O Extremista e Ex-Deputado Eduardo Bolsonaro é Condenado pela Justiça Brasileira

Por unanimidade, a Primeira Turma do STF condenou Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo. O ministro Alexandre de Moraes foi enfático: “Processo penal não é palhaçada.” Eduardo articulou sanções dos EUA contra o Brasil para pressionar o julgamento do pai, Jair Bolsonaro (condenado a 27 anos e 3 meses de prisão). O ex-deputado que está foragido nos EUA perdeu o mandato por faltas e agora é réu condenado. Simultaneamente, o escândalo do Banco Master e dos R$ 61 milhões pagos por Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse” corrói a candidatura de Flávio Bolsonaro. O clã Bolsonaro está em implosão: pai preso, um filho condenado, outro réu, e o senador enrolado em acusações de corrupção.

Bob Fernandes: Se o Senador Flávio Bolsonaro Fosse Cidadão Americano Ele Seria Condenado à Morte ou à Prisão Perpétua

O comentarista Bob Fernandes expõe em seu programa que, pela lei dos Estados Unidos (Artigo 3º da Constituição e 18 U.S.C § 2381), o senador Flávio Bolsonaro seria condenado à pena capital ou à prisão perpétua por traição. A acusação se baseia no pedido de Flávio a Donald Trump para que os EUA sancionem o Brasil e tratem facções como o PCC como terroristas — o que configura “dar ajuda e conforto” a inimigos estrangeiros contra o próprio país. Enquanto a lei brasileira é ambígua e lenta, a análise de Bob Fernandes conecta a hipocrisia do parlamentar: ele pede ataques a facções, mas mantém relações profundas com milícias, como a do Capitão Adriano (cuja mãe e ex-mulher trabalhavam em seu gabinete).

REVELAÇÃO: Netanyahu Traçou o Plano de Guerra Contra o Irã na Casa Branca

Em 11 de fevereiro de 2026, Netanyahu entrou na Sala de Situação da Casa Branca e, diante de Trump e de seus conselheiros, traçou os objetivos da guerra contra o Irã: eliminar os mísseis balísticos, conter o Irã, evitar o fechamento de Ormuz, e até realizar a mudança de regime, e até sugerindo o novo nome da liderança que ele imaginava que deveria assumir. Trump disse “parece bom para mim”. O vice-presidente J.D. Vance foi veementemente contra. O diretor da CIA chamou os cenários de “farsa”. O secretário de Estado Marco Rubio os chamou de “besteira”. Todos foram ignorados. A guerra foi decidida por um líder estrangeiro, na Sala de Situação da Casa Branca. Jesse Dollemore resumiu: “Donald Trump deu a Netanyahu o controle da Sala de Situação.”

A TRAIÇÃO À LULA QUE ABRIU CAMINHO PARA A GUERRA: Fernando Morais Revela Como Obama e Hillary Sabotaram Acordo Nuclear com o Irã em 2010

O jornalista Fernando Morais revelou em entrevista a Luís Nassif (TV GGN) que, em 2010, o presidente Lula, a pedido de Barack Obama, conseguiu negociar um acordo nuclear com o Irã. O acordo estava “amarradinho”. Mas Obama e Hillary Clinton, por vaidade e covardia, sabotaram a própria iniciativa — telefonaram para líderes mundiais dizendo que a carta de Lula “não valia mais nada”. A oportunidade de paz foi destruída. O caminho ficou livre para sanções, assassinatos de cientistas, a retirada dos EUA do JCPOA e a guerra atual. Enquanto isso, Trump ameaça “apagar uma civilização inteira” em um novo ultimato — contradizendo sua própria declaração de que os EUA vão embora “com ou sem acordo”. A verdade histórica, agora revelada, mostra que a guerra poderia ter sido evitada. A vaidade de Obama e Hillary custou caro.

Bolsonaro nega — mas assessores confirmam: ele quis se agarrar ao poder mesmo após a derrota

Jair Bolsonaro pode até negar, mas os bastidores contam outra história. Documentos e mensagens encontrados no celular do coronel da reserva Flávio Peregrino, assessor do general Walter Braga Netto, revelam que o ex-presidente não aceitava a derrota de 2022 como algo definitivo. Conforme divulgado pelo Brasil 247, as anotações internas revelam a intenção expressa de continuar no governo mesmo após a derrota eleitoral.