A bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, uma crise humanitária e militar sem precedentes se desenrola. Após mais de 260 dias consecutivos no mar — um recorde —, a tripulação enfrenta fome, escassez de água e itens básicos, além de colapso na infraestrutura.
Relatos indicam múltiplas tentativas de suicídio e um motim que resultou em sete mortos.
Paralelamente, a guerra contra o Irã desencadeou a maior crise de consciência em décadas, com um aumento de 1.000% nos pedidos de objeção de consciência, motivados pela recusa moral em matar civis e lutar em uma guerra considerada injusta.
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O Manifesto do Apocalipse Tecnocrático: Como a Palantir e a Cabala do Vale do Silício Planejam Engolir o Mundo
Este artigo dissecada o projeto ideológico da Palantir, empresa liderada por Alex Karp e Peter Thiel, que visa substituir a democracia por uma “monarquia tecnocrática global”.
Com base em transcrições de entrevistas e análises de especialistas, o texto expõe como a Palantir articula um discurso de superioridade civilizacional, militarização total dos dados e eliminação da política como mediação social.
A empresa já opera no Brasil através de contratos com o FNDE e o Butantan, tratando o país como uma “colônia de dados” perfeita.
O artigo conecta o sucesso financeiro da empresa à implementação de um neofascismo que utiliza a tecnologia para automatizar o controle social, substituindo a agência humana por algoritmos. E conclui que a reação a esse processo deve ser política e não meramente tecnológica.
A Resiliência Brasileira e a Geopolítica do Comércio: O Superávit que Incomoda a Doutrina Monroe
A balança comercial brasileira acumulou um superávit de US$ 49 bilhões entre janeiro e julho de 2026. Longe da economia ser abalada, na verdade ela se amplia, se descolando cada vez mais do comércio exterior com os Estados Unidos, um país hostil ao Brasil e a seus interesses estratégicos. Hoje, essa balança representa menos de 10% de todo o comércio exterior do Brasil, e caindo. O Brasil não é a “Goenlândia” que Trump pensa; que ele pode tomar a seu bel prazer, cooptando barato traidores nacionais. A reedição da “Doutrina Donroe” por Trump, e à tentativa de interferência nas eleições brasileiras, não irá prosperar. O Brasil de hoje não é a nação submissa do ex-presidente Bolsonaro, ou a Argentina do servil Milei. O Brasil luta por sua soberania econômica e estratégica, com um olhar plural, ao mesmo tempo em que rechaça os vassalos que se curvam a Washington.
A Saga de Thiago Ávila: Da Prisão e Tortura por Israel, ao Luto
Principais entregas deste artigo: Internacional, Nacional, Geopolítica, Economia, Corrupção PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As […]
O Tribunal Penal Internacional e a Hipocrisia dos EUA
A administração Trump declarou o Tribunal Penal Internacional (TPI) uma organização ilegítima, em mais um capítulo da histórica rejeição americana a uma justiça internacional que não controla. A hipocrisia se revela na seletividade: o TPI foi legítimo quando emitiu mandado contra Putin (2023), mas se tornou “ilegítimo” quando fez o mesmo contra Netanyahu (2024). A ordem executiva de Trump, de fevereiro de 2025, impôs sanções ao tribunal e a quem coopere com ele, numa tentativa de proteger aliados e garantir impunidade. O caso de Bolsonaro, acusado de genocídio indígena no TPI e até hoje não julgado, ilustra a seletividade do sistema. O que Washington não tolera é que os seus cidadãos, ou os seus principais aliados, sejam responsabilizados por tribunais que não controlam.
As Impressões de Mearsheimer Sobre Esse Momento do Oriente Médio
John Mearsheimer, em entrevista ao Dialogue Works, traçou um cenário crítico do Oriente Médio. Para ele, a estratégia de Israel de enfraquecer todos os polos de poder regional mira, além do Irã, a Turquia — um risco existencial para a coesão da OTAN. Sobre a guerra com o Irã, o professor descarta uma vitória militar americana, mas também descarta mais uma guerra sem fim, apostando em uma saída negociada, forçada pela falta de recursos e pelo dano econômico infringido aos Estados Unidos. Mearsheimer vê o momento como “plástico”: as bases americanas no Golfo encolherão e a China, principal adversária dos EUA, emerge como a grande vencedora do conflito, ao drenar Washington de suas forças e munições destinadas à Ásia.
O Crepúsculo da Ordem Unipolar – A Geopolítica de Trump na Cúpula de Ancara e o Avanço Silencioso da China na Eurásia
A Cúpula da OTAN em Ancara revelou o estado fraturado da ordem ocidental. Trump priorizou sua amizade com Erdogan, anunciando o fim das sanções e a possível venda de caças F-35 à Turquia, irritando Israel e os aliados europeus. Enquanto isso, a guerra contra o Irã se intensificava, expondo o isolamento americano e a falta de apoio europeu para suas ações militares. Em contraste, a China avança metodicamente com investimentos e soft power na Eurásia, contrastando com a política externa errática e coercitiva de Washington. O evento evidenciou a transição para um mundo multipolar, onde a influência se constrói com planejamento de longo prazo, não com ameaças e personalismo.
Encarando a Realidade: A China e o Desmoronamento da Miragem Ocidental
A narrativa de excepcionalismo americano colide com a realidade de uma China que, em 2025, já era a maior economia do mundo em Paridade de Poder de Compra (PPC), líder em inovação tecnológica (patentes de IA, robótica e energia verde), e detentora de uma infraestrutura que torna obsoleta a dos EUA.
Analistas como Martin Jacques destacam a superioridade da governança tecnocrática chinesa (engenheiros no poder), contra o modelo ocidental dominado por advogados e políticos sem experiência executiva. A experiência de expatriados americanos, como Bradley Cray, revela a cruel realidade: na China, a classe média pode pagar por saúde, educação, transporte e alimentação de qualidade a uma fração do custo americano, e viver sem o medo de tiroteios em escolas.
Enquanto os EUA se afogam em dívidas, infraestrutura em ruínas, e uma elite política comprometida com interesses corporativos, Pequim executa planos decenais para dominar as cadeias globais de suprimentos. A China já não é apenas a “fábrica do mundo”, mas o seu principal centro de inovação, e o parceiro comercial indispensável para o Sul Global. A quase inevitável dominância global da China não parece caminhar para uma do cópia do passado colonial e neocolonial ocidental, mas um novo modelo de ganha-ganha. O sonho americano não se mudou para a Ásia; ele morreu na América, enterrado pela ganância e pela miopia de sua classe dirigente.
Scott Ritter: “A Guerra Foi Perdida. Ponto Final”
A análise de Scott Ritter sobre a situação entre os EUA e Irã é realista: a guerra já foi perdida, o memorando de entendimento é uma farsa, e os EUA não têm capacidade militar para uma guerra total. O verdadeiro motor do acordo é a recomposição dos estoques de petróleo americanos, enquanto o Irã usa a pausa para reerguer a sua economia e rearmar o seu exército. Trump, segundo Ritter, joga para ganhar tempo até as eleições de meio de mandato, mantendo o eleitorado desinformado. A mensagem final: os EUA são incapazes de cumprir acordos, e o mundo já deveria ter aprendido isso.
Ali Khamenei: Mártir do Islã, Lágrimas, Revolta e Pedidos de Vingança pelo Líder Supremo
Principais entregas: Internacional, Nacional, Geopolítica, Economia PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As pessoas. Talvez você, […]