O Professor Jiang Xueqin –
Educador e escritor canadense – apresenta a tese provocadora de que Stalin foi um estrategista genial que manipulou Hitler para que a Alemanha invadisse a União Soviética. Segundo Jiang, a invasão forçou os EUA a socorrer a URSS via Lend-Lease (Lei de Empréstimo e Arrendamento), industrializando-a gratuitamente e a transformando em superpotência. Ele contrasta a “imaginação estratégica” russa (intuitiva, mística) com o pensamento ocidental (empírico, lógico), defendendo que este forja “pequenos líderes” burocráticos, enquanto aquele permite o surgimento de “grandes líderes” como Stalin e Putin. A análise é sedutora, mas criticável. A neurociência mostra que liderança eficaz integra análise e intuição, não misticismo. Historiadores apontam que Stalin cometeu erros monumentais, ignorou alertas e quase perdeu a guerra.
Categoria: Política
O Ultimato de Vance: Quando o Eixo Washington-Tel Aviv se Desfaz em Público
O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, emitiu um ultimato público à Israel, afirmando que o país não pode atacar o único aliado que lhe resta no mundo. A declaração veio após ataques israelenses no Líbano tentarem sabotar o acordo EUA-Irã, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz. O Irã, em resposta, fechou o estreito novamente, colocando Trump numa posição insustentável. Vance lembrou à Israel que dois terços de suas armas são pagas pelos EUA, expondo a dependência militar israelense. O artigo analisa a cronologia da sabotagem, a armadilha iraniana e as consequências para a aliança EUA-Israel, concluindo que o sionismo estratégico está em crise.
A DESDOLARIZAÇÃO É UMA REALIDADE: China Vende Títulos Americanos e o Ouro Dispara — o Império do Dólar Está em Declínio Acentuado
A China reduziu a sua participação em títulos do Tesouro dos EUA para o menor nível em 18 anos, enquanto o BRICS+ acelera a compra […]
A ASSINATURA EM VERSALHES: Trump Antecipou o Acordo com o Irã para Roubar a Cena — e Já Ameaça Rompê-lo
Trump assinou o acordo com o Irã em Versalhes, antecipando a cerimônia de Genebra para roubar a cena no G7. O acordo é a capitulação histórica que já analisamos: US$ 60 −70 bilhões /ano em petróleo, US 24 bilhões em ativos congelados, US$ 300 bilhões em reconstrução, e o fim de todas as sanções — em troca de promessas iranianas já feitas no JCPOA. Trump já ameaçou rompê-lo: “Se não gostar, voltamos a atirar.” Versalhes, palácio do absolutismo, agora testemunha a rendição “incondicional, na prática” dos EUA.
OS TERMOS DA RENDIÇÃO: O Que o Acordo EUA-Irã Realmente Diz — e Por que Trump Já o Violou
O memorando de entendimento entre EUA e Irã, mediado pelo Paquistão, foi divulgado.
Brett McGurk, ex-negociador americano, analisa: “É notável o quanto os EUA estão oferecendo em troca de pouco.” Os EUA se comprometem a levantar o bloqueio naval, emitir waivers para petróleo iraniano (US60−70bilhões/ano), devolver US$ 24 bilhões em ativos congelados e criar um fundo de reconstrução de US$ 300 bilhões. Em troca, o Irã reabre o estreito e “reafirma” a promessa (já feita no JCPOA) de não buscar armas nucleares. A questão nuclear, mísseis, apoio a grupos de resistência e direitos humanos não são mencionados. Trump, no G7, já ameaçou: “Se eu não gostar, voltamos a atirar.” O acordo é a rendição de Washington. A semente da próxima guerra já foi plantada.
