Este artigo analisa o momento de exaustão da Ucrânia e do Ocidente diante da Rússia, com base em reportagens recentes. O texto aborda a declaração de Zelensky sobre o fim das hostilidades como sinal de rendição, a pressão dos EUA para encerrar o conflito até o inverno, a frustração de um plano terrorista ucraniano, a posição russa de não negociar sob pausa, e a admissão americana da “realidade no terreno”. O artigo conclui que o teatro político ocidental chegou ao fim, com a Rússia ditando os termos do desfecho.
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Zelensky confronta Trump e Putin: recusa todas as propostas dos EUA para paz e a ameaça russa cresce
A paz na Ucrânia permanece um horizonte distante e sangrento, apesar da aproximação diplomática entre Donald Trump e Vladimir Putin durante a cúpula do Alasca. Trump parece que entendeu as preocupações de segurança da Federação Russa diante do avanço contínuo da OTAN para suas fronteiras, contexto que culminou na chamada “Operação Militar Especial Russa” iniciada em 24 de fevereiro de 2022 – mas na prática, o impasse se aprofunda.