Israel tem cerca de 90 ogivas nucleares. O Irã, segundo Postol, Starr e o furo de Pepe Escobar, pode ter até 15 — montadas em mísseis hipersônicos, que o THAAD e o Patriot não conseguem interceptar. Com as defesas ocidentais destruídas e a guerra convencional perdida, a “Opção Sansão” deixa de ser tabu e entra na mesa. O que acontece quando o Oriente Médio cruza a linha nuclear? Este artigo traça o cenário regional de destruição e morte — e aponta para o que vem depois.
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O Comandante do Caos: a Desordem Mundial e a Guerra de Escolha de um Presidente Entre a Mentira e o Delírio
A guerra de Trump contra o Irã revela mais do que um conflito geopolítico — expõe uma crise profunda de liderança. Entre contradições discursivas, ausência de estratégia clara e sinais preocupantes de deterioração cognitiva, o presidente americano conduz uma escalada militar que parece responder mais a impulsos do que a objetivos concretos. Analistas e jornalistas independentes descrevem um cenário alarmante, onde decisões críticas são tomadas sem coerência, enquanto o próprio conflito cria os problemas que afirma resolver.
Netanyahu/Trump x Irã: As Narrativas e o Espetáculo Grotesco de um Ataque sem Justificativa
O mundo acordou hoje, 28 de fevereiro de 2026, com a notícia de que Israel e os EUA lançaram um “ataque preventivo” contra o Irã. Mas a resposta iraniana foi imediata e devastadora, expondo a fragilidade da narrativa ocidental.
O Irã lançou a Operação “Promessa Verdadeira 4”, atingindo 14 bases militares dos EUA no Oriente Médio, incluindo a sede da Quinta Frota no Bahrein e a maior base do CENTCOM no Qatar. Em Israel, o sistema Domo de Ferro se mostrou ineficaz, com mísseis atingindo Tel Aviv e Haifa. A peça central da retaliação foi o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo global, paralisando a economia mundial.