Bolsonaro vai cumprir pena em regime fechado

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou definitiva a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi sentenciado a 27 anos e três meses de reclusão. Com essa decisão, que marca o fim do processo referente ao esquema golpista, o ex-mandatário está apto a iniciar o cumprimento da pena.

A Vitória de Lula: Como o Pragmatismo Desmontou a Arquitetura do Caos

A suspensão de parte das tarifas de importação de 50% impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, decretada nos primeiros dias da administração Trump, não foi um mero ajuste de política comercial. Foi o desfecho de um complexo e sórdido capítulo de ingerência política, onde o Brasil foi transformado em tabuleiro de um jogo de xadrez geopolítico movido por interesses da extrema-direita global.

A Crônica Sub-representação no Ato Discricionário do Poder

A nomeação para o Supremo Tribunal Federal é, por definição, um ato de poder discricionário do Presidente da República. É o momento em que a caneta do Planalto traça, sobre a tela da história institucional do país, um nome que carregará, por décadas, o peso de interpretar a Constituição Cidadã….

Quando o cristão comemora a morte, o Evangelho se cala

O choque brutal que tomou os Complexos do Alemão e da Penha, mais do que um golpe contra o crime, expôs as raízes apodrecidas de um sistema corrompido e seletivo na aplicação da violência, que reproduz a desigualdade e alimenta a barbárie institucionalizada.” (PolitikBr)

Há momentos em que o silêncio diz mais do que mil palavras. O silêncio cúmplice, o silêncio conveniente, o silêncio que finge não ver o óbvio: a banalização da morte. Foi exatamente esse o som que ecoou após a chacina promovida pelo governo Cláudio Castro nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro — uma operação policial que deixou 134 mortos, sendo 4 policiais e 17 pessoas sem qualquer passagem pela polícia.

Mais uma Chacina: Caem os Peões, Poupam-se os Chefões

O Rio de Janeiro amanheceu mais uma vez coberto pelo cheiro acre da morte. A megaoperação policial no Complexo da Penha, ordenada pelo governador Cláudio Castro, já contabiliza 134 mortos — o maior massacre da história recente do estado. O que o governo tenta vender como “combate ao crime organizado” é, na verdade, um ato de extermínio deliberado, uma demonstração de força que transforma vidas humanas em estatísticas e caixões em palanque político.

Trump abandona o bolsonarismo e abraça a realpolitik

O bolsonarismo acreditou que a amizade ideológica com Donald Trump garantiria influência e proteção, mas o pragmatismo da realpolitik falou mais alto. Enquanto Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo alimentavam discursos conspiratórios, o governo Trump mostrou que seus interesses comerciais valem mais do que afinidades políticas. O encontro entre o chanceler Mauro Vieira e autoridades americanas expôs o isolamento dos seguidores de Jair Bolsonaro e demonstrou que, no jogo diplomático, os “adultos” tomaram o assento à mesa — deixando os extremistas à margem.

A “realpolitik” bate na cara de Eduardo Bolsonaro e de seu “Parça”

Há dias em que a política internacional revela, sem filtros, o abismo entre a diplomacia real e a pantomima ideológica que alguns insistem em encenar. O episódio ocorrido nos Estados Unidos, quando Marco Rubio simplesmente ignorou a tentativa de interferência de Eduardo Bolsonaro e de seu “parça” Paulo Figueiredo, é um desses momentos que descortinam a diferença entre o poder real e o delírio performático.

A paz espera pelo fim de Netanyahu

Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil poderá normalizar as relações diplomáticas com Israel assim que Benjamin Netanyahu deixar o poder, ele não estava apenas comentando um episódio momentâneo da geopolítica. Estava, na verdade, recolocando o Brasil no eixo da moralidade internacional. A fala, feita após o cessar-fogo mediado por Donald Trump entre Israel e o Hamas, ressoa como um divisor de águas entre dois mundos: o da barbárie institucionalizada e o da diplomacia baseada em princípios humanitários.

O “Homem da Coca-Cola” e a sabotagem ao Brasil

Há um momento em que as máscaras caem. E Tarcísio de Freitas, o governador de São Paulo que tenta se travestir de gestor técnico e equilibrado, finalmente revelou a quem realmente serve. A recente derrota da Medida Provisória que previa a taxação dos 1% mais ricos, das bets e das fintechs, não foi um acidente político ou mera desarticulação de governo. Foi sabotagem. Fria, calculada.