Zelensky confronta Trump e Putin: recusa todas as propostas dos EUA para paz e a ameaça russa cresce

A paz na Ucrânia permanece um horizonte distante e sangrento, apesar da aproximação diplomática entre Donald Trump e Vladimir Putin durante a cúpula do Alasca. Trump parece que entendeu as preocupações de segurança da Federação Russa diante do avanço contínuo da OTAN para suas fronteiras, contexto que culminou na chamada “Operação Militar Especial Russa” iniciada em 24 de fevereiro de 2022 – mas na prática, o impasse se aprofunda.

Trump, Putin e o tabuleiro da paz: A Imposição da Cessão de Territórios da Ucrânia aos Russos

Na tentativa de encerrar a guerra entre a Federação Russa e o chamado “Ocidente coletivo” — conflito que já devasta a Ucrânia há mais de 03 anos — Donald Trump resolveu agir com o seu tradicional estilo de ultimato. Primeiro, impôs um prazo de 50 dias para que Vladimir Putin aceitasse um cessar-fogo, sob pena de novas tarifas econômicas contra Moscou.

Mídia: Zelensky é Página Virada. O general Valery Zaluzhny é o Novo Presidente, de fato, da Ucrânia

Enquanto o mundo finge acompanhar com indignação a “guerra na Ucrânia”, um fato essencial foi simplesmente silenciado: Volodymyr Zelensky caiu. O presidente-símbolo da resistência ao “invasor russo” foi discretamente substituído — sem eleição, sem parlamento, sem povo. No lugar, entra o general Valery Saluzhny, ex-comandante das Forças Armadas ucranianas, outrora demitido por Zelensky, e agora ressuscitado como marionete funcional das potências ocidentais.

Putin escala o apocalipse: produção em massa do míssil hipersônico oreshnik e a retórica do “mão morta”

Vladimir Putin voltou a elevar o tom da ameaça nuclear global. Em conferência ao lado do aliado Lukashenko, de Belarus, o presidente russo anunciou a produção em massa do míssil hipersônico Oreshnik, de alcance até 5.500Km e velocidade 10 a 12 vezes maior que o som, capaz de portar ogivas nucleares e atingir qualquer país integrante da OTAN em menos de 17 minutos.

Lindsey Graham expõe plano de Washington contra a Rússia e revela o cinismo da política externa dos EUA

Em vídeos e entrevistas recentes, Graham defendeu abertamente o endurecimento máximo das sanções contra Moscou, pregando inclusive a destruição econômica não só da Rússia, mas também de países do BRICS (incluindo Brasil, China e Índia) que desafiem o embargo energético americano. Seu discurso chocou até setores moderados, não apenas por expressar a hostilidade típica da guerra fria, mas por admitir — em cadeia nacional americana — que o objetivo dos EUA não é apenas “conter” a Rússia, mas arruinar seu modelo econômico a qualquer custo.