Principais Entregas do Artigo:
- A Dissonância Cognitiva como Estrutura de Sustentação do Extremismo
- A Misoginia como Instrumento de Poder e a Autofagia do Clã
- O Silêncio Cúmplice e a Perda de Controle de Jair Bolsonaro
- A Implosão Estratégica e o Futuro da Candidatura Flávio
- A “Chanchada” Política e a Substituição do Projeto de País pela Disputa Familiar
Internacional, Nacional, Geopolítica, Saúde e Bem Estar, Misoginia, Racismo e Intolerância
PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir.
As pessoas. Talvez você, queira, como eu, entender o mundo em que vive. E é isso que o PolitikBr oferece. Conectar fatos, em uma “linha do tempo”: Uma cartografia documental do presente. Venha conosco! Subscreva o nosso conteúdo.
Dedicado à Verdade e à Paz.

Este site é livre de propagandas invasivas.
Obrigado por ler este artigo!
Se inscreva
Por PolitikBr I Brasília, Em 03/07/2026, 17h:26min, leitura: 15min
Editor: Rocha, J.C.

Essa é uma análise documental. Para visualizar “o todo” recomendamos a leitura dos demais artigos, que se somam ao tema de hoje. Boa leitura.
Há um fenômeno perturbador que atravessa as democracias contemporâneas, um vírus psicológico que se alastra pelas redes digitais e se instala nas mentes de milhões de pessoas. Trata-se da dissonância cognitiva elevada à potência de movimento de massas – o combustível invisível que impulsiona a extrema direita no Brasil e nos Estados Unidos. Sem compreender esse fenômeno, é impossível entender por que um eleitor mantém a sua crença inabalável em um líder, mesmo quando confrontado com evidências irrefutáveis de sua incompetência, corrupção ou autoritarismo. E, mais ainda, é impossível decifrar o espetáculo de autofagia, no campo da extrema direita, onde a guerra interna pelo poder expõe as contradições mais profundas do movimento.
O que assistimos nos últimos dias na política brasileira não é uma simples briga de família, por mais que os protagonistas tentem reduzir o fenômeno à rusgas pessoais. Se trata, na verdade, da materialização da dissonância cognitiva que sempre existiu, mas que agora, sob a pressão de um calendário eleitoral implacável, finalmente expõe as suas vísceras.


Como observou o professor João Cezar de Castro Rocha, da UERJ, o bolsonarismo constitui uma “dissonância cognitiva coletiva”, que coloca os seus adeptos em choque com a realidade, e os transforma em uma estrutura próxima à formação de seitas.
O Mecanismo da Dissonância: Quando a Realidade se Torna Inimiga
Cunhado pelo psicólogo social Leon Festinger em 1957, o conceito de dissonância cognitiva descreve o desconforto mental gerado pelo choque entre crenças profundas e fatos contraditórios da realidade.
Em sua obra, Festinger estabeleceu que “podem existir relações dissonantes ou ‘incongruentes’ entre elementos cognitivos” e que “a existência de dissonância produz pressão para reduzi-la, assim como para evitar o seu aumento”. Em outras palavras, o ser humano busca desesperadamente coerência – e, quando a realidade ameaça essa coerência, ele prefere distorcer a realidade a abandonar as suas crenças.
O comentarista político Silvério Filho, em recente análise publicada em suas redes sociais, ofereceu uma síntese precisa do fenômeno aplicado ao contexto brasileiro: “Dissonância cognitiva nada mais é do que a indisposição em analisar a verdade a partir das evidências”. E prosseguiu, descrevendo o perfil do extremista de direita: “geralmente são pessoas frustradas. Ou frustradas religiosamente, ou sexualmente, ou intelectualmente, ou profissionalmente, tem uma determinada frustração”.
É nesse ponto que a psicologia individual encontra a sociologia política. O movimento bolsonarista, assim como o trumpismo, operou uma transformação notável: converteu indivíduos frustrados, muitas vezes marginalizados ou desprezados por seus pares, em “patriotas”, em “defensores da pátria”. A rejeição social foi transmutada em orgulho identitário; o fracasso pessoal, em virtude cívica.


