O Dr. Theodore Postol, do MIT, expõe a farsa do sistema Patriot em entrevista ao Coronel Daniel Davis. Com provas, ele demonstra que a taxa real de interceptação é de apenas 2 a 3%, muito distante dos 90% alegados pela indústria de defesa americana. Enquanto isso, o conflito entre EUA/Israel e Irã se intensifica em junho de 2026, com ataques à bases americanas e o risco de uma escalada regional. Postol alerta que a Europa estaria indefesa contra mísseis russos e critica o Congresso por não exigir dados reais dos contratantes, que “estão roubando do povo americano” e colocando a segurança nacional dos EUA em risco.
Categoria: Economia
O Fim do Trabalho como o Conhecemos: A Substituição Silenciosa do Homem e o Colapso Anunciado do Contrato Social
O artigo aborda a substituição do trabalho humano por robôs e inteligência artificial, destacando casos como Amazon e Oracle, e a extinção de profissões em setores como transporte e serviços bancários. Analisa a precarização do emprego e a concentração de renda, concluindo que a automação em massa pode levar a um colapso social. Discute a necessidade de um novo contrato social, incluindo a Renda Básica Universal, como possível solução para a crise iminente.
Combustível, Soberania e Lucro: A Geopolítica do Preço na Bomba – Caso Brasil e Estados Unidos
Este artigo compara a resposta do governo Lula à crise dos preços dos combustíveis, deflagrada pela guerra no Oriente Médio, com a postura do governo Trump nos EUA. Enquanto o Brasil, usando o controle majoritário da Petrobras (50,26% das ações), implementou subsídios via devolução de tributos, utilizando os royalties e dividendos extraordinários para “segurar” o preço na bomba, os EUA sofreram um impacto inflacionário severo, com preços da energia disparando. O texto argumenta que a presença do Estado como controlador de setores-chave é vital para amortecer choques, ao passo que a lógica privada prioriza o lucro, como visto na recusa de grandes distribuidoras em aderir aos subsídios brasileiros. Critica-se a agenda privatista de inspiração neoliberal, destacando que a Europa tem reestatizado serviços essenciais (como água e esgoto) após perceberem aumentos abusivos e falhas na modelagem, enquanto o Brasil insiste no caminho oposto, arriscando perder sua capacidade de proteger o cidadão.
Opinião: A Subserviência de Flávio Bolsonaro e a Cobiça dos EUA pelo Pix Desenham o Novo Tarifaço
Flávio Bolsonaro e o Preço da subserviência
A troca de cartas entre Flávio Bolsonaro e Marco Rubio expôs a subserviência aos EUA do candidato da extrema direita à presidência do Brasil, em 2026. A motivação central do “tarifaço” americano é econômica: a ameaça que o Pix representa para as empresas de cartão de crédito dos EUA. Em sua carta, Flávio Bolsonaro não apenas pediu a suspensão das tarifas – do qual ele é acusado de ir aos EUA negociar, em caso de derrota – como ofereceu uma “equipe de transição” a Trump, caso fosse eleito, um ato de submissão e interferência inaceitável. A resposta de Rubio, ao mesmo tempo que agradeceu o apoio, e chamou a oferta de “generosa”, foi implacável quanto às tarifas, listando o Pix e outras “diferenças substanciais” como motivos para a investigação . O governo Lula, em contrapartida, busca uma negociação diplomática técnica, mantendo a dignidade do país. O episódio mostra a degradação da política externa brasileira e a defesa do interesse nacional sendo trocada por vantagens eleitorais, enquanto a soberania do país é colocada em risco.
Os Estoques de Petróleo dos EUA e a Espada Nuclear Iraniana Forçaram a Capitulação de Washington
Larry Johnson, ex-analista da CIA, revela em entrevista que a capitulação americana ao Irã foi forçada por uma crise silenciosa: a Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA está no limite, com pouco mais de 200 milhões de barris disponíveis antes do colapso das cavernas de sal. Os EUA dependem de petróleo pesado importado do Golfo, mas o Estreito de Ormuz está parcialmente fechado. A escassez ameaça paralisar a economia e a máquina de guerra americana. Simultaneamente, o Irã, através do Paquistão, transmitiu um ultimato: detonará um dispositivo nuclear em seu território como demonstração de capacidade, se a guerra não parar. A ameaça era crível, apoiada por evidências técnicas de que o Irã pode enriquecer urânio a grau militar em semanas. O Paquistão, atuando como mediador, também representa o realinhamento dos países do Golfo contra os EUA, pressionando por uma saída americana da região. O acordo final é uma capitulação formal, em troca de promessas que o Irã já havia feito no JCPOA. A China e a Rússia observam, enquanto o sistema financeiro global começa a se afastar do dólar. O cenário descreve o crepúsculo da Pax Americana e a emergência de uma nova ordem multipolar.
