Furo. Pepe Escobar e a Carta Nuclear do Irã

Pepe Escobar revelou, com base em fonte de altíssimo nível, que o presidente iraniano Pezeshkian disse ao premiê do Paquistão que o Irã está disposto a realizar a detonação de um dispositivo nuclear em seu solo como “demonstração soberana e irreversível da capacidade de controlar a escalada”. A declaração foi dada após os EUA rejeitarem a proposta iraniana de paz e continuarem com as ameaças e ataques. No dia seguinte (29 de maio), Trump parou de ameaçar o Irã. A revelação confirma a tese do PolitikBr: o Irã já tem, ou está a semanas de ter, a dissuasão nuclear. E está disposto a provar. Mearsheimer postulou o direito à dissuasão. Postol confirmou a capacidade técnica. Jiang afirmou a posse. Agora, Escobar revela a decisão política final. O tabu nuclear está prestes a ruir. E o mundo precisa se preparar.

A TRÍADE DA DISSUASÃO: O Irã Já Tem a Bomba? Jiang, Postol e Mearsheimer Convergem para o Mesmo Alerta

Três analistas independentes convergem para a mesma conclusão: o Irã alcançou, ou está prestes a alcançar, a dissuasão nuclear. Jiang Xueqin, o “Nostradamus chinês”, afirma que o Irã já possui 3 a 5 ogivas completas, com ajuda da Coreia do Norte. Theodore Postol, cientista do MIT, confirma que o Irã tem urânio para enriquecer e fabricar até 20 ogivas em semanas. John Mearsheimer postula que, diante da ameaça existencial de Israel e dos EUA, a dissuasão nuclear é um direito do Irã. Jiang descreve o dilema de Washington: atacar o Irã agora significa arriscar uma guerra nuclear que pode exterminar Israel. Postol demonstra que as defesas israelenses estão em frangalhos — radares destruídos, sistemas ineficazes. Mearsheimer lembra que a fatwa de Khamenei foi sepultada com o líder. O pesadelo de Netanyahu — um Irã nuclear — não é mais especulação. É análise.