A Misoginia como Arma e a Autofagia do Clã
Um vídeo bombástico de Michele Bolsonaro, em que ela se mostra revoltada com o tratamento a ela dispensado pelo seu enteado e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, e que foi meticulosamente produzido e cronometrado, como uma peça publicitária de alto calibre, não foi um desabafo, segundo Julian Lemos. Foi um tiro de largada – e, simultaneamente, a prova de que a dissonância cognitiva do grupo o impede de reconhecer a própria contradição: atacar a esposa do líder – que se diz defender é, no mínimo, um gesto de autossabotagem.
Em análise detalhada disponível no YouTube, o ex-aliado o ex-deputado Julian Lemos destaca que a ex-primeira-dama sempre foi tratada como “apenas mulher do pai” pela família, uma figura útil para quebrar a rigidez da imagem de Jair, mas essencialmente descartável.
Ao se posicionar, Michele não está expondo uma briga; está, como disse Lemos, “tacando o pau” contra um sistema de exclusão que a mantinha como instrumento.
“A Michele Bolsonaro, ela não está agora expondo uma briga familiar. Na realidade, nunca houve uma briga familiar. Sempre houve uma rejeição por parte de toda a família em relação a ela.”
A mecânica dessa exclusão é clara. Enquanto os filhos Bolsonaro, especialmente Flávio, demonstravam “com muita dificuldade” que seriam “diferentes”, a realidade, segundo Lemos, é que eles são “piores”. Flávio nunca fez uma viagem com o pai nas campanhas; Eduardo era chamado de “vagabundo” pelo próprio Jair, por nunca ajudar. A lealdade familiar sempre foi uma via de mão única: os filhos usam o sobrenome, mas o pai, como diz Lemos, “não tem consideração à ninguém”, lavando as mãos quando o jogo vira contra ele.
A caneta que Jair usava para assinar decretos, colocada estrategicamente no vídeo de Michele, não é um adereço; é a transferência simbólica do poder. Ela já está “apta e posta” para tomar a dianteira, na visão de Julian Lemos.

Esta disputa de poder, no entanto, revela a verdadeira natureza do movimento extremista de direita. Uma guerra de narrativas pessoais, onde o instrumento principal de combate pelo espólio de Jair Bolsonaro não é a política, mas a difamação e, principalmente, a misoginia.

O caso mais emblemático dessa patologia é a fala do extremista de direita Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo – ditadura militar do Brasil. Em uma declaração que evidêcnia o caráter dissociativo do grupo, ele afirmou que “as mulheres não sabem votar”, que “votam mal” e que as solteiras são piores ainda, pois as casadas “conseguem seguir o voto do marido”.
A reação da ala mais radical, que vê nessa fala não um erro, mas uma verdade inconveniente, mostra o dilema de Flávio Bolsonaro: para agradar a base ultraconservadora masculina, ele precisa exaltar o machismo; para vencer uma eleição, ele precisa do voto feminino.
Em seu programa, o jornalista Reinaldo Azevedo – um dos mais influentes do Brasil – disse:
“Figueiredo deixou claro que Michelle é um problema por ser Michelle, mas também por ser mulher – afinal, esse grupo vota mal porque não estaria apto a alcançar o mundo da plena racionalidade” .
O jornalista foi além, apontando que o silêncio de Flávio, diante dos ataques do próprio aliado, é sintomático de sua fraqueza:
“Ele é uma gaveta vazia, a ser preenchida por ideias de terceiros. Os arcanos ideológicos estão com o irmão Zero Três – o visionário – e com Paulo Figueiredo, o ‘pensador’ metido a sucessor de Olavo de Carvalho, mas com uns 30 mil livros a menos”.
E depois dessa, não restou à Flávio Bolsonaro a não ser vir a público e desautorizar a fala de Paulo Figueiredo, o que vamos ver à frente, e que pareceu mais falso e dúbio do que nunca.
O Silêncio Cúmplice e a Perda de Controle de Bolsonaro
A senadora Damares Alves, em um video, denunciou que “eles – Paulo Figueiredo – atacam a nossa honra, machucam as nossas famílias e usam as mentiras mais sujas para tentar nos calar”. Ela revelou que os ataques contra ela, as intimidações, envolvem até imagens de inteligência artificial, mostrando a sua filha indígena sendo decapitada. Horripilante. Criminoso.
A violência política de gênero não é um exagero retórico; é uma prática sistemática. E o silêncio dos homens, como ela advertiu, “é conivência” com o ataque.


