André Mendonça – O “Terrivelmente Evangélico”: Fachin Pede Tudo. Mendonça Entrega o quê Sobre o Escândalo Master e Dark Horse?

A crise do Banco Master ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira.
Edson Fachin havia inicialmente solicitado a André Mendonça o compartilhamento e a retirada do sigilo dos procedimentos relacionados à Petição 15.556 e à Operação Compliance Zero. Mendonça liberou parte do material.
O problema é que a abertura não teria abrangido todo o universo da investigação.
A Procuradoria-Geral da República apontou que permanecia de fora “grande parte” dos procedimentos relacionados à investigação mais ampla do caso Master. Alexandre de Moraes também havia questionado a existência de uma abertura seletiva dos documentos.
Diante disso, Fachin acolheu o pedido da PGR e estabeleceu prazo de 24 horas para que Mendonça encaminhe aos demais ministros todos os procedimentos relacionados ao caso, levantando o sigilo, com exceção apenas de diligências cuja divulgação possa prejudicar as investigações.

André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico: Os Supostos Vícios da Atuação do Ministro Podem Levar à Anulação de Todos os Processos dos Casos INSS e Master

Este artigo da série “André Mendonça – O Terrivelmente Evangélico” detalha como a “atuação anômala” do ministro, apontada pela Polícia Federal, abriu caminho para uma enxurrada de pedidos de anulação e suspeição nos casos do INSS e do Banco Master. As revelações da jornalista Daniela Lima, do UOL, indicam que o ministro pode ter participado ativamente de negociações de delação premiada e que o afastamento do diretor-geral da PF pode ter sido um embaraço à Operação Dark Horse. A crise institucional no STF se aprofunda, com o presidente Edson Fachin estudando retirar os casos das mãos de Mendonça. O custo final pode ser o naufrágio de duas das maiores investigações de corrupção do país.

André Mendonça – o Terrivelmente Evangélico: O Afastamento do Chefe da PF como Embaraço à Operação Dark Horse

Este artigo da série “André Mendonça – o Terrivelmente Evangélico” analisa, com base nas revelações da jornalista Daniela Lima, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, como um embaraço calculado à Operação Dark Horse. O texto expõe a guerra interna no STF, a falsa equivalência das decisões de Fachin, a estratégia de Flávio Dino e o timing suspeito que liga o ministro André Mendonça à proteção de aliados e ao ataque a adversários. Uma leitura crítica e direta sobre os bastidores do poder.

O Ministro “Terrivelmente Evangélico” e o Estado Policial Paralelo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, está no centro de uma crise institucional que expõe, em detalhes, seu modus operandi como relator das operações Sem Desconto (INSS) e Compliance Zero (Banco Master). Relatórios de inteligência da Polícia Federal, obtidos e tornados públicos pelo ministro Alexandre de Moraes, revelam que Mendonça agiu como verdadeiro militante político, direcionando investigações contra adversários — incluindo Moraes, o senador Davi Alcolumbre e o filho do presidente Lula, Lulinha — enquanto blindava aliados como Dias Toffoli e Nunes Marques.

O Cofre, o Filme e o Herdeiro: Mais um caso de Corrupção dos Bolsonaro´s?

O ministro André Mendonça, do STF, autorizou a Polícia Federal a investigar o financiamento do filme Dark Horse, suspeito de ter recebido R$ 61 milhões desviados do Banco Master. A decisão, tomada 48 horas antes da convenção que lança Flávio Bolsonaro candidato à Presidência em 2026, conecta o banqueiro Daniel Vorcaro aos filhos do ex-presidente. A investigação apura se o dinheiro, que transitou por um fundo no Texas, gerido por um advogado de Eduardo Bolsonaro, financiou o padrão de vida do deputado no exterior. Flávio reagiu como vítima de perseguição, mas analistas apontam que a PF já reúne elementos para indiciá-lo por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas — um carimbo que pode chegar antes do início da propaganda eleitoral. O caso expõe o modus operandi da corrupção da extrema direita brasileira, que usa projetos de propaganda política como veículos de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

A Endêmica Corrupção da Extrema Direita: A “BET” Que Você Elege Para Assaltar o Seu Bolso

Na cosmologia não é possível se dissociar o espaço do tempo, por isso, sempre se faz referência ao termo “espaço-tempo”, que são indissociáveis.
Na cosmologia política brasileira uma correlação, da mesma forma, intrínseca. Um fenômeno análogo. Não dá para se diferenciar corrupção endêmica de extrema direita. É um “ente” indissociável: extrema direita-corrupção, que assombra e assola o país. Aves de rapina. Onde a rapinagem é o objetivo maior.
A conjugação do verbo furtar…Do verbo se apropriar do que não é seu. Do que não é fruto do seu trabalho. A rapina pública, que é o modus operandi da extrema direita brasileira.

A Roubalheira Pública e a PF que Investiga: Sóstenes (PL) e Jordy (PL) acusados de corrupção

Enquanto o Brasil se prepara para as festas de fim de ano, uma cena se repete com uma familiaridade que envergonha: agentes da Polícia Federal deixam a residência de um parlamentar carregando pacotes de dinheiro vivo. Desta vez, o endereço era o flat do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da maior bancada de oposição na Câmara – Partido Liberal (PL). Apreendidos: R$ 430 mil em notas de R$100 – outras fontes dizem que foram R$ 470 mil -, lacradas e escondidas em um armário. A operação, batizada de “Galho Fraco”, investiga um esquema de desvio de cotas parlamentares.

A Guerra que Não se Vê: O Combate Interno pelo Controle do Combate ao Crime Organizado

Aprovado na CCJ, o PL Antifacção é celebrado como um golpe duro no crime. Mas a verdade por trás da lei é outra: uma guerra interna pelo controle da Polícia Federal e das investigações.

Enquanto o Senado desfez em um dia o texto aprovado às pressas pela Câmara, uma pergunta fica: quem ganha com um Estado que não consegue investigar seu próprio inimigo?

Descubra a batalha invisível pelo poder real no Brasil. Leia o texto completo.

As Manobras no PL Antifacção e o Enfraquecimento da PF

A política brasileira vive, nas últimas semanas, um daqueles momentos em que os fios aparentemente soltos se entrelaçam para formar uma teia de intenções sombrias. No centro desse emaranhado está o Projeto de Lei (PL) antifacção apresentado pelo governo à Câmara dos Deputados e, literalmente, deformado pelo relator, o deputado Guilherme Derrite (PSD-SP), secretário licenciado de Segurança Pública de São Paulo, que foi aprovado ontem (18/11), em sua quinta versão, a toque na caixa, com o apoio maciço da extrema direita e do centrão. Uma versão do projeto original que agora, longe de ser uma mera peça técnica de combate ao crime organizado, se revela uma operação de bastidores para proteger interesses escusos e blindar figuras poderosas das garras da lei.