BRICS PAY: A Arma Financeira Que Pode Concorrer com o Dólar – Um Desafio à Hegemonia Americana
O BRICS Pay, o sistema de pagamentos do BRICS+, está em fase avançada de testes. Conectado ao Pix, ele permite transações diretas entre moedas locais, eliminando a necessidade do dólar. A estrutura de impostos dos EUA revela o pânico: 55% da arrecadação federal vem do imposto de renda de pessoas físicas, e o governo depende da demanda mundial por dólares para financiar sua dívida de US$ 40 trilhões. O BRICS Pay veio para ficar. O Brasil precisa escolher entre o futuro multipolar e o passado colonial.
O Extremista e Ex-Deputado Eduardo Bolsonaro é Condenado pela Justiça Brasileira
Por unanimidade, a Primeira Turma do STF condenou Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo. O ministro Alexandre de Moraes foi enfático: “Processo penal não é palhaçada.” Eduardo articulou sanções dos EUA contra o Brasil para pressionar o julgamento do pai, Jair Bolsonaro (condenado a 27 anos e 3 meses de prisão). O ex-deputado que está foragido nos EUA perdeu o mandato por faltas e agora é réu condenado. Simultaneamente, o escândalo do Banco Master e dos R$ 61 milhões pagos por Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse” corrói a candidatura de Flávio Bolsonaro. O clã Bolsonaro está em implosão: pai preso, um filho condenado, outro réu, e o senador enrolado em acusações de corrupção.
A Pax Americana de Joelhos: O Acerto de Contas Irã-EUA e o Crepúsculo do Sionismo Estratégico
O recente anúncio de um acordo de paz entre o governo de Donald Trump e o Irã, mediado pelo Paquistão, marca a maior derrota geoestratégica dos EUA em décadas. Analisado sob a ótica realista do professor John Mearsheimer em entrevista a Tucker Carlson, o pacto demonstra que a retórica agressiva de Washington ruiu diante da resiliência de Teerã. Após o devastador ataque à Beirute, que ameaçou incendiar a região, Trump se viu forçado a ceder para evitar um conflito de proporções incalculáveis.
A grande humilhação geopolítica reside na exclusão total de Israel das negociações. Benjamin Netanyahu se encontra agora diante de um dilema paralisante: sabotar e humilhar publicamente o seu maior aliado, Donald Trump, ou admitir a derrota completa do projeto de dissuasão israelense. Enquanto o Irã celebra o alívio das sanções e a consolidação de sua influência regional, a Europa assiste impotente ao redesenho multipolar do Oriente Médio. Resta saber quais foram as concessões secretas desse pacto que enterra, definitivamente, a hegemonia unipolar ocidental.
Netanyahu Entre Humilhar Trump ou Admitir a Completa Derrota
Netanyahu exige o desmantelamento do Hezbollah para aceitar o acordo de paz mediado pelo Paquistão e endossado pelos EUA e pelo Irã. A exigência contradiz os termos do memorando, que prevê cessar-fogo no Líbano e retirada israelense. O professor Marandi revela que Netanyahu atacou Beirute, e Trump, desesperado para evitar uma escalada, aceitou as condições iranianas. Agora, Netanyahu está encurralado: se obedecer a Trump, admite a derrota e desmorona a sua coalizão; se desobedecer, humilha Trump — e o Irã mantém o Estreito de Ormuz fechado. A Europa apoia o acordo. Genebra é na sexta-feira (19).
BREAKING NEWS – A CAPITULAÇÃO DE TRUMP: Acordo com o Irã é “Vitória” Americana? Teerã Diz o Contrário
Trump anunciou o fim do bloqueio naval e a abertura do Estreito de Ormuz “sem pedágio”. O Paquistão confirmou um “Acordo de Paz”, a ser assinado na sexta-feira (19) em Genebra. O Irã, no entanto, descreve o resultado de forma diferente: “O inimigo sofreu uma derrota em todos os fronts”, disse o chanceler iraniano. O acordo inclui cessar-fogo permanente (incluindo o Líbano), fim do bloqueio, negociação do fim das sanções (60 dias), e regulamentação conjunta do tráfego no Golfo Pérsico (Irã e Omã). A questão nuclear foi adiada. Trump tenta vender como vitória. O Irã já declarou a sua.