A covardia, no entanto, vai além do machismo declarado de Figueiredo. Reinaldo Azevedo, em mais uma declaração, expõe a sutileza cruel dos ataques orquestrados pelos aliados de Flávio, especialmente Alan dos Santos – foragido nos EUA – , que colocam em dúvida a fidelidade de Michelle ao marido. Ao dizer que “se vocês soubessem as coisas que eu sei”, o movimento insinua a traição da esposa de Jair, a tratando como propriedade (“cada homem com a sua propriedade”), em uma referência explícita ao universo distópico de O Conto de Aia, onde a mulher é reduzida à sua função biológica e social – ou se trataria de uma tentativa de coerção camuflada, a fala de Figueiredo?
A misoginia, como bem coloca Reinaldo, não é um acidente na extrema direita; é a sua essência:
“Sem misoginia, inclusive compartilhada por algumas mulheres, não há extrema-direita.” (Reinaldo Azevedo)
O deputado Otoni de Paula, em discurso na tribuna, foi ainda mais direto ao questionar a ausência de Jair Bolsonaro – desse debate:
“….a senadora Damares Alves, que tem sido atacada. As duas têm sido atacadas não pelo PT, não pela esquerda, mas têm sido atacadas. Vergonhosamente pelos amigos de Flávio Bolsonaro.
Têm sido atacadas de forma covarde, covarde, ao ponto agora de um dos amigos de Flávio Bolsonaro Insinua que Michele Bolsonaro tem casos extraconjugais. Insinua que Michele Bolsonaro trai o presidente Bolsonaro….A que ponto nós chegamos?…O outro, amigo também de Flávio Bolsonaro, diz que Damares tem caso com pastor, caso sexual com pastor…
É isso que sofre quem ousa bater de frente com o clã Bolsonaro, que hoje é o que há de pior na política brasileira…
…E a minha pergunta é, e o presidente Bolsonaro? Ele não está morto, mas parece que. Como que ele não controla a própria família? Como que ele não controla os impulsos loucos e desvairados dos seus filhos? Como que ele não protege a própria mulher? Como que ele admite que seus parceiros lhe chamem de corno?”

A bem da verdade, Jair Bolsonaro está impedido de usar redes sociais e dar entrevistas devido às regras estritas de sua prisão domiciliar humanitária, decorrente de sua condenação definitiva pelo STF à 27 anos e 3 meses de prisão, por tentativa de golpe de Estado. No entanto, se sabe que, em situações como essa, réus e condenados nessas condições, tentam usar figuras interpostas — como os seus advogados — para expressar o que pensam. Contudo, essa prática é expressamente proibida pelo tribunal, e qualquer comunicação indireta pode revogar o benefício e fazê-lo retornar ao regime fechado.
Ainda sobre a implosão do clã Bolsonaro – se Michelle pode ser incluída nele, Reinaldo Azevedo capturou a dimensão patética desse drama familiar:
“Vejam em que se transformou a direita brasileira – que os tais ‘mercáduz’ consideram a fonte da estabilidade e da segurança jurídica… Vivemos um misto de chanchada com a reedição, guardadas as diferenças, de ‘A Gata Borralheira'”
Ele prossegue:
“nunca antes na história deste país os destinos da República – ou, vá lá, de um certo domínio ideológico – dependeram dos chiliques, desejos, ambições e desentendimentos de uma única família”.
O Roteiro Combinado e a Cultura do Estupro
Esse novo capítulo da novela bolsonarista, revelado pelas lives de Paulo Figueiredo, e exposto por Reinaldo Azevedo, mostra a podridão moral que sempre foi a essência do movimento, agora confessada em público.
Figueiredo, um dos coordenadores da campanha de Flávio, admitiu ter “combinado tudo” com o candidato – a fala misógina, a repercussão, o falso desagravo às mulheres, tudo foi um roteiro ensaiado para criar uma cortina de fumaça sobre a brutalidade real do projeto político que representam.
Mas a confissão mais estarrecedora veio quando Figueiredo, com orgulho de inquisidor, resgatou a fala de Jair Bolsonaro sobre a deputada Maria do Rosário “não merecer ser estuprada” e a celebrou como a verdadeira essência do bolsonarismo, aquela que “interessa”, em oposição ao “bolsonarismo sem sal” que Flávio tenta vender.
