Miguel Nicodelis: O Brasil Está Seguindo a Agenda dos Psicopatas do Silicon Valley – Na Suécia os Alunos Voltaram ao Lápis e Papel

O neurocientista Miguel Nicolelis fez um alerta que não deve ser relevado em entrevista ao programa 20 Minutos, do Opera Mundi: o Brasil está cometendo um erro estratégico ao seguir cegamente a agenda de data centers, e inteligência artificial imposta pelos “psicopatas do Vale do Silício”.
Nicolelis ficou mundialmente conhecido por seus avanços em interfaces cérebro-máquina — tecnologia que permite que pessoas com paralisia movimentem membros robóticos, usando apenas o pensamento. O seu trabalho já foi capa da revista Nature e da Science, e ele liderou o projeto que permitiu que um jovem paraplégico desse o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, usando um exoesqueleto controlado pela mente.

É justamente essa bagagem — o conhecimento profundo do funcionamento do cérebro humano e das possibilidades da tecnologia — que dá peso às suas críticas ao que vemos hoje.

A Tempestade Perfeita que Abala a Volkswagen

A Volkswagen não está simplesmente fechando fábricas ou cortando empregos. Está tentando sobreviver a uma transformação industrial que coloca em xeque um dos pilares da economia alemã.
A notícia de que o Grupo Volkswagen poderá eliminar até 100 mil postos de trabalho e que quatro fábricas alemãs estão sob risco é, portanto, muito maior do que parece. O número de 100 mil, é importante esclarecer, representa o cenário mais severo: cerca de 50 mil cortes já fazem parte de programas negociados, enquanto outros 50 mil são uma possibilidade caso novas medidas de redução de custos sejam necessárias. As quatro fábricas também não estão oficialmente condenadas ao fechamento.
Mas o problema é real.
E tem nome: competitividade.

Deutsche Bank entra no yuan — Menor Exposição ao Risco do Dólar é um dos Motivos?

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Há movimentos no sistema financeiro internacional que parecem pequenos quando observados isoladamente. Mas alguns deles ganham outra dimensão quando colocados lado a lado.

A decisão do Banco Central da China de autorizar o Deutsche Bank como primeiro banco europeu de clearing de transações em renminbi (yuan) é um desses movimentos.

A notícia foi tratada pela CNN como mais um passo na internacionalização da moeda chinesa. E, à primeira vista, é exatamente isso. Mas há algo maior acontecendo: o sistema financeiro mundial começa, lentamente, a construir alternativas à dependência do dólar.

Isso não significa que o yuan esteja substituindo o dólar. Está muito longe disso. Mas significa que o monopólio de fato do dólar sobre o comércio internacional, começa a ser questionado por instituições financeiras que, até pouco tempo atrás, tinham poucos incentivos para fazê-lo.

A Dança das Cadeiras no Tabuleiro Energético Global

Rapidinha PolitikBr

A transformação do BRICS em uma força econômica global já não pode ser analisada apenas pelo tamanho de suas economias ou pelo número de países que integram o grupo. Há um outro elemento, talvez ainda mais estratégico: energia.

É justamente nesse ponto que a reportagem da Revista Fórum chama atenção para uma mudança profunda. O BRICS ampliado reúne alguns dos maiores produtores e exportadores de petróleo do planeta. Rússia, Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Brasil, entre outros, colocam, sob o mesmo guarda-chuva geopolítico, uma parcela extraordinária dos recursos energéticos mundiais. E o petróleo, apesar de toda a discussão sobre transição energética, ainda é poder.

A Crise Diplomática entre o Canadá e os EUA: Por que 100 mil canadenses querem a expulsão do embaixador americano?

Rapidinha PolitikBr:
Mais de 100 mil canadenses já assinaram uma petição pedindo a expulsão do embaixador dos Estados Unidos no Canadá, Pete Hoekstra. A mobilização, que ultrapassou a marca simbólica nesta semana, aumenta a pressão sobre o governo de Mark Carney e expõe o momento mais delicado das relações entre os dois países em décadas .

O que está em jogo?

