Rapidinha PolitikBr
O Brasil vive um momento histórico no setor de petróleo. Enquanto o mundo se debate com as convulsões geopolíticas que elevam os preços da commodity, o país colhe os frutos de uma aposta tecnológica feita há décadas. Não se trata apenas de um “bônus” passageiro, mas de uma consolidação estrutural que reposiciona o Brasil no xadrez energético global.
A marca de 4 bilhões de barris produzidos no campo de Tupi, a projeção de um superávit comercial próximo aos US$ 100 bilhões e a recente descoberta na Margem Equatorial, pintam um quadro de um país que, no meio da turbulência global, emerge como um player cada vez mais relevante no campo energético.
O recorde de Tupi é o símbolo máximo dessa jornada. Em 73 anos, a Petrobras nunca havia visto um ativo atingir esse volume, e a tecnologia desenvolvida para desafiar as águas ultraprofundas do pré-sal, transformou a estatal em referência mundial. O resultado prático está nas contas do país.
Categoria: geopolitica
A Decadência dos EUA: Professor Desaba e Chora ao Ver que Alunos do Ensino Médio — Indo para a Faculdade — Não Sabem Ler e Nem Escrever
O vídeo de um professor americano desabafando e chorando em sala de aula viralizou. Não por uma tragédia pessoal, mas por uma tragédia nacional: os seus alunos, prestes a se formar e ir para a faculdade, são analfabetos funcionais.
Darius Williams, professor da Wheatley High School em Houston, Texas, gravou um desabafo durante o seu intervalo. Ele havia acabado de dar uma aula de três horas para alunos de 17 e 18 anos. A atividade era simples: ler dois parágrafos e preencher uma frase com quatro palavras. Ele deu o gabarito, completou a frase no modelo, anotaram juntos. Ainda assim, a maioria não conseguiu. Quatro palavras.
Pepe Escobar: Já que Trump Perdeu e Não Conseguiu Controlar o Irã, Agora Ele Quer Destruir Tudo
Enquanto o mundo observa, a estratégia de Donald Trump para o Oriente Médio parece ter chegado a um beco sem saída. A ameaça recente de bombardear Omã, caso o país prossiga com um acordo com o Irã sobre o Estreito de Ormuz, soa menos como uma demonstração de força e mais como o desespero de quem vê suas opções se esgotarem .
A gota d’água para a nova fúria de Trump foi a notícia de que Omã e Irã estão avançando em negociações independentes para gerenciar o fluxo no Estreito de Ormuz. Para Trump, que já declarou o estreito como “território dos Estados Unidos”, a iniciativa é uma afronta. “Se Omã se intrometer, vamos bombardeá-los e destruí-los”, afirmou o presidente em entrevista à Fox News
BrainNet: Como um “Vírus Mental” Pode Controlar Milhões de Cérebros
Há ideias que parecem ficção científica até percebermos que parte delas já está sendo demonstrada em laboratório.
Em uma nova entrevista, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis apresenta uma dessas ideias: a possibilidade de que cérebros humanos individuais, quando submetidos simultaneamente à determinadas informações, possam formar uma espécie de “supraestrutura cerebral” coletiva — uma Brainet.
E o conceito vai muito além da tecnologia.
Ele toca em uma questão incômoda: até que ponto aquilo que pensamos ser uma decisão individual é, na realidade, produto de uma informação compartilhada por milhões de cérebros ao mesmo tempo?
Miguel Nicodelis: O Brasil Está Seguindo a Agenda dos Psicopatas do Silicon Valley – Na Suécia os Alunos Voltaram ao Lápis e Papel
O neurocientista Miguel Nicolelis fez um alerta que não deve ser relevado em entrevista ao programa 20 Minutos, do Opera Mundi: o Brasil está cometendo um erro estratégico ao seguir cegamente a agenda de data centers, e inteligência artificial imposta pelos “psicopatas do Vale do Silício”.
Nicolelis ficou mundialmente conhecido por seus avanços em interfaces cérebro-máquina — tecnologia que permite que pessoas com paralisia movimentem membros robóticos, usando apenas o pensamento. O seu trabalho já foi capa da revista Nature e da Science, e ele liderou o projeto que permitiu que um jovem paraplégico desse o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, usando um exoesqueleto controlado pela mente.
É justamente essa bagagem — o conhecimento profundo do funcionamento do cérebro humano e das possibilidades da tecnologia — que dá peso às suas críticas ao que vemos hoje.
