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Categoria: Nacional
Os “Esqueletos no Armário” de Flávio Bolsonaro, o Cara Que Quer Ser Presidente do Brasil
Há algo profundamente errado — e ao mesmo tempo revelador — na política brasileira de 2026. Enquanto o governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, é aplaudido por fazer o óbvio — demitir apadrinhados, cortar shows milionários e cancelar títulos podres —, o senador Flávio Bolsonaro caminha tranquilamente para ser o candidato da extrema direita à Presidência da República. Não por seus feitos, não por sua biografia. Mas por falta de uma opção viável política.
Os “Outsiders” da Política e o Jogo do Poder
A ascensão política de Ricardo Couto no Rio, de Mark Carney no Canadá, de Mamdani nos EUA, e de tantos outros “outsiders”, é a resposta da sociedade a uma democracia doente. O aplauso a eles é, na verdade, uma vaia ensurdecedora ao sistema político tradicional. Cada exoneração de um apadrinhado, cada negativa de patrocínio a um show faraônico, cada ato de “lisura”, mesmo que aparente, é um lembrete doloroso do que deveria ser a regra.
CRIMINALIZAR A DISSIDÊNCIA: Como o Lobby Pró-Israel Tenta Silenciar o Mundo — e o Isolamento Global de Israel
Originalmente, “semita” refere-se a um grupo linguístico (judeus, árabes, arameus, etc.), e o termo “antissemitismo” foi cunhado no século XIX para designar especificamente o preconceito contra judeus.
A definição mais influente hoje é a da IHRA e foca exclusivamente nos judeus. Isso, provavelmente, se deve aos esforços dos lobbies sionistas, ao longo do tempo. Portanto, o combate ao antissemitismo é usado politicamente, o que acaba por excluir os palestinos da proteção e, até, criminalizar a defesa de seus direitos.
Então, o problema não deve ser só proteger os judeus do ódio, mas sim coibir que essa proteção seja expandida para sufocar a defesa dos direitos palestinos.
Um estudante que diz “Israel comete apartheid” ou que defende o boicote a Israel pode ser acusado de antissemitismo sob a lei americana, por exemplo. Entretanto, a lei não protege um palestino que sofre racismo; ao contrário, ela é usada para punir palestinos e ativistas pró-palestinos por expressarem as suas opiniões políticas e denunciarem violações de direitos humanos. Isso é um brutal e vergonhoso paradoxo.
LULA EM BARCELONA: “A Minha Arma é o Argumento, não a Guerra”
Em um discurso histórico na primeira reunião da Mobilização Progressista Global (MPG), em Barcelona, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Brasil – fez um diagnóstico verdadeiro e emocionante sobre o momento atual: a extrema-direita avança sobre a democracia, os “senhores da guerra” gastam bilhões em armas enquanto o mundo passa fome, e o progressismo precisa, urgentemente, recuperar a coerência entre o discurso e a prática.
A TRAIÇÃO À LULA QUE ABRIU CAMINHO PARA A GUERRA: Fernando Morais Revela Como Obama e Hillary Sabotaram Acordo Nuclear com o Irã em 2010
O jornalista Fernando Morais revelou em entrevista a Luís Nassif (TV GGN) que, em 2010, o presidente Lula, a pedido de Barack Obama, conseguiu negociar um acordo nuclear com o Irã. O acordo estava “amarradinho”. Mas Obama e Hillary Clinton, por vaidade e covardia, sabotaram a própria iniciativa — telefonaram para líderes mundiais dizendo que a carta de Lula “não valia mais nada”. A oportunidade de paz foi destruída. O caminho ficou livre para sanções, assassinatos de cientistas, a retirada dos EUA do JCPOA e a guerra atual. Enquanto isso, Trump ameaça “apagar uma civilização inteira” em um novo ultimato — contradizendo sua própria declaração de que os EUA vão embora “com ou sem acordo”. A verdade histórica, agora revelada, mostra que a guerra poderia ter sido evitada. A vaidade de Obama e Hillary custou caro.
O Direito à Dissuasão Nuclear: Por que o Argumento de Mearsheimer para o Irã é um Alerta para o Brasil
Neste artigo, partimos da análise do Professor John Mearsheimer sobre o direito do Irã à dissuasão nuclear para abrir uma discussão incômoda e necessária: em um mundo onde Estados Unidos e Israel se comportam como potências acima da lei, violando soberanias e ameaçando nações com armas de destruição em massa, faz sentido que países como o Brasil mantenham-se amarrados a tratados de não proliferação assinados de boa-fé com potências que demonstram diariamente sua má-fé?
O Veredito da História: A Condenação Definitiva dos Mandantes do Assassinato de Marielle Franco
A Radiografia de um Estado Capturado Nacional, Política, Corrupção PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por […]
A Paralisia do Estado: Como o Brasil Perdeu o Direito de Lucrar com a Descoberta da Polilaminina
Um diálogo recente da cientista Tatiana Sampaio expôs a ferida: o Brasil perdeu a patente internacional da polilaminina, o revolucionário tratamento para lesões medulares, porque a UFRJ não teve verba para pagar as taxas durante os cortes orçamentários de 2015/2016. O governo Temer aprofundou a austeridade, e o resultado é que hoje a fórmula está vulnerável no exterior. Enquanto 23 pacientes já se beneficiam da ciência brasileira, o Estado, que deveria proteger esse ativo, assistiu passivamente à perda de um patrimônio bilionário. Uma crônica da inovação sabotada pela gestão irresponsável do neoliberalismo.
Evangelismo: Manipulação, Controle, Medo e Ódio
Este artigo analisa a pregação de um pastor que “orou” para que integrantes de uma escola de samba que homenageou Lula contraíssem câncer de garganta. Argumenta-se que esse discurso não é um desvio isolado, mas a expressão máxima de um modelo de evangelismo que substitui a mensagem de amor e graça de Jesus, por um sistema de controle baseado no binômio medo-punição. Citando as críticas do teólogo Caio Fábio, o texto expõe como muitos líderes usam um “Deus vingativo” do Velho Testamento para intimidar fiéis e adversários, prometendo prosperidade enquanto vendem medo e alimentam o ódio. O artigo conclui que essa prática é uma forma de terrorismo psicológico que ridiculariza o verdadeiro Evangelho e revela a fragilidade de uma fé que precisa de inimigos para sobreviver.