Com base na entrevista exclusiva do vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Tailândia, Sihasak Phuangketkeow, à TV BRICS, este artigo analisa a visão do país sobre o bloco como plataforma estratégica para ampliar comércio e investimentos. A reportagem original foi publicada pelo Brasil 247.
O tabuleiro geopolítico global ganha mais um movimento calculado. Enquanto o Ocidente se debruça sobre as próprias crises, a Tailândia — até pouco tempo vista como um país alinhado ao bloco ocidental — dá um passo firme em direção ao Sul Global.
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China Alerta para Ameaça Energética em Meio à Guerra no Irã
O artigo analisa a declaração da China sobre a guerra EUA/Israel contra o Irã, destacando a preocupação de Pequim com a segurança energética e a navegação no Estreito de Ormuz. A posição diplomática chinesa é apresentada como um equilíbrio entre defender os seus interesses econômicos, atuar como mediadora e criticar a abordagem militar dos EUA. A dependência energética chinesa, as alternativas em desenvolvimento (como o gasoduto com a Rússia) e as implicações geopolíticas mais amplas também são exploradas.
Lula: Trump é Bem Melhor na Relação Política do que a Assessoria
Neste artigo analisamos as declarações de Lula sobre sua recente conversa com Donald Trump, destacando o contraste apontado pelo presidente brasileiro entre a postura direta e cordial de Trump e as ações consideradas agressivas de setores de sua administração. Também abordamos as tarifas impostas ao Brasil, suas justificativas, a retomada das negociações comerciais, a questão dos minerais críticos e a necessidade de o Brasil defender sua soberania sem abandonar a diplomacia.
Trump contra Carney: o Canadá finalmente diz não a Washington. E o Brasil?
Este artigo do PolitikBr comenta a decisão do Canadá de retaliar as tarifas de 50% impostas pelos EUA, sob a liderança firme de Mark Carney. O texto contrasta a postura canadense com a cautela do governo Lula no Brasil, que iniciou um processo de reciprocidade, mas ainda não agiu com a mesma ousadia. O artigo defende que o Brasil deveria seguir o exemplo canadense e retaliar abertamente, utilizando a sua Lei de Reciprocidade Econômica, e que a passividade só encoraja novas pressões dos EUA. A análise conclui que a atitude de Carney serve de modelo para todos os países que sofrem coerção econômica.
Opinião: A Subserviência de Flávio Bolsonaro e a Cobiça dos EUA pelo Pix Desenham o Novo Tarifaço
Flávio Bolsonaro e o Preço da subserviência
A troca de cartas entre Flávio Bolsonaro e Marco Rubio expôs a subserviência aos EUA do candidato da extrema direita à presidência do Brasil, em 2026. A motivação central do “tarifaço” americano é econômica: a ameaça que o Pix representa para as empresas de cartão de crédito dos EUA. Em sua carta, Flávio Bolsonaro não apenas pediu a suspensão das tarifas – do qual ele é acusado de ir aos EUA negociar, em caso de derrota – como ofereceu uma “equipe de transição” a Trump, caso fosse eleito, um ato de submissão e interferência inaceitável. A resposta de Rubio, ao mesmo tempo que agradeceu o apoio, e chamou a oferta de “generosa”, foi implacável quanto às tarifas, listando o Pix e outras “diferenças substanciais” como motivos para a investigação . O governo Lula, em contrapartida, busca uma negociação diplomática técnica, mantendo a dignidade do país. O episódio mostra a degradação da política externa brasileira e a defesa do interesse nacional sendo trocada por vantagens eleitorais, enquanto a soberania do país é colocada em risco.