Como Stalin Enganou Hitler e o Ocidente Forja Pequenos Líderes – Tese
O Professor Jiang Xueqin –
Educador e escritor canadense – apresenta a tese provocadora de que Stalin foi um estrategista genial que manipulou Hitler para que a Alemanha invadisse a União Soviética. Segundo Jiang, a invasão forçou os EUA a socorrer a URSS via Lend-Lease (Lei de Empréstimo e Arrendamento), industrializando-a gratuitamente e a transformando em superpotência. Ele contrasta a “imaginação estratégica” russa (intuitiva, mística) com o pensamento ocidental (empírico, lógico), defendendo que este forja “pequenos líderes” burocráticos, enquanto aquele permite o surgimento de “grandes líderes” como Stalin e Putin. A análise é sedutora, mas criticável. A neurociência mostra que liderança eficaz integra análise e intuição, não misticismo. Historiadores apontam que Stalin cometeu erros monumentais, ignorou alertas e quase perdeu a guerra.
O Ultimato de Vance: Quando o Eixo Washington-Tel Aviv se Desfaz em Público
O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, emitiu um ultimato público à Israel, afirmando que o país não pode atacar o único aliado que lhe resta no mundo. A declaração veio após ataques israelenses no Líbano tentarem sabotar o acordo EUA-Irã, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz. O Irã, em resposta, fechou o estreito novamente, colocando Trump numa posição insustentável. Vance lembrou à Israel que dois terços de suas armas são pagas pelos EUA, expondo a dependência militar israelense. O artigo analisa a cronologia da sabotagem, a armadilha iraniana e as consequências para a aliança EUA-Israel, concluindo que o sionismo estratégico está em crise.
A DESDOLARIZAÇÃO É UMA REALIDADE: China Vende Títulos Americanos e o Ouro Dispara — o Império do Dólar Está em Declínio Acentuado
A China reduziu a sua participação em títulos do Tesouro dos EUA para o menor nível em 18 anos, enquanto o BRICS+ acelera a compra […]
A ASSINATURA EM VERSALHES: Trump Antecipou o Acordo com o Irã para Roubar a Cena — e Já Ameaça Rompê-lo
Trump assinou o acordo com o Irã em Versalhes, antecipando a cerimônia de Genebra para roubar a cena no G7. O acordo é a capitulação histórica que já analisamos: US$ 60 −70 bilhões /ano em petróleo, US 24 bilhões em ativos congelados, US$ 300 bilhões em reconstrução, e o fim de todas as sanções — em troca de promessas iranianas já feitas no JCPOA. Trump já ameaçou rompê-lo: “Se não gostar, voltamos a atirar.” Versalhes, palácio do absolutismo, agora testemunha a rendição “incondicional, na prática” dos EUA.
OS TERMOS DA RENDIÇÃO: O Que o Acordo EUA-Irã Realmente Diz — e Por que Trump Já o Violou
O memorando de entendimento entre EUA e Irã, mediado pelo Paquistão, foi divulgado.
Brett McGurk, ex-negociador americano, analisa: “É notável o quanto os EUA estão oferecendo em troca de pouco.” Os EUA se comprometem a levantar o bloqueio naval, emitir waivers para petróleo iraniano (US60−70bilhões/ano), devolver US$ 24 bilhões em ativos congelados e criar um fundo de reconstrução de US$ 300 bilhões. Em troca, o Irã reabre o estreito e “reafirma” a promessa (já feita no JCPOA) de não buscar armas nucleares. A questão nuclear, mísseis, apoio a grupos de resistência e direitos humanos não são mencionados. Trump, no G7, já ameaçou: “Se eu não gostar, voltamos a atirar.” O acordo é a rendição de Washington. A semente da próxima guerra já foi plantada.