Na cosmologia não é possível se dissociar o espaço do tempo, por isso, sempre se faz referência ao termo “espaço-tempo”, que são indissociáveis.
Na cosmologia política brasileira uma correlação, da mesma forma, intrínseca. Um fenômeno análogo. Não dá para se diferenciar corrupção endêmica de extrema direita. É um “ente” indissociável: extrema direita-corrupção, que assombra e assola o país. Aves de rapina. Onde a rapinagem é o objetivo maior.
A conjugação do verbo furtar…Do verbo se apropriar do que não é seu. Do que não é fruto do seu trabalho. A rapina pública, que é o modus operandi da extrema direita brasileira.
Categoria: Corrupção
O Crepúsculo da Ordem Unipolar – A Geopolítica de Trump na Cúpula de Ancara e o Avanço Silencioso da China na Eurásia
A Cúpula da OTAN em Ancara revelou o estado fraturado da ordem ocidental. Trump priorizou sua amizade com Erdogan, anunciando o fim das sanções e a possível venda de caças F-35 à Turquia, irritando Israel e os aliados europeus. Enquanto isso, a guerra contra o Irã se intensificava, expondo o isolamento americano e a falta de apoio europeu para suas ações militares. Em contraste, a China avança metodicamente com investimentos e soft power na Eurásia, contrastando com a política externa errática e coercitiva de Washington. O evento evidenciou a transição para um mundo multipolar, onde a influência se constrói com planejamento de longo prazo, não com ameaças e personalismo.
Scott Ritter: “A Guerra Foi Perdida. Ponto Final”
A análise de Scott Ritter sobre a situação entre os EUA e Irã é realista: a guerra já foi perdida, o memorando de entendimento é uma farsa, e os EUA não têm capacidade militar para uma guerra total. O verdadeiro motor do acordo é a recomposição dos estoques de petróleo americanos, enquanto o Irã usa a pausa para reerguer a sua economia e rearmar o seu exército. Trump, segundo Ritter, joga para ganhar tempo até as eleições de meio de mandato, mantendo o eleitorado desinformado. A mensagem final: os EUA são incapazes de cumprir acordos, e o mundo já deveria ter aprendido isso.
Ali Khamenei: Mártir do Islã, Lágrimas, Revolta e Pedidos de Vingança pelo Líder Supremo
Principais entregas: Internacional, Nacional, Geopolítica, Economia PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. As pessoas. Talvez você, […]
Reinaldo Azevedo: “Flávio é entreguista. Ponto”
Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, viajou aos Estados Unidos pela sexta vez em 2026 para oferecer submissão a Donald Trump – segundo o jornalista Reinaldo Azevedo. Em documento de 86 páginas, ele ofereceu vantagens comerciais e propôs uma equipe de transição a serviço do governo americano, caso seja eleito. O gesto, inédito na história republicana, configura crime segundo o artigo 359-K do Código Penal (3 a 12 anos de prisão), e que pode levar à cassação do Partido Liberal (PL) com base no artigo 28 da Lei dos Partidos e no artigo 17 da Constituição, que proíbem subordinação a governo estrangeiro. O ex-diretor do FMI Paulo Nogueira Batista Jr. definiu o fenômeno como “patriota entreguista”, enquanto Lula chamou Flávio de “traidor da pátria”. A oferta de equipe de transição ao governo americano, agradecida pelo secretário de Estado Marco Rubio, em carta vazada, representa uma intenção de rendição da soberania nacional, sem precedentes, pela extrema direita brasileira.
A Dissonância Cognitiva e a Implosão da Extrema Direita Brasileira
O vídeo de Michele Bolsonaro expõe a crise terminal da extrema direita brasileira, onde a dissonância cognitiva – a recusa em confrontar fatos que contradizem crenças arraigadas – se revela o motor da autofagia. A misoginia declarada de Paulo Figueiredo, o silêncio cúmplice de Flávio e a ausência de Jair Bolsonaro expõem um movimento que prefere a derrota eleitoral a permitir uma nova liderança feminina. A briga não é pelo Brasil, mas por quem segura a “caneta” do poder – e, ao fazê-lo, o clã confirma que nunca teve um projeto de país, apenas um espólio a ser disputado.
