Principais entregas deste artigo:
- O Abismo entre a Inércia e o Engajamento nas Redes
- A Natureza do Eleitor Progressista e a Aversão ao Militantismo
- O Paradoxo dos Dados: Pesquisas Favoráveis vs. Engajamento Desfavorável
- A Estrutura do Algoritmo e a Assimetria da Mobilização
- Responsabilidade Histórica ou Fatalismo Genético?
Internacional, Geopolítica, Economia, Corrupção
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Por PolitikBr I Brasília, Em 31/07/2026, 09h:43min, leitura: 17min
Editor: Rocha, J.C.

Essa é uma análise documental. Para visualizar “o todo” recomendamos a leitura dos demais artigos, e publicações relacionadas, que se somam ao tema de hoje. Boa leitura.
A mensagem que circula em grupos de WhatsApp de esquerda, alertando sobre a disparidade de engajamento digital entre as pautas de Lula e as de Flávio Bolsonaro, acendeu um sinal de alerta: “É hora da esquerda parar de achar que as eleições já estão ganhas. Em todos os jornais eletrônicos do país, a reportagem de Milei com Flávio têm em média. 50 mil curtidas. Sabe quantas notícias do Lula tem essa quantia? Nenhuma. Ou a esquerda se apropria das redes ou vai perder as eleições. Vamos parar de fanatismo, mi-mi-mi e cair na real. O risco é eminente.” A constatação é factual, a conclusão, no mínimo, pessimista e incômoda. Mas será que a realidade do jogo político é esse mesmo? É o que vamos tratar nesse artigo.
O que a mensagem, alerta, viral, revela, contudo, vai além de uma simples disparidade numérica de “curtidas”. Ela expõe uma ferida aberta na psique política da esquerda: a incapacidade crônica de transcender o papel de espectador crítico para assumir o de ator militante no palco das redes sociais.
Enquanto a direita extremista transformou o algoritmo em um campo de batalha, utilizando-o como uma extensão de sua trincheira ideológica, a esquerda, em sua maioria, se comporta como um intelectual em um café parisiense, analisando o caos, mas se recusando a sujar as mãos na lama da briga digital.
A Ciência da Estupidez e a Geografia Política do Cérebro
Para compreender a fundo a assimetria brutal observada no engajamento digital, precisamos mergulhar em um conjunto de estudos longitudinais que traçam um mapa inquietante da relação entre a arquitetura cognitiva e a orientação política.
O economista e historiador italiano Carlo Cipolla, em suas célebres “Cinco Leis Fundamentais da Estupidez Humana”, já nos alertava que “os estúpidos são os indivíduos mais perigosos de todos”. Para Cipolla, a estupidez se define como a ação que prejudica os outros sem trazer qualquer benefício a si mesmo — e, frequentemente, prejudicando também o próprio agente .
O que a ciência contemporânea acrescenta a essa reflexão é a constatação de que a adesão a certas ideologias não é um mero acaso ou fruto de livre-arbítrio puro, mas está correlacionada com traços cognitivos profundos.
Um estudo pioneiro conduzido por Ian J. Deary e seus colegas, utilizando dados do British Cohort Study (N = 7.042 nascidos em 1958) e do National Child Development Study (N = 8.832 nascidos em 1970), chegou a uma conclusão que até hoje não foi contestada: crianças com menor capacidade de raciocínio abstrato, e menor quociente de inteligência geral (g) demonstraram maior probabilidade de adotar ideologias de direita, com foco em conservadorismo social e autoritarismo na fase adulta.
A pesquisa, publicada na Psychological Science, sugere que ideologias conservadoras oferecem estruturas sociais mais estáveis, previsíveis e hierárquicas. Indivíduos com menor flexibilidade cognitiva tendem a gravitar para essas estruturas porque elas reduzem a ansiedade perante o desconhecido.
Menores pontuações nos testes cognitivos na infância se correlacionaram fortemente com menor abertura à experiência — um traço de personalidade ligado à tolerância ao risco e ao gosto pelo novo — resultando em maiores níveis de preconceito e resistência à integração com grupos diferentes.
Como bem resumiu Deary, os achados sugerem que as crianças mais espertas, ao atingirem os 30 anos, tendem a articular “uma filosofia que enfatiza a razão e o individualismo, em vez da tradição” .
