O Por quê um Ataque dos EUA ao Irã é a Receita para um Desastre Anunciado

À medida que a retórica belicista se intensifica, especialistas como Andrei Martyanov, Larry Johnson e Larry Wilkerson pintam um quadro aterrorizante das reais consequências de um ataque dos EUA ao Irã. Longe da fantasia de “guerra rápida” vendida por Washington, a realidade expõe um país despreparado para um conflito contra uma nação de 90 milhões de habitantes com defesa aérea integrada e o apoio explícito de Rússia e China.

O Teatro do Absurdo: Por Que a “Guerra Iminente” com o Irã é um Blefe

Neste artigo, o blog PolitikBr dissecou a atual crise entre os EUA e e Irã, partindo da reveladora entrevista do Professor Seyed Mohammed Marandi. A análise expõe a farsa por trás da retórica belicista: enquanto Washington encena uma coreografia militar com porta-aviões e ameaças, a sua proposta de um “ataque simbólico” ao Irã foi prontamente rejeitada por Teerã, que prometeu uma resposta total a qualquer agressão.

A face sombria da guerra: a acusação de que a Ucrânia estaria queimando seus próprios soldados

As guerras são sempre cercadas de narrativas, manipulações e versões conflitantes. No entanto, algumas acusações ultrapassam os limites do inaceitável, carregando em si não apenas o peso da barbárie, mas também o da desumanização extrema. É o caso da denúncia, amplamente divulgada por veículos de comunicação russos, de que o governo ucraniano estaria ordenando a cremação dos corpos de seus próprios soldados mortos em combate, com o objetivo de evitar o pagamento de pensões e compensações financeiras aos familiares.