A “Rapidinha” do PolitikBr analisa o editorial do jornal Estado de S. Paulo, que cobra explicações do candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) sobre o financiamento de R$ 61 milhões, oriundos do banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master), para o filme “Dark Horse”. O artigo destaca a promessa não cumprida de prestar contas em 30 dias, a tentativa do senador de declarar o caso uma “página virada” sem apresentar documentos, e a gravidade do contexto, com Vorcaro preso por suspeita de liderar uma fraude bilionária e com a Polícia Federal investigando o caso. A análise reforça a necessidade de transparência total para um postulante ao Palácio do Planalto.
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O Extremista e Ex-Deputado Eduardo Bolsonaro é Condenado pela Justiça Brasileira
Por unanimidade, a Primeira Turma do STF condenou Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo. O ministro Alexandre de Moraes foi enfático: “Processo penal não é palhaçada.” Eduardo articulou sanções dos EUA contra o Brasil para pressionar o julgamento do pai, Jair Bolsonaro (condenado a 27 anos e 3 meses de prisão). O ex-deputado que está foragido nos EUA perdeu o mandato por faltas e agora é réu condenado. Simultaneamente, o escândalo do Banco Master e dos R$ 61 milhões pagos por Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse” corrói a candidatura de Flávio Bolsonaro. O clã Bolsonaro está em implosão: pai preso, um filho condenado, outro réu, e o senador enrolado em acusações de corrupção.
A Endêmica Corrupção da Extrema Direita — O Caso do Brasil
O Intercept Brasil revelou planilhas e comprovantes bancários do esquema de corrupção, supostamente, envolvendo membros da família Bolsonaro, com o banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master). R$ 61milhões desaguaram no fundo Ravengate, nos EUA, controlado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. A mesma produtora do filme “Dark Horse” desviou R$ 61 milhões que desaguaram no fundo Ravengate, nos EUA,controlado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. A mesma produtora do filme “Dark Horse” é acusada de desviar R$ 11 milhões do Sistema S em sete estados, via ONG de fachada. O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, foi flagrado com R$ 400 mil em espécie, em seu flat, que alegou ser o dinheiro fruto da venda de um imóvel. O deputado Carlos Jordy movimentou R$ 75 mil em 63 operações com seu assessor, usando a técnica de “smurfing” (saques de R$ 9.999,00, fracionados). As movimentações atípicas globais dos assessores investigados no esquema, porém, somam montantes muito maiores (na casa dos milhões). A PF apurou o uso fraudulento de empresas de locação de veículos e de fachada para desviar recursos públicos das cotas parlamentares dos deputados. Relatórios da PF apontaram que as movimentações financeiras globais consideradas suspeitas nas contas de assessores e empresas envolvidas totalizaram cerca de R$ 27,8 milhões.