Em contrapartida, o estudo identificou que uma maior inteligência na infância prevê, de forma robusta, visões socialmente liberais — apoio à igualdade de gênero, direitos civis e tolerância à diversidade.
O psicólogo Robert Sternberg, da Universidade Yale, aprofunda essa discussão ao argumentar que a “sabedoria” — a aplicação do conhecimento guiada por valores, para promover o bem comum — é o antídoto contra a “tolice inteligente”. Sternberg identifica cinco distorções cognitivas que levam pessoas inteligentes a agir tolamente: otimismo exagerado, egocentrismo, falsa onisciência, falsa onipotência e ilusão de invulnerabilidade. Um “gênio do mal” pode ter inteligência acadêmica e prática, mas jamais será sábio.
O economista Giancarlo Livraghi, ampliando as ideias de Cipolla, observa que a estupidez coletiva tem um impacto exponencialmente maior do que a soma das estupidezes individuais.
Ao contrário da inteligência, que exige planejamento e coordenação para gerar resultados positivos, a estupidez se propaga com facilidade e pode se tornar uma força avassaladora. Ele destaca a teimosia como um sintoma claro da estupidez: a incapacidade de revisar crenças ou admitir erros, mesmo diante de evidências contrárias.
O Paradoxo dos Números e a Ilusão da Pesquisa
Do ponto de vista estritamente estatístico, a vantagem de Lula é inegável e confortável. A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada em 24 de julho, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mostra o presidente com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 32% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Em um eventual segundo turno, Lula venceria por 48% a 43%. A pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre 10 e 13 de julho, corrobora a liderança, apontando Lula com 40% no primeiro turno e 45% contra 37% de Flávio no segundo. Os dados são claros e parecem indicar uma tranquilidade que a mensagem viral busca desfazer.
No entanto, a ciência política brasileira, personificada por analistas como Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, aponta para uma nuance perigosa. Embora Lula lidere as pesquisas, a demanda por uma “terceira via” atingiu seu patamar mais alto, com 27% dos eleitores preferindo um candidato que não tenha o apoio de Lula ou Bolsonaro.
Tokarski, em entrevista à CNN, explica que, embora exista essa demanda, “não há oferta”, e o eleitor, insatisfeito, acaba migrando para os polos. A pesquisa do Datafolha revela ainda que Flávio Bolsonaro e Lula são os nomes mais rejeitados, com 48% e 46%, respectivamente. Ou seja, o terreno, a princípio, pode parecer fértil para um terremoto, e se, realmente, a inércia digital da esquerda for mesmo um gatilho para um desastre anunciado? É hora de prestar atenção a isso. Entretanto, empreender, patrocinar, se curvar, obedecer à Trump, e encenar com Milei aquele grotesco espetáculo, quando do lançamento da candidatura de Flávio, parece ter mudado esse cenário na percepção popular, com o “grupo do meio do espectro político” se definindo rapidamente em direção à Lula. Talvez, na percepção deles, seja “melhor escolher o menos pior”. E, claramente, Flavio Bolsonaro é o pior. Flávio é um risco à nação, e ao próprio conceito de um Brasil livre, não subalterno e altivo. Já Lula encarna um Brasil altivo. Como bem definido pelo Jornalista Reinaldo Azevedo: “Lula Estadista, Flávio Entreguista” – Reinaldo Azevedo: “Lula Estadista, Flávio (Bolsonaro) Entreguista.

Otoni de Paula defende “direita com Lula” em 2º turno contra Flávio Bolsonaro – Deputado evangélico apoia Caiado no 1º turno, recusa clã Bolsonaro e projeta migração de votos evangélicos no 2º turno
Os dados mais recentes da Pesquisa Atlas/Intel mostra que a aprovação de Lula subiu para 47,6%, com a desaprovação recuando para 51,2% em julho. Os números apontam uma evolução positiva para o governo em relação ao levantamento anterior, realizado no final de junho. Naquela medição, a desaprovação à Lula somava 52,3%, ao passo que a taxa de aprovação era de 45,9%
E o editorial do Estadão – O JORNAL “O ESTADO DE SÃO PAULO” E O CANDIDATO NANICO QUE APELA À MILEI, À TRUMP E À NETANYAHU – deixa claro a rejeição, mesmo das elites econômicas e industriais e do agronegócio, em geral, avessas à Lula, ao que Flávio representa: uma espécie de fantoche, de história medíocre e nebulosa. Que patrocina com o seu irmão Eduardo uma Agenda Anti Brasil. Além da enorme carga de processos judiciais, a que respondeu, e que mesmo arquivados por vícios legais – não o inocentando – por corrupção e enriquecimento ilícito. Similar à Trump nos EUA. Que lá, no entanto, foi condenado em alguns processos.