A Dissonância Cognitiva que Molda a Extrema Direita: Uma Doença do “EU” e da Falta de Pertencimento
A dissonância cognitiva, conceito de Leon Festinger, explica a adesão irracional à extrema direita. Se trata do desconforto gerado pelo choque entre crenças e fatos, levando à rejeição de evidências para preservar a identidade. No Brasil (bolsonarismo) e nos EUA (trumpismo), indivíduos frustrados encontraram propósito político, substituindo a validação acadêmica e científica pela validação grupal em redes sociais. A identidade se torna tão fundida ao grupo, que admitir a verdade significaria aniquilar o próprio sentido de vida. Contradições como “liberdade vs. autoritarismo” e “patriotismo vs. submissão” são mantidas via reinterpretação alucinatória dos fatos. Além do mais, ecossistema digital cria câmaras de eco que reforçam a dissonância. O fenômeno não é ignorância em si, mas uma crise existencial que exige compreensão, além da simples oferta de informação.
O Circo das Promessas Vazias: A Farsa do Escudo Patriot e a Nova Ofensiva Contra o Irã
O Dr. Theodore Postol, do MIT, expõe a farsa do sistema Patriot em entrevista ao Coronel Daniel Davis. Com provas, ele demonstra que a taxa real de interceptação é de apenas 2 a 3%, muito distante dos 90% alegados pela indústria de defesa americana. Enquanto isso, o conflito entre EUA/Israel e Irã se intensifica em junho de 2026, com ataques à bases americanas e o risco de uma escalada regional. Postol alerta que a Europa estaria indefesa contra mísseis russos e critica o Congresso por não exigir dados reais dos contratantes, que “estão roubando do povo americano” e colocando a segurança nacional dos EUA em risco.
Opinião: A Subserviência de Flávio Bolsonaro e a Cobiça dos EUA pelo Pix Desenham o Novo Tarifaço
Flávio Bolsonaro e o Preço da subserviência
A troca de cartas entre Flávio Bolsonaro e Marco Rubio expôs a subserviência aos EUA do candidato da extrema direita à presidência do Brasil, em 2026. A motivação central do “tarifaço” americano é econômica: a ameaça que o Pix representa para as empresas de cartão de crédito dos EUA. Em sua carta, Flávio Bolsonaro não apenas pediu a suspensão das tarifas – do qual ele é acusado de ir aos EUA negociar, em caso de derrota – como ofereceu uma “equipe de transição” a Trump, caso fosse eleito, um ato de submissão e interferência inaceitável. A resposta de Rubio, ao mesmo tempo que agradeceu o apoio, e chamou a oferta de “generosa”, foi implacável quanto às tarifas, listando o Pix e outras “diferenças substanciais” como motivos para a investigação . O governo Lula, em contrapartida, busca uma negociação diplomática técnica, mantendo a dignidade do país. O episódio mostra a degradação da política externa brasileira e a defesa do interesse nacional sendo trocada por vantagens eleitorais, enquanto a soberania do país é colocada em risco.
Conhecendo as Entranhas do Bolsonarismo (Extrema Direita) – A Visão dos Pastores Henrique Vieira e Otoni de Paula
O debate entre os deputados e pastores Henrique Vieira e Otoni de Paula oferece uma rara oportunidade de compreender as raízes do bolsonarismo (extrema direita) dentro das igrejas evangélicas. Enquanto Henrique questiona como um político com histórico de elogios à ditadura e à tortura foi visto como uma espécie de redenção moral, Otoni responde com uma autocrítica contundente: ignorância política, manipulação emocional e responsabilidade direta de lideranças religiosas que transformaram política em fé e políticos em ídolos. O diálogo avança para temas como guerra espiritual, culto à personalidade, enfraquecimento da democracia e crescimento dos desigrejados. Mais do que uma discussão sobre Bolsonaro, trata-se de uma reflexão sobre os riscos da instrumentalização religiosa na política brasileira.