Pepe Escobar analisa a guerra no Estreito de Ormuz: dois bloqueios. O iraniano, na verdade um pedágio aprovado pelo parlamento, cobra US$ 2 milhões por petroleiro (ou yuan/cripto) – para um petroleiro transportando 2000.000 de barris- e permite a passagem de nações não hostis. O americano, posicionado no Golfo de Omã, é um “bloqueio de covardes” — longe dos mísseis iranianos de curto alcance, mas vulnerável aos hipersônicos. O alvo real, segundo Escobar, é a China. O secretário do Tesouro americano disse abertamente que “a China não vai poder mais receber petróleo do Irã”. A China, no entanto, tem alternativas: gasodutos da Rússia, da Ásia Central e de Mianmar, além de reservas estratégicas de 1,3 bilhão de barris. O cenário mais aterrorizante é a entrada dos houthis no conflito, fechando o “triângulo de Al-Aqsa” (Bab al-Mandeb, Yanbu e Suez), o que levaria o petróleo a US$ 200 o barril. Escobar revela o plano sinistro: provocar um jejum de petróleo e dólares para forçar uma reestruturação da dívida americana às custas do mundo. O cessar-fogo expira na próxima semana. O próximo movimento pode ser o afundamento de um destroyer americano — e a imagem definitiva da derrota do império.
Categoria: Economia
SCOTT RITTER: O Bloqueio de Trump é uma Piada
Trump ameaçou impor um bloqueio naval ao Irã, mas Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, explica por que é inviável: os navios americanos não podem chegar perto do Estreito de Ormuz — seriam afundados por mísseis e drones iranianos. Em mar aberto, a Marinha dos EUA não tem navios suficientes para patrulhar uma área tão vasta. Enquanto isso, Elijah Magnier confirma que petroleiros iranianos e chineses já estão cruzando o estreito livremente. A China deixou claro que não tolerará interferência em seus suprimentos de energia. Ritter conclui: “O bloqueio é uma piada. O que vamos fazer? Abordar um navio chinês? Não temos os recursos para isso.”
Scott Ritter: O Horrendo Assassinato das Crianças de Minab
Scott Ritter, ex-oficial de inteligência dos Fuzileiros Navais dos EUA, descreveu o ataque a uma escola em Minab, Irã: o primeiro míssil atingiu o prédio; os professores levaram as crianças para o salão de orações, considerado o local mais seguro; os operadores americanos viram a aglomeração de crianças em suas câmeras e ordenaram o segundo míssil. 165 meninas (entre 6 e 12 anos), a diretora e professoras foram mortas. “Foi um ato deliberado de assassinato”, disse Ritter. O mesmo padrão de brutalidade aparece no vídeo do Wikileaks de 2007: pilotos americanos matam jornalistas e civis no Iraque, confundindo câmeras com rifles, e trocam gracejos: “Olha aqueles bastardos mortos. Legal.” “Bom serviço. Muito obrigado.” Ritter conclui: “Somos o mau da história.”
NUREMBERG: Mearsheimer Diz que Trump, Biden e Netanyahu Seriam Enforcados por Genocídio
O professor John Mearsheimer, da Universidade de Chicago, afirmou que, se houvesse um novo tribunal de Nuremberg, Joe Biden, Donald Trump, Benjamin Netanyahu e os seus principais tenentes seriam condenados e enforcados por genocídio. Em palestra no Arab Center Washington DC, Mearsheimer disse que os EUA são cúmplices do genocídio em Gaza e que a guerra contra o Irã foi um “erro colossal” que saiu pela culatra. Ele listou as perdas militares americanas (piores desde o Vietnã), a impossibilidade de vencer uma guerra de desgaste contra o Irã, e o dilema de Trump: sem saída, exceto admitir derrota. Alertou ainda para a possibilidade real de Israel usar armas nucleares contra o Irã, com a conivência americana. “Israel é um albatroz no pescoço da América”, concluiu.
PÂNICO EM ISLAMABAD: Como a Guerra do Irã Quebrou o Império Americano
As negociações entre os EUA e o Irã em Islamabad fracassaram após 21 horas. JD Vance anunciou que os iranianos “não aceitaram os termos americanos” e voltou para casa de mãos vazias. Enquanto isso, Trump assistia a uma luta do UFC em Miami. A imagem é a metáfora de um império em frangalhos. O fracasso das negociações deixa o cessar-fogo por um fio. O império sangra.
