Este artigo aborda o momento crítico da guerra na Ucrânia, com os EUA pressionando Zelensky a encerrar o conflito até o inverno por motivos eleitorais. A delegação americana (Witkoff e Kushner) trouxe a Kiev condições de paz piores que as anteriores, incluindo o reconhecimento de territórios perdidos. Com a desmilitarização ucraniana em 90% e a exaustão militar e econômica do país, a Ucrânia já perdeu a guerra — restando apenas negociar os termos da derrota. O Ocidente está contra a parede, e Trump corre contra o tempo para obter uma “paz” que sirva à sua imagem política.
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China Alerta para Ameaça Energética em Meio à Guerra no Irã
O artigo analisa a declaração da China sobre a guerra EUA/Israel contra o Irã, destacando a preocupação de Pequim com a segurança energética e a navegação no Estreito de Ormuz. A posição diplomática chinesa é apresentada como um equilíbrio entre defender os seus interesses econômicos, atuar como mediadora e criticar a abordagem militar dos EUA. A dependência energética chinesa, as alternativas em desenvolvimento (como o gasoduto com a Rússia) e as implicações geopolíticas mais amplas também são exploradas.
Lula: Trump é Bem Melhor na Relação Política do que a Assessoria
Neste artigo analisamos as declarações de Lula sobre sua recente conversa com Donald Trump, destacando o contraste apontado pelo presidente brasileiro entre a postura direta e cordial de Trump e as ações consideradas agressivas de setores de sua administração. Também abordamos as tarifas impostas ao Brasil, suas justificativas, a retomada das negociações comerciais, a questão dos minerais críticos e a necessidade de o Brasil defender sua soberania sem abandonar a diplomacia.
O Intrincado Xadrez de Interesses e Alianças em Construção no Oriente Médio
O artigo analisa a guerra de agressão dos EUA-Israel contra o Irã não apenas pelo prisma dos danos militares, mas sobretudo pelo redesenho político e estratégico em curso no Oriente Médio. Relatórios e análises recentes indicam que os Estados Unidos sofreram perdas materiais muito maiores do que a narrativa ocidental admite, incluindo dezenas de aeronaves perdidas ou danificadas e centenas de estruturas ou equipamentos atingidos em bases americanas na região. Esses danos não são apenas militares: eles abalam a ideia de que a presença americana no Golfo representa proteção automática para seus aliados.
A tese central é que a guerra acelerou a formação de um novo xadrez regional, com Irã, Arábia Saudita, Egito, Turquia, Paquistão, China e Rússia recalculando posições. O Golfo começa a perceber que bases americanas podem ser mais passivo do que garantia. A normalização com Israel fica congelada. O Paquistão surge como mediador e corredor logístico. A China ganha centralidade sem disparar um tiro. O Estreito de Hormuz se torna instrumento de poder iraniano. O resultado é uma região ainda instável, mas cada vez menos disposta a aceitar que Washington e Tel Aviv sejam os únicos autores do roteiro.
O Por quê um Ataque dos EUA ao Irã é a Receita para um Desastre Anunciado
À medida que a retórica belicista se intensifica, especialistas como Andrei Martyanov, Larry Johnson e Larry Wilkerson pintam um quadro aterrorizante das reais consequências de um ataque dos EUA ao Irã. Longe da fantasia de “guerra rápida” vendida por Washington, a realidade expõe um país despreparado para um conflito contra uma nação de 90 milhões de habitantes com defesa aérea integrada e o apoio explícito de Rússia e China.
A Distopia Libertária que Arrasta a Argentina ao Abismo
Há um momento na história em que o absurdo deixa de ser apenas grotesco e se torna trágico. A Argentina vive esse momento. Javier Milei, o homem que chegou ao poder prometendo “passar a motosserra” no Estado e “libertar” o mercado, conseguiu o que poucos imaginavam: destruir, em um pouco menos de 2 anos, o que restava da economia argentina — e ainda ser celebrado por parte da elite neoliberal brasileira como um messias da eficiência.
Trump abandona o bolsonarismo e abraça a realpolitik
O bolsonarismo acreditou que a amizade ideológica com Donald Trump garantiria influência e proteção, mas o pragmatismo da realpolitik falou mais alto. Enquanto Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo alimentavam discursos conspiratórios, o governo Trump mostrou que seus interesses comerciais valem mais do que afinidades políticas. O encontro entre o chanceler Mauro Vieira e autoridades americanas expôs o isolamento dos seguidores de Jair Bolsonaro e demonstrou que, no jogo diplomático, os “adultos” tomaram o assento à mesa — deixando os extremistas à margem.
Lula e Trump: o diálogo entre caminhos opostos
Lula e Trump: O diálogo entre caminhos opostos. PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por PolitikBr […]
Trump liga para Lula. Que mudança hem? E Eduardo? E Jair?
PolitikBr é uma mídia independente. Informar não é “torcida”. Não é distorcer, manipular ou mentir. Por PolitikBr I Brasília, Em 06/10/2025, 19h:50, Leitura: 4 min […]
Três em cada quatro brasileiros veem tarifaço como decisão de natureza política, diz pesquisa
Um levantamento feito pela Ipsos/Ipec mostra que 75% dos brasileiros veem o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil como uma decisão de natureza eminentemente política. Certamente a maioria da sociedade brasileira sabe que esse tarifaço nada mais é do que uma chantagem de Trump, com o apoio e articulação de parlamentares bolsonaristas – extrema direita – contra seu próprio país, visando obter anistia a Jair Bolsonaro, que assim deixaria de responder à justiça pela tentativa de golpe de Estado contra o vencedor das eleições de 2022, Luís Inácio Lula da Silva. Segundo a pesquisa, somente 12% dos entrevistados acreditam que a medida se baseia em uma questão puramente comercial, enquanto 5% dizem tratar tanto de questões comerciais quanto políticas. Outros 8% optaram por não responder ao questionamento.