O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou definitiva a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi sentenciado a 27 anos e três meses de reclusão. Com essa decisão, que marca o fim do processo referente ao esquema golpista, o ex-mandatário está apto a iniciar o cumprimento da pena.
Categoria: Racismo e Intolerância
O Plano de Paz de Trump e a Capitulação da Ucrânia
Diante de um colapso quase inevitável, a Ucrânia se viu forçada a aceitar o plano de paz de Donald Trump, um documento marcado por concessões duras que revelam a essência da capitulação disfarçada de acordo diplomático.
A Engrenagem do Absurdo: A Tornozeleira e a Encenação da Demência
O episódio envolvendo o episódio surreal da tentativa de destruição da tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e as subsequentes alegações sobre seu estado mental não é apenas um caso isolado de bizarrice, mas a manifestação de uma estratégia política perene da extrema-direita: a teatralização do caos e a fuga cíclica da responsabilidade.
Scott Ritter: O Plano de Paz de Trump, Sabotagem e a Queda de Zelensky
A entrevista concedida por Scott Ritter a Danny Haiphong pinta um quadro apocalíptico para a Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelensky, segundo a análise, enfrenta “um dos momentos mais difíceis da nossa história”. A escolha apresentada é existencial: capitular e perder a dignidade, ou arriscar a perda de um “parceiro-chave” – uma referência velada, mas inequívoca, a Donald Trump e seu governo.
A Vitória de Lula: Como o Pragmatismo Desmontou a Arquitetura do Caos
A suspensão de parte das tarifas de importação de 50% impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, decretada nos primeiros dias da administração Trump, não foi um mero ajuste de política comercial. Foi o desfecho de um complexo e sórdido capítulo de ingerência política, onde o Brasil foi transformado em tabuleiro de um jogo de xadrez geopolítico movido por interesses da extrema-direita global.
A Crônica Sub-representação no Ato Discricionário do Poder
A nomeação para o Supremo Tribunal Federal é, por definição, um ato de poder discricionário do Presidente da República. É o momento em que a caneta do Planalto traça, sobre a tela da história institucional do país, um nome que carregará, por décadas, o peso de interpretar a Constituição Cidadã….
Reinaldo Azevedo Fala de Máfia, Motta, Derrite e Tarcísio
O Brasil chega a 2025 com a segurança pública firmemente instalada no topo das preocupações nacionais. Lula, claro favorito para as próximas eleições presidenciais, enfrenta um fantasma conhecido: a eterna tentativa da direita de explorar o tema da violência para fins eleitorais. O retrato mais brutal dessa estratégia está na recente operação policial no Rio de Janeiro, orquestrada pelo governador Cláudio Castro, que aterrorizou a população e ganhou aplausos vitais para sua popularidade.
Comandante do BOPE desmente Cláudio Castro
A espetaculosa e sangrenta operação policial nos complexos do Alemão e da Penha no fim de outubro de 2025, sob o comando do governador Cláudio Castro, entrou para a história não apenas pela letalidade — 134 mortos, incluindo quatro policiais —, mas principalmente pelas contradições e segredos que envolveram seus desdobramentos. O governador, em sua primeira manifestação pública, apresentou um cenário aparentemente controlado e racional: a maioria das mortes teria resultado de um cerco tático do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), armando um bloqueio na mata para capturar traficantes em fuga, similar à táticas de operações anteriores. Contudo, essa narrativa desmoronou diante das várias evidências e denúncias do próprio aparato policial e do Ministério Público.
Patriot, Kinzhal e a Destruição do Mito
Há guerras que terminam com tratados. Outras, com silêncio. A guerra na Ucrânia — e, em especial, a destruição das baterias Patriot enviadas pela Alemanha — é um desses marcos históricos que, sem um tratado, encerra um ciclo de ilusões. Como observa Jeffrey Sachs, o ataque russo com um míssil hipersônico Kinzhal não destruiu apenas um equipamento de defesa aérea: destruiu um símbolo de fé — a crença do Ocidente de que sua tecnologia ainda bastaria para manter a superioridade frente aos Russos.
Jeffrey Sachs: Mamdani e o Colapso Moral da Política Americana
Zohran Mamdani conquistou, na última terça-feira (4/11), uma das vitórias mais significativas dos democratas, especialmente nesse momento de confronto com os republicanos e Trump, em plena crise do shutdown.
Com apenas 34 anos, Mamdani, muçulmano e declarado socialista democrático, foi eleito prefeito de Nova York, superando por ampla margem seus principais adversários: o ex-governador Andrew Cuomo, democrata, mas que nesse pleito que concorreu como candidato independente, e o republicano Curtis Sliwa, que levou uma “surra”.