A petição, iniciada por Leanne Walker, uma moradora de Calgary, e patrocinada pela deputada Elizabeth May, do Partido Verde, pede que o governo canadense declare Hoekstra persona non grata e solicite a sua saída do país. As acusações contra o diplomata são graves

A Guerra que Drenou os EUA e a Jogada de Mestre da China – Diversificação da Matriz Energética

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Enquanto os EUA travam uma guerra custosa contra o Irã, as suas reservas estratégicas de petróleo secam.

Larry Johson nesse artigo disse que os Estados Unidos enfrentam uma situação crítica. Ele destacou – como o Telegraph citou – que as reservas estratégicas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo em 40 anos, em torno de 290 milhões de barris. O analista explicou as implicações técnicas desse esgotamento:

“Desses 290, é preciso manter no mínimo 145 milhões de barris nas cavernas… Se você retirar o petróleo, a única forma de fazer isso é bombear a água para dentro. E o petróleo é mais leve que a água, então ele sobe com a água até o topo e então é sugado para fora. Mas o problema é que com toda essa água, se você estiver basicamente retirando até a última gota, vai criar uma crise, uma crise estrutural para a caverna de sal. A água se mistura com o sal, enfraquece a parede, a caverna de sal desaba sobre si mesma.”

A notícia que (re)coloca o Brasil no mapa do petróleo – Margem Equatorial

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A Petrobras anunciou, em 14 de agosto de 2026, a descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, a 175 km da costa do Amapá. A estatal tem 100% do bloco FZA-M-59 e agora inicia a fase de avaliação para medir o tamanho e a viabilidade do achado.

A margem equatorial já vem sendo explorada com sucesso pela Guiana, que experimenta um boom na produção de petróleo. A Margem Equatorial é uma vasta região geográfica e geológica offshore que se estende por todo o litoral das regiões Norte e Nordeste do Brasil, indo do Amapá ao Rio Grande do Norte.

Larry Johnson: O Estreito de Ormuz, a Crise Energética Global e os Limites dos EUA

O Estreito de Ormuz tornou-se o epicentro de uma crise energética global, com o Irã bloqueando a passagem e atacando petroleiros dos Emirados Árabes Unidos que tentam burlar o bloqueio. As reservas estratégicas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo em 40 anos, e o mundo enfrenta uma escassez de diesel e combustível de aviação. Militarmente, os EUA esgotaram seus estoques de mísseis e não conseguem produzi-los rapidamente devido à dependência da China por minérios de terras raras. Na Ucrânia, a Rússia avança em sete frentes, caminhando para a derrota completa do país. O império americano, que iniciou a guerra com promessas de vitória rápida, encontra-se agora militarmente superado, logisticamente estrangulado e politicamente isolado.

A Tempestade Perfeita: Suicídio, Fome, Motim e Revolta no Abraham Lincoln

A bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, uma crise humanitária e militar sem precedentes se desenrola. Após mais de 260 dias consecutivos no mar — um recorde —, a tripulação enfrenta fome, escassez de água e itens básicos, além de colapso na infraestrutura.
Relatos indicam múltiplas tentativas de suicídio e um motim que resultou em sete mortos.
Paralelamente, a guerra contra o Irã desencadeou a maior crise de consciência em décadas, com um aumento de 1.000% nos pedidos de objeção de consciência, motivados pela recusa moral em matar civis e lutar em uma guerra considerada injusta.

O Manifesto do Apocalipse Tecnocrático: Como a Palantir e a Cabala do Vale do Silício Planejam Engolir o Mundo

Este artigo dissecada o projeto ideológico da Palantir, empresa liderada por Alex Karp e Peter Thiel, que visa substituir a democracia por uma “monarquia tecnocrática global”.
Com base em transcrições de entrevistas e análises de especialistas, o texto expõe como a Palantir articula um discurso de superioridade civilizacional, militarização total dos dados e eliminação da política como mediação social.
A empresa já opera no Brasil através de contratos com o FNDE e o Butantan, tratando o país como uma “colônia de dados” perfeita.
O artigo conecta o sucesso financeiro da empresa à implementação de um neofascismo que utiliza a tecnologia para automatizar o controle social, substituindo a agência humana por algoritmos. E conclui que a reação a esse processo deve ser política e não meramente tecnológica.