Ex-agente da CIA e denunciante revela a Tucker Carlson que a inteligência americana não viu ameaça no Irã. “As pessoas com quem falo na agência dizem especificamente que não.” A decisão de Trump de atacar foi baseada em informações israelenses. E a pergunta que fica é: por que um presidente acredita em uma agência estrangeira em vez da sua própria?
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MEARSHEIMER: “Trump Foi Enganado por Netanyahu e pelo Mossad. A Estratégia era Fadada ao Fracasso.”
Em entrevista ao Juiz Andrew Napolitano, John Mearsheimer afirmou que a estratégia de guerra contra o Irã — uma campanha de “choque e pavor” baseada na decapitação do regime — era “fadada ao fracasso”. “Não há registro histórico de uma campanha aérea, por si só, ter derrubado um regime”, disse. Praticamente todos os conselheiros de Trump alertaram contra a ideia, mas o presidente foi enganado por Netanyahu e pelo chefe do Mossad, David Barnea. O general Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, alertou que os EUA não tinham capacidade e que esgotariam o seu arsenal — e é exatamente onde estamos. O Irã apresentou uma nova proposta de três pontos: paz primeiro, depois Ormuz, depois o nuclear. O tempo está a favor do Irã. Mearsheimer alertou para a possibilidade de Israel usar armas nucleares contra o Irã — e de a Rússia fazer o mesmo na Ucrânia. “O futuro é sombrio”, concluiu.
“ELES O EXPULSARAM”: Trump Foi Retirado da Sala de Situação Durante o Resgate de Pilotos Abatidos
O Wall Street Journal revelou que, durante a operação de resgate de dois pilotos americanos abatidos pelo Irã, Trump ficou tão alterado — gritando e reclamando que os europeus “não estavam ajudando” — que seus assessores militares o mantiveram fora da Sala de Situação porque “sua impaciência não seria útil”. O comandante-em-chefe foi expulso por seus próprios subordinados. A mesma reportagem revelou que Trump queria se autodecorar com a Medalha de Honra por um voo noturno ao Iraque em seu primeiro mandato — um voo sem combate. A porta-voz da Casa Branca disse que ele “estava brincando”. Jesse Dollemore respondeu: “Se ele está brincando, qual é a piada sobre esse covarde que nunca serviu um momento em uniforme militar?” O padrão é claro: Trump não comanda. É um obstáculo. E seus próprios subordinados já perceberam.
LULA EM BARCELONA: “A Minha Arma é o Argumento, não a Guerra”
Em um discurso histórico na primeira reunião da Mobilização Progressista Global (MPG), em Barcelona, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Brasil – fez um diagnóstico verdadeiro e emocionante sobre o momento atual: a extrema-direita avança sobre a democracia, os “senhores da guerra” gastam bilhões em armas enquanto o mundo passa fome, e o progressismo precisa, urgentemente, recuperar a coerência entre o discurso e a prática.
Scott Ritter: O Horrendo Assassinato das Crianças de Minab
Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, descreveu o ataque a uma escola em Minab, Irã: o primeiro míssil atingiu o prédio; os professores levaram as crianças para o salão de orações, considerado o local mais seguro; os operadores americanos viram a aglomeração de crianças em suas câmeras e ordenaram o segundo míssil. 165 meninas (entre 6 e 12 anos), a diretora e professoras foram mortas. “Foi um ato deliberado de assassinato”, disse Ritter. O mesmo padrão de brutalidade aparece no vídeo do Wikileaks de 2007: pilotos americanos matam jornalistas e civis no Iraque, confundindo câmeras com rifles, e trocam gracejos: “Olha aqueles bastardos mortos. Legal.” “Bom serviço. Muito obrigado.” Ritter conclui: “Somos o mau da história.”
NUREMBERG: Mearsheimer Diz que Trump, Biden e Netanyahu Seriam Enforcados por Genocídio
O professor John Mearsheimer, da Universidade de Chicago, afirmou que, se houvesse um novo tribunal de Nuremberg, Joe Biden, Donald Trump, Benjamin Netanyahu e os seus principais tenentes seriam condenados e enforcados por genocídio. Em palestra no Arab Center Washington DC, Mearsheimer disse que os EUA são cúmplices do genocídio em Gaza e que a guerra contra o Irã foi um “erro colossal” que saiu pela culatra. Ele listou as perdas militares americanas (piores desde o Vietnã), a impossibilidade de vencer uma guerra de desgaste contra o Irã, e o dilema de Trump: sem saída, exceto admitir derrota. Alertou ainda para a possibilidade real de Israel usar armas nucleares contra o Irã, com a conivência americana. “Israel é um albatroz no pescoço da América”, concluiu.
PÂNICO EM ISLAMABAD: Como a Guerra do Irã Quebrou o Império Americano
As negociações entre os EUA e o Irã em Islamabad fracassaram após 21 horas. JD Vance anunciou que os iranianos “não aceitaram os termos americanos” e voltou para casa de mãos vazias. Enquanto isso, Trump assistia a uma luta do UFC em Miami. A imagem é a metáfora de um império em frangalhos. O fracasso das negociações deixa o cessar-fogo por um fio. O império sangra.
REVELAÇÃO: Netanyahu Traçou o Plano de Guerra Contra o Irã na Casa Branca
Em 11 de fevereiro de 2026, Netanyahu entrou na Sala de Situação da Casa Branca e, diante de Trump e de seus conselheiros, traçou os objetivos da guerra contra o Irã: eliminar os mísseis balísticos, conter o Irã, evitar o fechamento de Ormuz, e até realizar a mudança de regime, e até sugerindo o novo nome da liderança que ele imaginava que deveria assumir. Trump disse “parece bom para mim”. O vice-presidente J.D. Vance foi veementemente contra. O diretor da CIA chamou os cenários de “farsa”. O secretário de Estado Marco Rubio os chamou de “besteira”. Todos foram ignorados. A guerra foi decidida por um líder estrangeiro, na Sala de Situação da Casa Branca. Jesse Dollemore resumiu: “Donald Trump deu a Netanyahu o controle da Sala de Situação.”
A TRAIÇÃO À LULA QUE ABRIU CAMINHO PARA A GUERRA: Fernando Morais Revela Como Obama e Hillary Sabotaram Acordo Nuclear com o Irã em 2010
O jornalista Fernando Morais revelou em entrevista a Luís Nassif (TV GGN) que, em 2010, o presidente Lula, a pedido de Barack Obama, conseguiu negociar um acordo nuclear com o Irã. O acordo estava “amarradinho”. Mas Obama e Hillary Clinton, por vaidade e covardia, sabotaram a própria iniciativa — telefonaram para líderes mundiais dizendo que a carta de Lula “não valia mais nada”. A oportunidade de paz foi destruída. O caminho ficou livre para sanções, assassinatos de cientistas, a retirada dos EUA do JCPOA e a guerra atual. Enquanto isso, Trump ameaça “apagar uma civilização inteira” em um novo ultimato — contradizendo sua própria declaração de que os EUA vão embora “com ou sem acordo”. A verdade histórica, agora revelada, mostra que a guerra poderia ter sido evitada. A vaidade de Obama e Hillary custou caro.
“VAMOS EMBORA, COM OU SEM ACORDO”: Trump Anuncia a Debandada da Guerra
Nesse domingo que passou, no 40º dia, Trump disse que os EUA vão embora. Isto é, dar por terminada a guerra contra o Irã. A questão é se é possível acreditar em qualquer coisa que o Presidente dos Estados Unidos fala.
A notícia, divulgada pela CNN Brasil, é baseada em declarações da Casa Branca e do próprio presidente.