Este artigo discute as estratégias canadenses de como lidar com um presidente histriônico, instável e prepotente como Donald Trump. A base comentada é do artigo de Chrystia Freeland no The Atlantic. Boa leitura
Categoria: Nazismo, Fascismo e Crime Organizado
A ONU e a Repulsa do Mundo à Israel
Este artigo analisa o isolamento diplomático de Israel na 81ª Assembleia Geral da ONU. A partir do abandono massivo do plenário durante o discurso de Netanyahu — incluindo a delegação brasileira —, o artigo contextualiza as falas de Erdogan sobre a necessidade de reforma da ONU e reconhecimento da Palestina, as críticas de Macron e do premier espanhol às ações israelenses, e a tentativa de Netanyahu de desviar o foco atacando o colonialismo europeu. O texto encerra apontando o crescente fosso entre Israel e a comunidade internacional.
“Não somos terroristas, somos vítimas do terrorismo”, diz o presidente do Irã na ONU
Este artigo comenta o discurso do presidente iraniano Massoud Pezeshkian no segundo dia da Assembleia Geral da ONU, em 23 de setembro de 2026. Pezeshkian respondeu à acusação de Trump de que o Irã seria um “estado terrorista”, afirmando que o país é vítima de terrorismo de Estado praticado pelos EUA e Israel. O texto contextualiza o discurso no marco da guerra iniciada em fevereiro, o bloqueio do Estreito de Ormuz e a posição iraniana sobre o programa nuclear.
Discurso Hipócrita:”NOSSO SENADOR” Flávio Bolsonaro e o Dinheiro Público na Mão de Miliciano
Este artigo analisa a reportagem da revista Piauí que revela o envio de R$ 200 mil em emenda parlamentar por Flávio Bolsonaro a pedido do miliciano Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”, condenado como braço operacional dos irmãos Brazão e fornecedor da arma que matou a vereadora Marielle Franco, uma das mais combativas contra a relação promíscua entre as milícias e o legislativo do Rio de Janeiro. O texto contextualiza o episódio no histórico de proximidade da família Bolsonaro com as milícias, na contradição de denunciar o PCC e o CV como terroristas, enquanto se sabe que hoje as estruturas ligadas ao crime organizado – milícias -, também negociam drogas, competindo com o tráfico e coagindo as populações nas áreas que dominam.
Trump e a “Terra da Liberdade” Que Lhe Convém
Este artigo analisa a decisão do presidente Donald Trump de proibir o acesso de veículos de comunicação como a CNN, o MS NOW e o Politico à Casa Branca, sob a alegação de promoção de “notícias falsas”. O texto explora a reação dos veículos, que entraram com ação judicial; o precedente com a Associated Press em 2025 e as implicações para a Primeira Emenda. A análise conclui que a medida representa uma tentativa de controlar a informação, contradizendo o ideal de liberdade que os EUA historicamente defendem.
Pepe Escobar: A Arábia Saudita, o Iêmen e o BRICS em Ascensão
A nova escalada entre a Arábia Saudita e os houthis do Iêmen pode parecer, à primeira vista, apenas mais um capítulo da longa guerra iemenita. Mas a entrevista de Pepe Escobar ao podcast de Nina sugere uma leitura muito mais ampla: o conflito estaria expondo as transformações profundas que estão ocorrendo no equilíbrio de poder do Oriente Médio.
O ponto estratégico está na geografia. De um lado, Bab el-Mandeb, porta de entrada do Mar Vermelho. Do outro, o Estreito de Hormuz, passagem essencial para o petróleo do Golfo. Com os dois pontos sob crescente tensão, qualquer escalada regional pode produzir efeitos que ultrapassam as fronteiras do Oriente Médio.
Escobar sustenta que Mohammed bin Salman estaria enfrentando uma situação particularmente delicada porque a antiga garantia de segurança americana já não teria a mesma previsibilidade. A atual hesitação de Washington em assumir uma nova intervenção militar direta contra os houthis reforça essa percepção.
A Embraer Decola Enquanto Trump Tenta Vender Boeing no Grito
Este artigo analisa o desempenho recorde da Embraer no mercado global de aviação comercial em 2025, com destaque para as 244 aeronaves entregues e a carteira de pedidos de US$ 31,6 bilhões. Em contraste, expõe a pressão exercida pelo governo Trump sobre o Brasil para que companhias aéreas nacionais adquirissem jatos Boeing, como moeda de troca para aliviar o tarifaço de 50%. O texto desconstrói a lógica coercitiva da proposta americana, que incluía 21 exigências, e ressalta a rejeição soberana do governo brasileiro diante de uma imposição incompatível com a autonomia do setor privado.
Zelensky e a Rendição Disfarçada da Ucrânia
Este artigo analisa o momento de exaustão da Ucrânia e do Ocidente diante da Rússia, com base em reportagens recentes. O texto aborda a declaração de Zelensky sobre o fim das hostilidades como sinal de rendição, a pressão dos EUA para encerrar o conflito até o inverno, a frustração de um plano terrorista ucraniano, a posição russa de não negociar sob pausa, e a admissão americana da “realidade no terreno”. O artigo conclui que o teatro político ocidental chegou ao fim, com a Rússia ditando os termos do desfecho.
Flávio Bolsonaro Usou Apartamento de Cunhado de Vorcaro Durante a Campanha
Este artigo analisa a revelação de que Flávio Bolsonaro utilizou, durante a sua campanha presidencial em São Paulo, um apartamento de luxo que pertenceu a Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Daniel Vorcaro. O imóvel foi vendido com um prejuízo de R$ 2 milhões ao advogado Willer Tomaz, amigo de longa data de Flávio. As imagens de segurança que registravam a presença do candidato foram apagadas. A deputada Luciene Cavalcante (PSOL-SP) acionou o TSE e a PGR. O caso se soma a um histórico de relações entre a família Bolsonaro e o universo de Vorcaro, mas, apesar das evidências, a candidatura de Flávio parece blindada, com um efeito Teflon sobre seu eleitorado.
André Mendonça – O “Terrivelmente Evangélico”: O Instituto do “Ungido” e os R$ 5,2 Milhões do Parceiro de Vorcaro – “Batom na Cueca”
Este artigo da série “André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico” analisa a revelação de que o Instituto ITER, fundado pelo ministro do STF, recebeu R$ 5,2 milhões de um parceiro de negócios de Daniel Vorcaro. O texto explora a cronologia suspeita – a devolução do dinheiro um mês antes de Mendonça assumir a relatoria do caso Master –, o histórico de contratos públicos sem licitação do instituto e a crise institucional que tomou conta do Supremo. A conclusão é que o “ungido” da extrema direita se revelou um ídolo com pés de barro.