Ao afirmar que “o bolsonarismo é falar que uma mulher não merece ser estuprada”, Figueiredo não cometeu um deslize; ele confessou a doutrina central de uma seita, que erigiu a lógica do estupro como critério de julgamento sobre o valor feminino.
Como bem observou Reinaldo Azevedo: ao considerar o estupro como “matéria de merecimento”, a fala do coordenador de campanha (Paulo Figueiredo) revela que a violência sexual não é um desvio, mas o fundamento de uma cosmovisão em que as mulheres são propriedade a ser avaliada – as que “merecem” a violência e as que, por sua feiura ou inadequação, são “agraciadas” com o desprezo.
A metafísica do estupro, que sempre pautou a extrema direita, agora é desnudada por um de seus mais íntimos operadores, transformando a disputa eleitoral no palco de uma deformação moral que não busca convencer, mas submeter, e que revela, acima de tudo, a dissonância cognitiva de um grupo que acredita poder normalizar o horror como estratégia de campanha.
A Implosão Estratégica: Quando a Autofagia se Torna o Único Movimento Possível
A reunião de Flávio com as mulheres conservadoras do PL, que culminou em um pedido de desculpas hipócrita a Michelle, mas não às mulheres ofendidas por Figueiredo, expõe o caos. Ao publicamente censurar Figueiredo pelas falas misóginas, tendo sido combinado ou não, isso enfureceu a ala radical masculina que ele busca representar. Paulo Figueiredo reagiu com desdém: “Meu apoio permanece”. A base radical não aceita recuos. Para eles, o ataque às mulheres não é um erro tático; é a afirmação de uma identidade.
A disputa pelo Ceará, onde Michele tentou emplacar uma candidata contra o indicado do partido (Partido Liberal), é apenas a ponta do iceberg de uma luta pelo controle do espólio político. O que está em jogo é a definição de quem herda a “caneta” de Bolsonaro: a esposa que construiu uma base própria nas igrejas ou o filho que tenta, sem sucesso, se descolar da imagem de corrupto e inoperante?
Aqui, a dissonância cognitiva atua como o mecanismo que impede qualquer saída racional para o impasse. Como apontou Silvério Filho, “essas pessoas tiveram no bolsonarismo um propósito pra vida. Elas não precisam, por exemplo, mais fazer uma faculdade para entender sobre direitos, sobre constituição, porque elas vêm na corrente de zap – WhatsApp –, colocam no grupo e não precisam ser validadas por professores de universidade, porque eles próprios se validam”.
Quando a identidade do indivíduo se funde à identidade do grupo, a verdade factual se torna uma ameaça existencial. Admitir que o líder mentiu, que a eleição não foi fraudada, que o ataque às instituições foi criminoso – tudo isso significaria não apenas um erro de julgamento, mas a dissolução do próprio EU.
Como sintetizou Silvério Filho: “se elas forem pela verdade factual e perceberem que isso é absurdo, elas se descaracterizam, porque o sentido da vida delas passou a ser essa afirmação política desse grupo”.
O movimento autofágico da extrema direita, guiado pela dissonância cognitiva, está devorando a si mesmo.
Ao preferir perder para Lula a ver Michele crescer, a família Bolsonaro confirma que a política para eles nunca foi sobre o Brasil, mas sobre o controle de um clã. Flávio Bolsonaro perde força eleitoral não porque a esquerda o ataca, mas porque o seu próprio campo o corrói. Além do mais, pesa ainda sobre Flávio acusações de traição à pátria e de subserviência aos interesses americanos. Entretanto, a doença da dissonância cognitiva, para o grupo radical que o apoia, certamente releva tudo isso: Em nome da pátria. Em nome de Deus. Em nome da família. Uma genuína loucura.
Nota ao leitor: Este artigo buscou compilar, numa análise única e aprofundada, os elementos factuais e contextuais que cercam a crise interna na família Bolsonaro, tomando como fio condutor o conceito de dissonância cognitiva desenvolvido no artigo anterior do PolitikBr – https://politikbr.org/2026/07/02/a-dissonancia-cognitiva-que-molda-a-extrema-direita-uma-doenca-do-eu-e-da-falta-de-pertencimento/– . As fontes utilizadas são públicas e estão devidamente listadas para a sua verificação.