REVELAÇÃO: Netanyahu Traçou o Plano de Guerra Contra o Irã na Casa Branca
Em 11 de fevereiro de 2026, Netanyahu entrou na Sala de Situação da Casa Branca e, diante de Trump e de seus conselheiros, traçou os objetivos da guerra contra o Irã: eliminar os mísseis balísticos, conter o Irã, evitar o fechamento de Ormuz, e até realizar a mudança de regime, e até sugerindo o novo nome da liderança que ele imaginava que deveria assumir. Trump disse “parece bom para mim”. O vice-presidente J.D. Vance foi veementemente contra. O diretor da CIA chamou os cenários de “farsa”. O secretário de Estado Marco Rubio os chamou de “besteira”. Todos foram ignorados. A guerra foi decidida por um líder estrangeiro, na Sala de Situação da Casa Branca. Jesse Dollemore resumiu: “Donald Trump deu a Netanyahu o controle da Sala de Situação.”
“VITÓRIA DECISIVA? NÃO INSULTE NOSSA INTELIGÊNCIA”: Tenente Coronel Daniel Davis Expõe as Mentiras de Hegseth
O secretário de Guerra Pete Hegseth tentou vender o cessar fogo da guerra contra o Irã como uma “vitória militar decisiva”, dizendo que o Irã “implorou pelo cessar-fogo”. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, desmonta a propaganda: o Irã não era uma ameaça aos EUA há 47 anos — a hostilidade começou com o golpe da CIA em 1953. O Irã não tinha programa nuclear ativo — a própria inteligência americana confirmava. E não houve vitória — houve humilhação. Davis lembra que os EUA apoiaram uma guerra de oito anos contra o Irã que matou centenas de milhares de iranianos, e que o Irã agiu com contenção enquanto Israel e os EUA escalavam. Enquanto isso, o presidente do Irã, Pezeshkian, alerta que os ataques de Israel ao Líbano “tornarão as negociações inúteis”. E a mídia americana conclui: os EUA devem parar de obedecer a Israel se quiserem paz duradoura.
A SABOTAGEM ANUNCIADA: LT Col Daniel Davis Fala da Sabotagem de Netanyahu ao Acordo de Trump
Menos de 24 horas após Trump anunciar um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, Israel lançou o maior bombardeio contra o Líbano em semanas. Netanyahu disse que “o Líbano não estava no acordo”. Trump, em vez de repreendê-lo, concordou. O Paquistão, mediador do acordo, desmentiu publicamente: “O cessar-fogo vale para todas as partes, incluindo o Líbano”. O Irã reagiu fechando novamente o Estreito de Ormuz e retomando os ataques. O Tenente Coronel Daniel Davis, veterano de combate e oficial de inteligência aposentado, expõe a dinâmica: Netanyahu convenceu Trump a entregar as Forças Armadas dos EUA para usar como fantoche. “É embaraçoso. Trump gosta de falar o quão forte ele é, e ainda assim permitiu que fosse usado como um fantoche.” Enquanto isso, aliados de Trump como Jack Keane defendem o “Modelo Líbia” para o Irã — o mesmo que resultou no assassinato brutal de Gaddafi —, uma sabotagem deliberada para que o Irã nunca aceite um acordo. O cessar-fogo que devia durar duas semanas durou menos de 24 horas. O império sangra. E o mundo observa.
O BUFÃO RECUOU: Trump Anuncia Cessar-Fogo de Duas Semanas e o Irã Declara Vitória
Após ameaçar “apagar uma civilização inteira”, Trump recuou e anunciou um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, intermediado pelo Paquistão. O Irã declarou vitória e divulgou os termos da capitulação americana: controle do Estreito de Ormuz pelo Teerã, pagamento de indenizações, suspensão das sanções, permissão para enriquecimento de urânio e retirada das tropas americanas do Oriente Médio. O Papa Leão XIV classificou a ameaça de Trump como “inaceitável”. A pressão pela 25ª Emenda cresceu, com figuras como Marjorie Taylor Greene afirmando que Trump “enlouqueceu”. Israel, pego de surpresa pelo recuo americano, fica isolado e à beira do colapso. A guerra que devia durar quatro dias terminou em capitulação humilhante.
“VAMOS EMBORA, COM OU SEM ACORDO”: Trump Anuncia a Debandada da Guerra
Nesse domingo que passou, no 40º dia, Trump disse que os EUA vão embora. Isto é, dar por terminada a guerra contra o Irã. A questão é se é possível acreditar em qualquer coisa que o Presidente dos Estados Unidos fala.
A notícia, divulgada pela CNN Brasil, é baseada em declarações da Casa Branca e do próprio presidente.