Coronel Douglas Macgregor: A Guerra Contra o Irã à Serviço de Israel – A Vergonhosa Submissão de Trump

Neste artigo, o Coronel Douglas Macgregor, antigo conselheiro do Pentágono, fala sobre a guerra não declarada contra o Irã. Macgregor denuncia que o conflito não foi autorizado pelo Congresso nem pelo povo americano, e serve exclusivamente aos interesses expansionistas de Israel, e destruindo a economia doméstica dos EUA. As consequências para o cidadão comum são brutais: inflação descontrolada, perda do poder de compra, gasolina e alimentos a preços proibitivos. Macgregor descreve como “cada família americana paga um imposto de guerra na bomba de gasolina e no supermercado”. O artigo também revela que a “ameaça iraniana” foi uma mentira fabricada por Israel (confirmada pelo ex-analista da CIA John Kiriakou), e que Trump se submeteu ao lobby sionista (AIPAC) e ao comprometimento do arquivo Epstein.

A Escada Para o Abismo Nuclear

O artigo analisa a sequência entre o ataque em Starobelsk, atribuído por Moscou à Ucrânia, a resposta russa contra Kiev e a escalada envolvendo drones, mísseis de longo alcance, infraestrutura energética russa e o corredor báltico. A tese central é que a guerra deixou de ser apenas ucraniana e passou a envolver, de forma cada vez mais explícita, a OTAN, seus sistemas de inteligência, suas armas e seus territórios de fronteira.

O texto critica a mídia ocidental por narrar os ataques russos contra Kiev como eventos isolados, sem contextualizar os ataques ucranianos contra instalações russas, o episódio de Starobelsk e a campanha de drones em profundidade contra infraestrutura energética e industrial da Rússia. A análise também destaca que fontes ocidentais reconhecem a ampliação da campanha ucraniana de ataques profundos e as incursões de drones no espaço báltico.

O Império dos Espelhos: Trump Não Vai Bombardear o Irã

Nas últimas 72 horas, quatro vozes — talvez as mais lúcidas dentro do deserto de mediocridade que é o atual establishment de segurança nacional americano — convergiram para um veredito que a grande mídia ainda insiste em obscurecer: os Estados Unidos não vão atacar o Irã. Porque não podem.

Oreshnik: A Força Bruta e a Coerção Pelo Medo

O analista geopolítico e coronel reformado do Exército dos EUA, Douglas Macgregor, conhecido por suas análises francas e contundentes, não poupou palavras ao comentar o recente ataque russo que atingiu Lviv, no extremo oeste da Ucrânia, a meros 100 quilômetros da fronteira polonesa. A sua fala, mais do que uma simples avaliação militar, soa como um obituário para a estratégia ocidental no conflito.

Douglas Macgregor: A Armadilha da Venezuela Sai Pela Culatra

Washington comemorou cedo demais.
Para o coronel Douglas Macgregor, a captura de Maduro repete os erros do Iraque e da Líbia: remove o líder, ignora o poder real e semeia o caos.
Sem tropas, sem plano e com economia exaurida, os EUA criaram mártires, fortaleceram inimigos e provocaram um desastre que voltará em forma de instabilidade e migração em massa.
A armadilha da Venezuela saiu pela culatra.

Scott Ritter: A Realidade do Conflito e a Inevitável Vitória Russa

Scott Ritter desmonta a narrativa oficial sobre a guerra na Ucrânia.
Enquanto o Ocidente insiste em vender esperança, a realidade no campo de batalha aponta outra direção: a vitória estratégica russa já está consolidada.

Não é opinião. É análise militar fria, baseada em logística, doutrina e fatos — não em propaganda.
A guerra, na prática, já acabou. O que resta é a recusa em admitir a derrota.

Coronel Douglas MacGregor: A Neutralização de Odessa como Hub Logístico no Jogo de Guerra Rússia x OTAN

A Rússia não está apenas lutando em uma “operação militar especial”; ela está executando um plano estratégico de longo prazo, utilizando a Ucrânia como palco de preparação para um conflito que considera inevitável com a OTAN.

No centro desta tese está a cidade portuária de Odessa. Mais do que um alvo, Odessa se tornou um caso de estudo definitivo de como a guerra moderna pode ser decidida sem batalhas campais decisivas, intensas. Sua neutralização não é um evento tático, mas a concretização de uma estratégia russa maior.

A Última Peça no Tabuleiro: A Queda de Odessa

🔍 Do Campo de Batalha ao Balanço Patrimonial: O Duplo Colapso de Odessa

O que um lendário investidor e um experiente coronel do Pentágono têm em comum? Ambos, com suas lentes distintas, enxergam o mesmo desfecho catastrófico para a Ucrânia.

Enquanto Douglas MacGregor descreve a manobra militar implacável que isola a cidade, a lógica de análise que evoca Warren Buffett revela um cenário ainda mais brutal: Odessa não é só um alvo estratégico; é o ativo vital que mantinha o “negócio Ucrânia” funcionando. Sem seu porto, o país vira um ativo improdutivo, uma empresa falida prestes a ser liquidada no tabuleiro geopolítico.

Este artigo mergulha na convergência assustadora entre a estratégia militar e o cálculo econômico frio, explicando por que a queda de Odessa não é mais uma questão de “se”, mas de “quando”, e como esse evento marcará a falência de um projeto ocidental e a redefinição do poder na Eurásia.

👉 Leia a análise completa e entenda as raízes do colapso da cidade, que se avizinha.