Agradecimento:
Em apenas 2 dias de julho de 2026, o PolitikBr foi acessado a partir de dezenas de países – talvez o seu. Agradecemos aos leitores dos Estados Unidos, Japão, Brasil, Israel, China, Irã, Rússia, Canadá, Polônia, Reino Unido, e de tantos outros países que nos acompanham. Seguimos dedicados à verdade e à paz, em todos os idiomas.
O desafio do PolitikBr é crescer. Se tornar mais útil na proposta de “levar a verdade”, na nossa perspectiva, de forma independente, a mais pessoas como você. Para tal, precisamos da sua ajuda. Em breve, iniciaremos uma cobrança simbólica pela leitura completa de nosso conteúdo. Você continuará tendo grátis o briefing de cada análise que realizarmos.
Referências utilizadas nesse artigo:
- PolitikBr, “A Dissonância Cognitiva que Molda a Extrema Direita” [https://politikbr.org/2026/07/02/a-dissonancia-cognitiva-que-molda-a-extrema-direita-uma-doenca-do-eu-e-da-falta-de-pertencimento/]
- Ex-aliado Julian Lemos analisa Michelle e Flávio [https://youtu.be/Y4WelIA40AE]
- Flávio Bolsonaro perde força eleitoral [https://youtu.be/w0ndXBLpxDs]
- Damares Alves defende Michelle Bolsonaro [https://youtu.be/5xEqyU7a47M]
- Reinaldo Azevedo no Metrópoles TV [https://youtu.be/yi1JtK2CoTA]
- Reinaldo Azevedo – Língua armada de Eduardo [https://www.band.com.br/bandnews-fm/videos/reinaldo-lingua-armada-de-eduardo-poem-em-duvida-fidelidade-de-michelle-202606292238]
- Reinaldo Azevedo – Michelle, atacada por Figueiredo [https://www.band.com.br/bandnews-fm/videos/reinaldo-michelle-atacada-por-figueiredo-deixa-setores-do-pl-em-panico-202606302232]
- Reinaldo Azevedo, UOL – “Michelle não recua” [https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2025/12/02/michelle-nao-recua-nesta-chanchada-reacionaria-dos-bolsonaros-borralheiros.htm]
- Reinaldo Azevedo, Ipirá City – “Luta de classes” [https://ipiracity.com/luta-de-classes-flavio-eduardo-figueiredo-e-as-viragos-pentelhudas/]
- G1: Flávio repudia fala de Figueiredo [https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/07/01/flavio-repudia-fala-de-paulo-figueiredo-sobre-mulheres-e-diz-que-empresario-nao-faz-parte-de-pre-campanha-diz-equipe.ghtml]
- O Globo: Reação de Figueiredo após reprimenda [https://oglobo.globo.com/blogs/sonar-a-escuta-das-redes/post/2026/07/apos-reprimenda-de-flavio-bolsonaro-paulo-figueiredo-reage-meu-apoio-permanece.ghtml]
- Diário do Centro do Mundo: Reunião com mulheres e mal-estar [https://www.diariodocentrodomundo.com.br/reuniao-de-flavio-bolsonaro-com-mulheres-tem-aceno-a-michelle-e-novo-mal-estar/]
- Deputado Otoni de Paula defende Michelle [https://youtu.be/wz3yZmpuyg4]
- FESTINGER, Leon. A Theory of Cognitive Dissonance. Stanford: Stanford University Press, 1957.
- ROCHA, João Cezar de Castro. “Midiosfera bolsonarista e dissonância cognitiva (3)”. Rascunho, 01/12/2021. [https://rascunho.com.br/colunistas/nossa-america-nosso-tempo/midiosfera-bolsonarista-e-dissonancia-cognitiva-3/]
- SILVÉRIO FILHO. Análise sobre dissonância cognitiva e bolsonarismo. Instagram, 2026. [https://www.instagram.com/reel/DZPpjYXR03H/]
- MOURA, Antônio de Paiva. “Bolsonarismo: mistificação e transtorno mental”. Brasil de Fato, 28/11/2022. [https://www.brasildefato.com.br/colunista/antonio-de-paiva-moura/2022/11/28/bolsonarismo-mistificacao-e-transtorno-mental/]