O Algoritmo como Trincheira: A Amplificação da Extrema-Direita
Se a ciência cognitiva explica a predisposição de certos perfis para o conservadorismo, a ciência dos algoritmos explica a capacidade de fogo desses grupos nas redes sociais. Um estudo conduzido pelo Behavioural Insights Team (BIT), encomendado pelo fundo de inovação finlandês Sitra, analisou o comportamento de algoritmos em plataformas como o TikTok, Instagram e X (antigo Twitter) na Europa. A conclusão foi devastadora: conteúdos de direita representaram 58% de todo o conteúdo político classificado, contra apenas 26% para a esquerda e 16% para o centro.
O mais perturbador é que, mesmo quando os “avatares” do estudo sinalizaram interesse exclusivo em política de esquerda, as perspectivas de direita continuaram à dominar os seus feeds, sugerindo que a amplificação algorítmica se sobrepõe à preferência do usuário.
O estudo observou uma deterioração da qualidade do conteúdo, com as plataformas priorizando engajamento e monetização em detrimento da experiência do usuário. Impressionantes 67% de todo o conteúdo político encontrado era baseado em opinião, entretenimento ou de natureza não verificável. Exemplos incluíam vídeos gerados por IA de gorilas contando piadas misóginas e xenófobas, bem como memes expressando apoio à ideologia nazista.
Estudos de auditoria algorítmica, realizados durante as eleições americanas de 2024, utilizando 120 contas com identidades falsas no X, confirmaram essa tendência: contas neutras (simulando um novo usuário) apresentaram um viés padrão de exposição à direita, enquanto o algoritmo concentrava a exposição em poucas contas de alta popularidade, com os usuários de direita experimentando a maior desigualdade de exposição. Em outras palavras, a arquitetura das plataformas não apenas favorece a direita, como a amplifica contra a vontade explícita do usuário.
A experiência do editor desse artigo foi que, no Facebook, durante a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018, as minhas postagens de natureza política eram motivo de censura, exclusão, e mesmo o impedimento do meu perfil em “comentar” posts de terceiros. Uma descarada censura, que me fez abandonar a plataforma, já que o jogo era sujo e desleal.
No TikTok ocorreu o mesmo. Com 21 milhões de visualizações e 32 mil seguidores, a conta foi banida sob a acusação de violação das diretrizes da comunidade. Outro caso de censura explícita.
No Facebook, mais tarde, ainda tentei novamente. Fiz um novo perfil. Acumulei 5.000 seguidores e tudo recomeçou, com proibições de compartilhamento de conteúdo crítico à direita e à extrema direita. Então, excluí, em definitivo a conta, por entender que a plataforma era claramente injusta e tendenciosa, favorecendo o conteúdo da direita e da extrema direita, e negando paridade democrática, à publicitação de conteúdo da esquerda.
Cito um caso que ilustra essa disparidade em discussão: um dos trabalhadores de serviços gerais – limpeza – do condomínio em que resido, tinha pleno conhecimento, em detalhes, dos ataques chulos de Milei à Lula e à Alexandre de Moraes, mas desconhecia, por completo, que Flávio Bolsonaro é acusado de traição ao Brasil, prática de corrupção sistêmica e de conspirar contra o próprio país. A “correia de transmissão” da extrema direita funciona impulsionando as notícias e mentiras que lhes interessa e escondendo os fatos que lhes fragiliza. E esse “modus operandi” é ineficiente ao ser usado pela esquerda, que percola as noticias e informações deletérias aos adversários políticos, preferencialmente, em seu próprio nicho. Em sua “bolha”. Onde sentem pertencimento e acolhimento.
O DNA da Não-Militância: Uma Questão de Classe ou de Caráter?
O cerne do problema, entretanto, não reside apenas nos números das pesquisas ou nos vieses algorítmicos, mas na resposta à pergunta mais incômoda: “Por que a maioria do eleitorado de esquerda é avessa a ser militante?” A hipótese lançada é de que “você nasce com o DNA da luta ou não”. Esta é uma visão tão fatalista quanto a de que a genética define o destino, e ignora a complexidade sociológica do eleitorado esquerdista.
