Larry Johnson: “A Rússia Está Pronta para Tomar Kiev”

Este artigo analisa as declarações de Larry Johnson (ex-CIA) e Scott Ritter (ex-inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA) sobre o iminente avanço russo sobre Kiev. Johnson afirma que “a Rússia está pronta para tomar Kiev”, enquanto Ritter prevê o “apagamento do centro de Kiev” e o fechamento do corredor báltico — com a possibilidade real de um ataque russo a um país da OTAN (Estônia ou Letônia). Ambos os analistas concordam que a OTAN está militarmente exaurida, sem munição, sem indústria bélica e sem capacidade de resposta. O artigo conecta a iminente ofensiva sobre Kiev com o planejado ataque ucraniano ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (com apoio britânico), que serviria como faísca para a escalada final. A conclusão é que a Ucrânia está “morta como nação” e que a única saída racional seria a rendição incondicional — algo que a propaganda ocidental se recusa a admitir.

SCOTT RITTER: “A OTAN Está Forçando a Rússia a Ir à Guerra”

A análise de Scott Ritter é um retrato do momento mais perigoso desde a Crise dos Mísseis de Cuba. A diferença é que, em 1962, os líderes em Washington e Moscou estavam conscientes do abismo. Hoje, a Europa parece determinada a pular de olhos fechados, celebrando cada passo em direção ao precipício.

O Ocidente confunde a paciência russa com fraqueza. Confunde pragmatismo com covardia. E está forçando a Rússia a uma escolha que nunca quis fazer: ou responde de forma decisiva ou aceita ser desmembrada estrategicamente.

O tempo do debate acabou. O tempo da ação, como Ritter alerta, está sobre nós. Resta saber se o mundo terá a sanidade de recuar antes que seja tarde demais.