A Tempestade Perfeita que Abala a Volkswagen
A Volkswagen não está simplesmente fechando fábricas ou cortando empregos. Está tentando sobreviver a uma transformação industrial que coloca em xeque um dos pilares da economia alemã.
A notícia de que o Grupo Volkswagen poderá eliminar até 100 mil postos de trabalho e que quatro fábricas alemãs estão sob risco é, portanto, muito maior do que parece. O número de 100 mil, é importante esclarecer, representa o cenário mais severo: cerca de 50 mil cortes já fazem parte de programas negociados, enquanto outros 50 mil são uma possibilidade caso novas medidas de redução de custos sejam necessárias. As quatro fábricas também não estão oficialmente condenadas ao fechamento.
Mas o problema é real.
E tem nome: competitividade.
Deutsche Bank entra no yuan — Menor Exposição ao Risco do Dólar é um dos Motivos?
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Há movimentos no sistema financeiro internacional que parecem pequenos quando observados isoladamente. Mas alguns deles ganham outra dimensão quando colocados lado a lado.
A decisão do Banco Central da China de autorizar o Deutsche Bank como primeiro banco europeu de clearing de transações em renminbi (yuan) é um desses movimentos.
A notícia foi tratada pela CNN como mais um passo na internacionalização da moeda chinesa. E, à primeira vista, é exatamente isso. Mas há algo maior acontecendo: o sistema financeiro mundial começa, lentamente, a construir alternativas à dependência do dólar.
Isso não significa que o yuan esteja substituindo o dólar. Está muito longe disso. Mas significa que o monopólio de fato do dólar sobre o comércio internacional, começa a ser questionado por instituições financeiras que, até pouco tempo atrás, tinham poucos incentivos para fazê-lo.
A Dança das Cadeiras no Tabuleiro Energético Global
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A transformação do BRICS em uma força econômica global já não pode ser analisada apenas pelo tamanho de suas economias ou pelo número de países que integram o grupo. Há um outro elemento, talvez ainda mais estratégico: energia.
É justamente nesse ponto que a reportagem da Revista Fórum chama atenção para uma mudança profunda. O BRICS ampliado reúne alguns dos maiores produtores e exportadores de petróleo do planeta. Rússia, Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Brasil, entre outros, colocam, sob o mesmo guarda-chuva geopolítico, uma parcela extraordinária dos recursos energéticos mundiais. E o petróleo, apesar de toda a discussão sobre transição energética, ainda é poder.
A Crise Diplomática entre o Canadá e os EUA: Por que 100 mil canadenses querem a expulsão do embaixador americano?
Rapidinha PolitikBr:
Mais de 100 mil canadenses já assinaram uma petição pedindo a expulsão do embaixador dos Estados Unidos no Canadá, Pete Hoekstra. A mobilização, que ultrapassou a marca simbólica nesta semana, aumenta a pressão sobre o governo de Mark Carney e expõe o momento mais delicado das relações entre os dois países em décadas .
O que está em jogo?
A petição, iniciada por Leanne Walker, uma moradora de Calgary, e patrocinada pela deputada Elizabeth May, do Partido Verde, pede que o governo canadense declare Hoekstra persona non grata e solicite a sua saída do país. As acusações contra o diplomata são graves
A Guerra que Drenou os EUA e a Jogada de Mestre da China – Diversificação da Matriz Energética
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Enquanto os EUA travam uma guerra custosa contra o Irã, as suas reservas estratégicas de petróleo secam.
Larry Johson nesse artigo disse que os Estados Unidos enfrentam uma situação crítica. Ele destacou – como o Telegraph citou – que as reservas estratégicas de petróleo dos EUA estão no nível mais baixo em 40 anos, em torno de 290 milhões de barris. O analista explicou as implicações técnicas desse esgotamento:
“Desses 290, é preciso manter no mínimo 145 milhões de barris nas cavernas… Se você retirar o petróleo, a única forma de fazer isso é bombear a água para dentro. E o petróleo é mais leve que a água, então ele sobe com a água até o topo e então é sugado para fora. Mas o problema é que com toda essa água, se você estiver basicamente retirando até a última gota, vai criar uma crise, uma crise estrutural para a caverna de sal. A água se mistura com o sal, enfraquece a parede, a caverna de sal desaba sobre si mesma.”