O eleitor de centro-esquerda é, em grande medida, um produto da classe média intelectualizada, acostumada ao conforto do debate acadêmico e da crítica de poltrona. Ele é educado para valorizar a nuance, a complexidade, a dúvida metódica. A militância, em contrapartida, exige simplificação, repetição e, muitas vezes, a abdicação de parte da sofisticação intelectual, em favor da eficácia política. A direita, especialmente a bolsonarista, não tem esse pudor. Ela opera com slogans, narrativas binárias e uma agressividade digital que a esquerda, em sua “elegância”, menospreza.
Em certa feita, no X, o editor, de maneira não intencional, postou um vídeo, já antigo, de uma manifestação política da esquerda na Cidade de São Paulo, como se fosse a do “domingo que passara”. O resultado foi que 100% das críticas ácidas, agressivas, não vieram da direita e sim da esquerda. Foi só um equívoco, mas detona, em certa medida, como a esquerda é puritana, contra uma direita mentirosa e manipuladora. Não se trata de defender que a esquerda seja “suja e baixa” como é a extrema direita, em especial, mas em tentar responder à provocação viral que conduz esse artigo.
Essa dificuldade da esquerda em se mobilizar nas redes é uma extensão de sua dificuldade histórica em lidar com a cultura de massa. Enquanto a direita se apropriou do meme, da sátira e da comunicação emotiva e irracional, a esquerda ainda tenta convencer o eleitor com gráficos e argumentos racionais em um ambiente onde a emoção e o choque são os reis. A citação da mensagem viral é um grito de socorro: o “mimimi” e o “fanatismo” não são apenas críticas superficiais; são sintomas de uma desconexão brutal entre o discurso e a prática de comunicação digital.
A Responsabilidade Histórica e o Preço da Inação
A resposta de Flávio Bolsonaro às acusações de Michelle Bolsonaro, que o acusou de “maltratá-la” e tratá-la como “dispensável”, expõe a crise interna da direita, que pode ser capitalizada. No entanto, a esquerda parece confiar que essa crise, por si só, a levará à vitória. É uma aposta perigosa, uma reedição da tragédia de 2018, quando o antipetismo foi subestimado.
O “risco eminente” mencionado na mensagem não é a perda das eleições apenas pelas urnas, mas a perda da narrativa, da hegemonia cultural. A direita e a extrema direita, ao dominarem o engajamento digital, não apenas influenciam o voto, mas também constroem a realidade paralela em que os seus eleitores vivem. Quando uma reportagem de Flávio com Milei tem 50 mil curtidas, e a de Lula não chega perto disso, a mensagem que se reforça é a de que o bolsonarismo é um movimento vivo, pulsante e vencedor. O eleitor indeciso ou desiludido com a política é atraído pela energia, não pela razão.
A guerra da informação da agressão dos EUA/Israel foi vencida pelo Irã: os vídeos satíricos usando legos, representando Trump e a derrota que os EUA estavam – e continuam – sofrendo, inundou as redes sociais de todo o mundo. O resultado é que a “causa irianiana” contra o agressor capitalista e sionista tem, nesse momento, mais apoio do que nunca em todo o mundo, e não somente do sul global. Isso é poderoso. E tanto os EUA quanto Israel passaram a ser vistos como “Estados Párias”.
A sátira bem construída não é manipulação de mentes. É uma forma inteligente de comunicar conceitos e induzir aceitação imediata. A força das imagens é muito mais poderosa, na comunicação de massas – que são avessas à leitura, e reféns da comunicação rápida, sem nuances, objetiva – do que textos reflexivos, longos como esse, que são lidos por pessoas mais intelectualizadas, e já convencidas de que lado estão. Nessa premissa, parece óbvio que não há necessidade da esquerda mentir, manipular, distorcer, mas sim de atualizar esse conceito de “comunicação lego iraniano” ao caso Brasil, nesse caso exemplo.
Concluir que a militância de esquerda tem menor ímpeto à luta política e que “isso é um traço nosso e não há como mudar” é uma forma de capitulação intelectual. Não se trata de um “DNA” imutável, mas de uma escolha política e estratégica. E, acima de tudo: de tomada de posição e coragem.
