Na XVIII Cúpula do BRICS, em Nova Délhi, O presidente da Rússia, Vladimir Putin, apresentou números que desmontam a centralidade do G7: os países do BRICS geraram mais de 40% do PIB mundial nos últimos cinco anos, contra 29% do G7. Putin criticou o uso da coerção e destruição física pelo Ocidente para manter a sua posição e defendeu a cooperação multilateral. A cúpula também avançou na ampliação do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), presidido por Dilma Rousseff, e no BRICS Pay, sistema de pagamentos em moedas locais, alternativo ao SWIFT.
Com 11 membros plenos e mais de 30 países na fila de adesão, o BRICS se consolida como o principal fórum de articulação do Sul Global, em um mundo multipolar.