele revelou ter movimentado cerca de R$ 1,3 bilhão (US$ 260 milhões) para Vorcaro entre 2020 e 2025, com valores entregues, em malas, de R$ 1 milhão à 1,5 milhão.
O ponto central da delação: os repasses milionários ao Havengate Development Fund, fundo sediado no Texas, que financiou (?!) o filme “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro. Um documentário chinfrim, com um orçamento digno de grandes produções hollywoodianas, o que levantou suspeitas de lavagem de dinheiro, e outros crimes associados. Cabe ao ministro André Mendonça aceitar ou não aceitar a delação.
André Mendonça – O “Terrivelmente Evangélico”: Quem com ferro fere, com ferro será ferido
O feitiço virou contra o feiticeiro. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tentou usar o inquérito do Banco Master para atingir o colega e ministro Alexandre de Moraes — e acabou se tornando alvo da própria armadilha.
Em 3 de setembro de 2026, Moraes encaminhou ao presidente do STF, Edson Fachin, um pedido formal de investigação contra Mendonça, apontando a existência de “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade em relação à André Mendonça. A acusação central: Mendonça teria agido por “motivos políticos” para favorecer o seu próprio grupo, direcionando investigações contra Moraes, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha.
O erro capital de Mendonça foi não seguir o rito processual. Enquanto Moraes pediu à Fachin que abrisse uma investigação — o procedimento correto —, Mendonça simplesmente a abriu por conta própria, determinando que agentes da PF lotados em seu gabinete produzissem um relatório contra o colega.
O Ministro “Terrivelmente Evangélico” e o Estado Policial Paralelo
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional que expõe, em detalhes, seu modus operandi como relator das operações Sem Desconto (INSS) e Compliance Zero (Banco Master). Relatórios de inteligência da Polícia Federal, obtidos e tornados públicos pelo ministro Alexandre de Moraes, revelam que Mendonça agiu como verdadeiro militante político, direcionando investigações contra adversários — incluindo Moraes, o senador Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha — enquanto blindava aliados como Dias Toffoli e Nunes Marques.
André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico: Antecedentes e as “Jogadas de Vorcaro”
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional, sem precedentes, após a revelação de que se encontrou secretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, em março de 2025. O encontro ocorreu na sede do ITER, instituto de cursos jurídicos fundado pelo próprio ministro, e não em seu gabinete oficial — o que já levanta suspeitas sobre a natureza da conversa.
Segundo investigações do jornalista Paulo Motoryn, divulgadas pelo Instituto Conhecimento Liberta (ICL) e pelo Jornal GGN, o ITER emitiu 37 notas fiscais em apenas três dias (entre 11 e 14 de março de 2025), incluindo o dia do encontro com Vorcaro. O caso expõe a tentativa de Mendonça de blindar a sua relação com o banqueiro enquanto, simultaneamente, usava o inquérito do Banco Master para atacar adversários políticos no STF, na PF e na PGR, como o colega e ministro Alexandre de Moraes
A reação de Mendonça foi de pânico: confirmou o encontro, anunciou sua saída do ITER e apresentou notas fiscais de R$ 26,4 mil para rebater suspeitas de que teria recebido ternos de presente de aliados de Vorcaro. Paralelamente, mobilizou lideranças evangélicas em seu apoio, resgatando a figura do ministro “terrivelmente evangélico” — rótulo que o acompanha desde sua indicação por Jair Bolsonaro.
A Guerra que Putin diz estar perto do fim — e o que isso realmente significa
Este artigo analisa a declaração do presidente russo Vladimir Putin, durante encontro com o premiê indiano Narendra Modi na cúpula da OCX, de que a Rússia “está caminhando para o fim do conflito ucraniano”. O texto contextualiza a fala no cenário da guerra em 2026, com intensificação dos ataques russos. Além disso, destaca o papel da Índia como aliada estratégica da Rússia no Sul Global e o movimento de Putin para consolidar alianças fora do eixo Ocidental.
Não é patrocínio: PF apura corrupção com dinheiro de Vorcaro para “Dark Horse”
Artigo do tipo “Rapidinha” do PolitikBr sobre o caso “Dark Horse” envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O STF, por meio dos ministros André Mendonça e Flávio Dino, autorizou a Polícia Federal a investigar o repasse de R$ 61 milhões (US$ 12 milhões) de R$ 134 milhões (US$ 27 milhões) pedidos pelo senador e candidato à eleição presidencial de 2026, o que agrava o contexto e força o senador a parar de se esquivar e responder ás perguntas que o eleitor quer saber: onde foram parar os R$ 61 milhões?
Flávio Bolsonaro na Globo: “mentiu, omitiu e escapuliu” — e Toledo e Sakamoto explicam o por quê
Flávio Bolsonaro na Globo: quando responder não significa responder
A sabatina de Flávio Bolsonaro na Globo em 28 de agosto, ganhou um segundo capítulo no dia seguinte, quando os jornalistas José Roberto de Toledo e Leonardo Sakamoto analisaram a sua participação no UOL News.
O diagnóstico foi o esperado. Toledo resumiu a atuação do candidato em três verbos: “mentiu, omitiu e escapuliu”. Sakamoto falou em um “Grand Slam” de mentiras envolvendo o Banco Master, a tentativa de golpe, o tarifaço e o meio ambiente.
O principal ponto foi o caso do Banco Master e os R$ 61 milhões destinados ao filme Dark Horse. Flávio classificou o dinheiro como investimento privado e afirmou não ter responsabilidade pelos contratos. Mas Sakamoto questionou como um político poderia obter R$ 61 milhões dentro de uma negociação que chegou a R$ 134 milhões sem apresentar projetos concretos ao financiador.
O “Dark Horse” de Flávio e os 61 Milhões que Precisam de Explicação
A “Rapidinha” do PolitikBr analisa o editorial do jornal Estado de S. Paulo, que cobra explicações do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) sobre o financiamento de R$ 61 milhões, oriundos do banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master), para o filme “Dark Horse”. O artigo destaca a promessa não cumprida de prestar contas em 30 dias, a tentativa do senador de declarar o caso uma “página virada” sem apresentar documentos, e a gravidade do contexto, com Vorcaro preso por suspeita de liderar uma fraude bilionária e com a Polícia Federal investigando o caso. A análise reforça a necessidade de transparência total para um postulante ao Palácio do Planalto.