A esquerda precisa aceitar a natureza inestética, mas necessária, da guerra cultural. Isso não significa abandonar o discurso elegante ou a verdade factual, mas aprender a revesti-los de uma forma que seja digerível, e compartilhável no ecossistema digital. A “estratégia lego” é um exemplo que o PolitikBr traz para essa reflexão.
A militância digital, mais do que uma opção, é uma exigência para aqueles que acreditam na responsabilidade histórica de seus atos. Ignorar essa verdade, refugiando-se na análise fria dos números das pesquisas, pode ser o maior erro de cálculo de uma geração.
Nota ao leitor
Este artigo buscou compilar, em uma análise única e aprofundada, os elementos factuais e contextuais que cercam a crise de engajamento digital da esquerda brasileira, confrontando os dados das pesquisas eleitorais com a percepção de inação militante e incorporando descobertas da psicologia cognitiva, e da ciência algorítmica, para tentar explicar a assimetria observada. As fontes utilizadas são públicas e estão devidamente listadas para sua verificação.
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Referências utilizadas nesse artigo
- G1 (2026): Datafolha: Lula tem 40% e Flávio Bolsonaro, 32% no 1º turno – https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/pesquisa-eleitoral/noticia/2026/07/24/datafolha-primeiro-turno-julho.ghtml
- G1 (2026): Quaest no Rio de Janeiro: Flávio Bolsonaro tem 32% e Lula… – https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/eleicoes/2026/noticia/2026/07/27/quaest-rio-de-janeiro-presidente-julho.ghtml
- CNN Brasil (2026): Demanda por terceira via nunca esteve tão grande, diz CEO da Nexus – https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/demanda-por-terceira-via-nunca-esteve-tao-grande-diz-ceo-da-nexus/
- Facebook/g1 (2026): Eleições 2026 – Pesquisa Quaest – https://www.facebook.com/g1/videos/elei%C3%A7%C3%B5es-2026-pesquisa-quaest-divulgada-nesta-quarta-feira-15-mostra-o-president/1017158214459189/
- Folha de S.Paulo (2026): Genial/Quaest: Lula fica 8 pontos à frente de Flávio Bolsonaro e venceria 2º turno por 45% a 37% – https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/genialquaest-lula-fica-8-pontos-a-frente-de-flavio-bolsonaro-e-venceria-2o-turno-por-45-a-37.shtml
- G1 (2026): Eleições 2026: pesquisas mostram dificuldade para terceira via decolar – https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/05/16/eleicoes-2026-terceira-via-pesquisa-historico.ghtml
- Folha de S.Paulo (2026): Datafolha: Lula tem 48%, e Flávio Bolsonaro, 43% no segundo turno – https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/07/datafolha-lula-tem-48-e-flavio-bolsonaro-43-no-segundo-turno.shtml
- Brasil 247 (2026): Aprovação de Lula sobe para 47,6%, indica pesquisa AtlasIntel – Brasil 247
- AZERTAC (2012): Study links lower IQ to higher prejudice – https://azertag.az/en/xeber/study_links_lower_iq_to_higher_prejudice-76332
- ScienceDirect (2010): Social status, cognitive ability, and educational attainment as predictors of liberal social attitudes and political trust – https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0160289609001238
- Good Authority (2008): Intelligence and Sociopolitical Orientations – https://goodauthority.org/news/intelligence-and-sociopolitical-orientations/
- Behavioural Insights Team (2026): Social media algorithms amplify right-wing content against young users’ preference – https://www.bi.team/press-releases/social-media-algorithms-amplify-right-wing-content-against-young-users-preference-study-finds/
- MDPI (2021): The Sixth Law of Stupidity: A Biophysical Interpretation of Carlo Cipolla’s Stupidity Laws – https://0-www-mdpi-com.brum.beds.ac.uk/2079-8954/9/3/57
- American Psychological Association (2003): President’s column—Responsibility: One of the other three Rs – https://www.apa.org/monitor/mar03/pc
- Yale Alumni Magazine (2002): Probing Stupidity – http://archives.yalealumnimagazine.com/issues/02_04/details.html
- arXiv (2024): Auditing Political Exposure Bias: Algorithmic Amplification on Twitter/𝕏 Approaching the 2024 U.S. Presidential Election – https://ar5iv.labs.arxiv.org/html/2411.01852

